Existe o risco de adiamento das eleições presidenciais de 2022 devido a pandemia?

As projeções da própria Médica Ludmilla Abraão, que esteve por assumir o ministério da saúde, é que se seguirmos nesse ritimo, a volta à normalidade em nosso país poderá levar em torno de 2 anos e meio.

O cientista Nicolelis insiste em afirmar que estamos longe de chegar no pico e afirmam que ainda haverá a terceira e a quarta onda.

Enquanto isso, vários países europeus estão suspendendo as imunizações com a vacina astrazeneca, o que é um duro e sério retrocesso.

A vacinação no Brasil, a seguir nesse ritimo, com precariedade de insumos, pode sim, levar – ainda – de dois anos e meio (projeção da Dra. Ludmilla) até 3 anos ou mais.

Liberar tudo para mais uma eleição pode ser um risco complidíssimo para a saúde do brasileiro. Nessas alturas, saúde em primeiro lugar e o bom senso indica a prorrogação, por dois anos de mandato do Presidente Bolsonaro. Assim, teríamos eleições mais tranquilas em 2024. Sei que já existe um movimento e até a sugestão de uma PEC nesse sentido no Congresso Nacional, embora esteja tudo sendo articulado com muita parcimônia.

Vamos aguardar os desdobramentos. É claro, se tudo se acelerar e a imunização se tornar eficiente, nada disso será necessário. Mas, se tudo se estender ao longo de 2022, afinal 2021 já está perdido, é evidente que o adiamento das eleições entra na agenda, mesmo que não gostemos.

Mais influente Pastor Batista do país critica evangélicos pelo apoio acrítico a Bolsonaro

foto/fonte-Gospel Prime

O pastor Carlito Paes, da Igreja da Cidade, de São José dos Campos (SP), alertou sobre a falta de posicionamento crítico diante de eventuais erros do governo federal. Usando o Twitter, o pastor disse ver que muitos líderes evangélicos não apontam nenhum erro da atual gestão por temor que a esquerda volte.

Para o pastor, que é um dos líderes batistas mais influentes do país, essa atitude é um erro “porque este ato pode ser lido pelo governo como apoio incondicional”. Ele acredita que isso poderá levar o governo do presidente Jair Bolsonaro a cometer novos erros, acreditando que mesmo errando tem apoio dos líderes evangélicos.

“Vejo que muitos líderes evangélicos não apontam nenhum erro da atual gestão federal, não porque não existam, mas porque temem enfraquecer o governo e a esquerda volte, penso ser um erro, porque este ato pode ser lido pelo governo como apoio incondicional e cometa novos erros”, tuitou Carlito Paes.