Prezado Júlio Prates:

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Em junho, o Greenpeace Brasil publicou o relatório “Lavagem de ouro na Amazônia: Anatomia de uma fraude”, que mostra como permissões de lavra garimpeira são utilizadas para a comercialização de ouro extraído ilegalmente da Amazônia, impactando terras indígenas e áreas protegidas.
Após o lançamento na Rio Nature & Climate Week, fomos com lideranças indígenas à Europa para cobrar maior responsabilidade na cadeia global do ouro brasileiro.
Julio César, tanto o relatório que denuncia os impactos do garimpo quanto o encontro de lideranças indígenas só aconteceram porque recebemos doações mensais de pessoas físicas como você. O Greenpeace é uma organização independente que não aceita nenhum dinheiro de empresas ou governos. |
