Revelado sintoma inesperado da nova cepa da COVID-19

FONTE – A VPZ DA RÚSSIA

Cientistas revelaram sintoma incomum da nova cepa da COVID-19 que está se propagando rapidamente pelo mundo.

Os estudos sugerem que soluços persistentes podem ser um sintoma raro e incomum da nova variente da COVID-19, além dos outros já conhecidos, como temperatura elevada, tosse, perda ou mudança de olfato e paladar, segundo o tabloide Daily Express.

Em estudo recente, desenvolvido por médicos no Egito, foi apresentado o caso de um homem de 64 anos que teve soluços persistentes como o único sintoma do coronavírus. O homem, após ter tido soluços durante 72 horas, resolveu ir ao hospital.

Ao realizar análises de sangue e imagiologia pulmonar, foram detectadas evidências de infecção nos pulmões e também baixa contagem de glóbulos brancos. Em seguida, o teste da COVID-19 confirmou a presença da infecção em seu corpo.

Em outro estudo, realizado por médicos norte-americanos, um homem de 62 anos de idade também teve soluço como sintoma. Após soluçar durante quatro dias sem parar, como no caso anterior, resolveu ir ao hospital.

Os testes mostraram evidências semelhantes em seus pulmões, bem como uma baixa contagem de glóbulos brancos e plaquetas. O resultado do teste da COVID-19 também foi positivo.

Soluços são um sintoma raro do coronavírus, na maioria das vezes, ocorrem devido ao estresse ou nutrição imprópria e passam em poucos minutos.

No entanto, os médicos britânicos recomendam procurar ajuda médica se não passar por mais de dois dias ou se acontecer com demasiada frequência e estiverem afetando a vida da pessoa.

O crônico problema da diabete tipo 2

A diabete é uma doença silenciosa. Muito silenciosa.

Hoje, acordei com a visão totalmente embaraçada. Peguei a lanceta e partir para a medição. Pavor: 425.

Há anos, cuido minha alimentação. Raramente, abro uma exceção.

Em casa, com minha filhinha, na madrugada passada fiquei impressionado com a notícia da morte de um amigo, causada pelo coronavírus. O choque da morte precoce é sempre traumático e os reflexos em nosso psique, raramente conseguimos avaliar.

A preocupação e o pouco entendimento com mortes não previsíveis, desencadeiam uma série de efeitos colaterais, a primeira luz, invisíveis. Porém, se tornam visíveis, em poucas horas com os efeitos em nosso organismo. É incrível. Mas o fator psicológico desencadeia uma reação que foge ao nosso controle.

Há exatos doze anos, quando consultei com o médico Beregaray, em Santiago, fui alertado que o tratamento deveria ser constante; a alimentação controlada e a adoção de novos hábitos, especialmente exercícios, corridas e caminhadas. Pari passu, muita água e redefinição alimentar.

É claro, eu sei que diabéticos ao lado dos hipertensos, asmáticos, portadores de doenças pulmonares, fumantes, gestantes, crianças com menos de cinco anos e maiores de sessenta, doentes renais, portadores de doenças hematológicas, obesos, pessoas com lúpus e câncer, doenças cromossômicas … (a lista é extensa) somos todos grupos de risco diante dessa nova conjuntura doentia gerada pelo coronavírus. Eu tenho em casa ivermectina, cloroquina e azitromicina. Com muita fé em Deus e orações, mais medicamentos, contribuo com a minha parte. Faço a minha parte.

Somos todos vítimas.