Ainda podemos confiar nos Institutos de Pesquisas?

Aqui no RS foi uma fisqueira completa e a extensão do erros dos Institutos de Pesquisas. Todos apresentavam Juliana Brizola colada em Zucco. Erraram e erraram muito feio.

Como nada é tão feio que não consiga piorar, todos os Institutos gaúchos davam Manoela D´Ávila em primeiro e ainda botavam Paulo Pimenta em segundo. O resultado dos nossos Institutos foi um desastre. Zucco venceu com folga no primeiro turno e os dois senadores, Sanderson e Marcel Van Hatten, venceram limpo no primeiro turno.

A lição que fica é: – alguém ainda acredita nesses Institutos?

Duvido que alguém ainda acredite nesses Institutos de Pesquisas. Eu ainda tentei forçar uma reflexão no amigo João Lemes, que morreu abraçado nas Pesquisas do Mhétodus, que é sabidamente petista e colocavam a Manoela em primeiro e Pimenta em segundo.

O fiasco foi generalizado e abre-se um pertinente debate nos meios acadêmicos. Logo surgirão os cientistas políticos justificando o erro das pesquisas e afirmando que os eleitores de Flávio Bolsonaro não se assumiam.

Só que o erro era tão fragrante e a prepotência petista tão grande, que nem cumprimentavam mais as pessoas, convictos de que já tinham ganho tudo antes das eleições.

Ontem. eu estava indo almoçar, e encontrei 2 irmãs, que passaram há poucos metros de mim e sequer me olharam. E nem falo em cumprimento, pois isso é só quando precisam de advogado.

Eu não fiquei surpreso com os resultados, pois eu tinha certeza da extensão dos erros coletivos ou maldades para induzirem a população, pois eu creio que foi isso, é impossível que ninguém estive vendo essas maldades gritantes.

Magistrado sem mandato. Santiago, terra dos poetas, não carece de representação

O conselheiro MARCO PEIXOTO, hoje no Tribunal de Contas do Estado, junto com a dinastia Gorski, nunca se desliga de sua cidade. Vendo o massacre que foi o temporal sobre SANTIAGO, ligou para o governador do Estado e disse que queria que ele viesse a Santiago.

É claro, o governador atendeu ao convite do Conselheiro e imediatamente pegaram o avião do governo do Estado e vieram até Santiago.

Na verdade, Marco Peixoto provou o seu peso e todo o seu prestígio.

O governador do Estado, tendo visitado o Hospital Regional de Santiago duramente atingido, imediatamente destinou 16 milhões para ajudar a reconstruir o Hospital e ajudar as casas mais atingidas.

Gostem ou não de Marco Peixoto, ele demonstrou todo seu peso e seu prestígio e apenas numa viagem de Leite a Santiago arranjou 16 milhões para SANTIAGO. É peso para ninguém botar defeito e isso explica a força e o prestígio de MARCO PEIXOTO.

Gostem ou não de Marco Peixoto, ele demonstrou todo seu peso e seu prestígio e apenas numa viagem de Leite a Santiago arranjou 16 milhões para SANTIAGO. É peso para ninguém botar defeito e isso explica a força e o prestígio de MARCO PEIXOTO.

Como santiaguense que sou, fiquei muito orgulhoso com o gesto de Marco Peixoto, pois ele mantém sua força e sempre foi solidário as pessoas que enfrentam dores, aliás, isso ele conhece bem, pois dedicou sua vida para ajudar quem dele precisa.

Sou muito grato ao MARCO PEIXOTO e ao governador EDUARDO LEITE. Santiago realmente precisa e ambos demonstraram visão, vocação e solidariedade ao povo que sofre e sofreu com as tempestades sobre nossa cidade.

Eu torço para que MARCO PEIXOTO se aposente do TCE e volte a condição de parlamentar federal, onde poderá seguir ajudando nosso povo e se dedicando as pessoas que dele precisam. Pois ele nunca se negou a ajudar ninguém e nem pediu atestado ideológico para ajudar as ajudar as pessoas.

É um raro exemplo de político sério e comprometido com o seu povo.

Jó: doença, depressão e fé — uma reflexão sobre o sofrimento e a esperança

VALMIR DE OLIVEIRA JÚNIOR

A figura bíblica de Jó emerge como um paradigma da dor inexplicável e da busca por sentido. Em um tempo onde o sofrimento psíquico, a depressão e o luto atravessam tantas vidas, a sua narrativa nos oferece uma lente teológica e clínica para compreender os efeitos da dor e os recursos da fé que podem ser mobilizados para o enfrentamento. Uma análise de Jó exige, portanto, uma abordagem que integre as dimensões física, emocional e espiritual de sua crise.

A história de Jó é a de um homem íntegro (Jó 1.1) que perde tudo: bens, filhos e saúde. Sua resposta inicial, ao rasgar as vestes e adorar (Jó 1.20), evidencia um luto visceral. Do ponto de vista psicológico, sua jornada reflete as fases caóticas do luto, com manifestações claras de sofrimento depressivo. Seu desejo de não ter nascido (Jó 3.11) e sua angústia profunda são compatíveis com os sintomas de um quadro depressivo maior, conforme os critérios diagnósticos modernos. Não é teologicamente desrespeitoso, mas pastoralmente necessário, reconhecer que a dor de Jó transcendeu o físico, atingindo o âmago de seu psiquismo.

O sofrimento de Jó também catalisa uma crise de fé. Contudo, essa crise não é uma negação, mas uma maturação. Quando Jó clama por respostas e contesta o silêncio divino (Jó 10.8-12), ele expõe a dor de uma fé que precisa ser reconstruída para além de uma lógica de recompensa e castigo. A espiritualidade, aqui, atua como um fator de resiliência. Sua honestidade brutal diante de Deus, embora desconcertante, paradoxalmente o conduz a uma relação mais profunda e autêntica com o Criador.

Nesse sentido, a atitude dos amigos de Jó nos ensina uma lição pastoral crucial. Seu silêncio inicial de sete dias (Jó 2.13) é um modelo de cuidado empático, da teologia do “estar com”. O erro deles começa quando tentam explicar a dor como punição divina (Jó 4.7-8), revelando o perigo de uma teologia simplista que apenas impõe mais culpa ao sofredor. A verdadeira pastoralidade, como nos adverte o teólogo Paul Tillich, deve se opor a qualquer religiosidade que reforce o moralismo punitivo e aliene o ser humano de seu valor.

A fé genuína não é medida pela ausência de dúvidas, mas pela permanência em meio à ausência de respostas. O ápice da jornada de Jó não é uma compreensão intelectual, mas uma declaração de confiança: “Porque eu sei que o meu Redentor vive” (Jó 19.25). Ele não encontra um porquê para seu sofrimento, mas encontra um Com Quem sofrer, e isso muda tudo. Sua esperança não se ancora na restauração de suas perdas, mas na certeza da presença de Deus.

Essa perspectiva se alinha à visão reformada da soberania de Deus. A resposta divina a Jó não é uma explicação, mas uma revelação. Ao ver a majestade do Criador, Jó declara: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem” (Jó 42.5). Psicologicamente, isso é terapêutico. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), compreendemos que nossas crenças centrais moldam nossa realidade emocional. A revelação de Deus funciona como uma reestruturação cognitiva profunda na vida de Jó. Ele não recebe uma resposta para sua dor, mas uma nova percepção de Deus, que ressignifica sua existência e aplaca sua angústia.

O final do livro, portanto, não celebra a restituição material, mas a transformação espiritual. O próprio Deus legitima a luta de Jó ao dizer que ele “falou o que era reto” (Jó 42.7). A implicação clínica e pastoral é profunda: o sofrimento não precisa ser explicado para ser redimido. Ele pode ser integrado à história de vida como parte da jornada de fé e crescimento.

Isso nos convida a abandonar uma espiritualidade triunfalista que deslegitima o sofrimento. Muitos cristãos se sentem culpados por adoecer emocionalmente, como se a depressão fosse uma falha de fé. Jó nos ensina que a fé não é ausência de dor, mas permanência na presença de Deus mesmo sem respostas. A igreja é chamada a ser um espaço de escuta e acolhimento, onde a dor não é banalizada, mas acompanhada à luz do Evangelho.

Assim, somos chamados a abraçar o sofrimento como parte da jornada, buscando na comunidade um refúgio contra o isolamento. A espiritualidade cristã é comunitária; a igreja deve ser um “hospital de almas”, acolhendo sem julgamento. Devemos praticar a oração honesta, expressando nossa dor a Deus, e buscar um cuidado integral, que valorize a psicologia como aliada da fé para tratar o ser humano em sua totalidade: corpo, mente e espírito. Como Jó, nossa maior vitória não será a restituição do que perdemos, mas o reencontro com um Deus que transforma nosso caos em uma nova e mais profunda percepção de Sua graça.



Jó não era judeu, nunca foi, pois viveu antes da aliança abraâmica e antes da formalização da Lei de Moisés. Me lembro muito bem tudo que estudei sobre Jó, era altamente depressivo e nasceu em território palestino, em UZ, atual JORDANIA, que faz fronteira com a CISJORDÂNIA. Ontem, jantei com o amigo KAMAL e um pastor evangélico, PORFÍRIO BACELAR PIMENTEL, que deixou o pastoreio, e o assunto sempre vem a pauta. E o Kamal Karin conhece a CISJORDÂNIA, é palestino de nascença e grande estudioso tanto da bíblia quanto da Geografia. E conhece muito história e gostamos, em comum, do judeu Breno Altman. Em síntese, nos achamos em nossas conversas que sempre duram 4 ou 5 horas.

TSE barra fórum ligado ao Vox e outros 14 como observadores eleitorais

CNN – Daniel Rittner e Matheus Teixeira

Lista de pedidos negados pelo tribunal abrange partido ultranacionalista português e organização espanhola que tem Eduardo Bolsonaro como signatário de manifesto.

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negou pedidos do Foro Madrid, organização anticomunista ligada ao partido espanhol Vox, e da ADN (Alternativa Democrática Nacional), legenda ultranacionalista de Portugal, para acompanhar as eleições brasileiras como observadores internacionais.

O Foro Madrid e a ADN fazem parte de uma lista de 15 entidades cujas solicitações foram rejeitadas pelo TSE. A relação inclui a Transparencia Electoral, sediada na Argentina, e a Eurolat, que tem entre seus integrantes um brasileiro com mandato de vereador em cidade do Texas e defensor do tarifaço imposto por Donald Trump.

O ex-chanceler Ernesto Araújo, que esteve à frente do Itamaraty nos 15 primeiros meses do governo Jair Bolsonaro (PL), foi contratado em 2024 como assessor internacional do Foro Madrid.

A entidade é um braço da Fundação Dissenso, do partido de direita Vox, e tem personagens importantes da direita internacional como signatários de seu manifesto de criação, em 2020, que destacava o “avanço do comunismo” como “séria ameaça para a prosperidade e o desenvolvimento de nossas nações”.

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL), autoexilado nos Estados Unidos, a líder oposicionista venezuelana María Corina Machado, e o atual presidente chileno José Antonio Kast estavam entre os signatários, além de Santiago Abascal, líder do Vox.