Miguel Nicolelis: “Infelizmente, não chegamos nem próximo do pico de mortes por covid”

Em entrevista ao Brasil TVT, o médico e cientista Miguel Nicolelis fala sobre a pandemia no Brasil e o colapso no sistema de saúde com o crescimentos de internações e diz que nem chegamos perto do pico de mortes por COVID.

QUEM É MIGUEL NICOLELIS

Possui graduação em Medicina pela Universidade de São Paulo (1984), doutorado em Ciências (Fisiologia Geral) pela Universidade de São Paulo (1989) e pós-doutorado em Fisiologia e Biofísica pela Universidade de Hahnemann.

É professor titular do Departamento de Neurobiologia da Duke University (EUA). Em 2003, retornou ao Brasil com a ideia de usar a ciência como um agente de transformação social e econômica, tendo o estado do Rio Grande do Norte como início desse projeto, do qual nasceu a Associação Alberto Santos Dumont para Apoio à Pesquisa (AASDAP) e, em sequência, o Instituto Santos Dumont (ISD).

É fundador e preside voluntariamente a AASDAP desde sua criação em 2004. É fundador e também preside voluntariamente o Conselho de Administração do ISD desde sua criação em 2013.

É Pesquisador do Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS) e Coordenador do Projeto Andar de Novo, desenvolvido na AASDAP em São Paulo, que tem como objetivo demonstrar o potencial das interfaces cérebro-máquina para uso clínico em reabilitação motora de pessoas com paralisia causada por danos neurológicos. Desde março de 2020 é Coordenador do Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste.

Tem experiência na área de Fisiologia, com ênfase em Neurofisiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: informática médica, eletrofisiologia, sistemas sensoriais, sistema somestésico e próteses neurológicas.  (Fonte: Lattes)

Quem é LUDHMILA ABRAHÃO HAJJAR, médica, cotada para assumir o Ministério da Saúde em nosso país e que esteve reunida com o Presidente Bolsonaro hoje pela manhã

Médica formada pela UNB/Brasília, Doutorada pela USP e professora universitária na USP.

Professora Associada da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – FMUSP – Disciplina de Cardiologia, Coordenadora Cardio-Oncologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – InCor-HCFMUSP, Coordenadora da Cardiologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo – ICESP.

Vice Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Cardiologia da FMUSP, Coordenadora da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Paulistano, Coordenadora da Cardio-Oncologia da Rede Americas Serviços Médicos, Diretora de Ciência, Inovação e Tecnologia da Sociedade Brasileira de Cardiologia e atualmente Coordenadora da UTI Cardio COVID do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – ICHC FMUSP.

Graduou-se em Medicina na Universidade de Brasília, Residência em Clínica Médica no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – HCFMUSP e Residência em Cardiologia no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – InCor-HCFMUSP.

Especialista em Clínica Médica, Cardiologia, Terapia Intensiva, Medicina de Emergência e Livre-Docência na área de Cardiologia Crítica pela FMUSP. Suas linhas de pesquisa têm como foco a Cardiologia Crítica, a Terapia Intensiva Cirúrgica, a Terapia Intensiva no paciente Oncológico e a Cardio-Oncologia.

Fala, lê e escreve, fluentemente, francês, inglês e espanhol.

É natural de Anápolis, foi casada com um bilionário, porém, divorciou-se, mora sozinha e não tem namorado, segundo consta no boletim da FEHERJ. O pai é um grande fazendeiro e amigo íntimo de Ronaldo Caiado. Tem 42 anos.

CRÍTICA

Ludhmila atua na linha de frente no combate à Covid e recentemente criticou a eficácia no combate ao vírus, em entrevista a CNN declarou: “O Brasil deveria estar hoje com cinco ou seis vacinas disponíveis. E o Brasil não fez isso. Mas ainda dá tempo de fazer. E é o que temos cobrado incessantemente”, disse no dia 7 de março. Ela completou dizendo que o “Brasil está fazendo tudo errado na pandemia”.

FONTE – Lattes/http://www.feherj.com.br/Clippings/CNN

Sindicância para investigar uma fake-news?

As notícias custam a chegar em Santiago. O staff midiático que defende a administração pública de Santiago sequer sabe que o STJ decidiu que prints de whatsapp não valem mais como prova. E o STJ também decidiu que os crimes contra a honra, doravante, tem outro entendimento, mudou tudo. Mas não vou falar agora.

Se print não vale mais como prova, como é que largam uma nota dizendo que a Verdade é fake.

Mais: que o secretário Éldrio Machado vai abrir uma SINDICÂNCIA para apurar a Verdade dos fatos. Ora, se é fake-news, segundo a imprensa oficial, para que SINDICÂNCIA?

A teatralização da política em Santiago chegou a níveis absurdos. Pobre povo que é dominado por malversações midiáticas.

Gostaria que me explicassem: se é fake-news por que SINDICÂNCIA?

Ou a SINDICÂNCIA também é fake-news?

Pedido constitucional de informações

Estou entrando com um pedido constitucional de informações, na PREFEITURA DE SANTIAGO, sobre o horário de atendimento dos médicos. Apenas para eu divulgar sob utilidade púlica para a população. O Dr. Éldrio Machado sabe bem.

O fake falso de Santiago

Lastimável a puxação de saco em SANTIGO. O que deveriam deveriam explicar é como um carro da saúde do município, com bandeira preta, em horário de expediente, com o BOTICÁRIO ABERTO, vendendo só produtos essenciais … Poupem-me.

Só idiotas aceitam essa manipulação midiática.

Não vi nenhum veículo de comunicação afirmar que o servidor público que estava usando carro oficial, em horário de expediente, era o secretário da saúde. O autor das filmagens sequer é de Santiago e chegou a achar que o Éldrio Machado era o secretário da Fazenda. Também, a bem da verdade, quem afirmou que o carro é do município foi o blog do ex-vereador do PP, Rafael Nemitz.

O que tem que explicar, não explicam e criam uma cortina de fumaça dizendo que uma matéria verdadeira é fake-news.

Fake-news é a bajulação e o tratamento desigual que os comerciantes de Santiago recebem. Estive no barzinho da Jussara e está tudo fechado. Ela não pode trabalhar. Agora, o Boticário pode. Isso os bajuladores precisam explicar.

Também, se existe compromisso com a verdade, que venha à tona toda a verdade. Quem autorizou um veículo oficial a fazer compras no Boticário? Quem é o servidor que usou carro oficial, em plena pandemia, para fazer compras em horário de expediente?

Eu recebi uma ligação do respeitável presidente do poder legislativo, Vereador Batista, e ele me informou que a vigilância sanitária o informou que o Boticário vende produtos essenciais. Ótimo, então que apresentem a nota fiscal e provem que produtos essenciais são esses, sem manipulação na nota.

Setor público deve explicações para a sociedade.