
(F.GOSPEL)

Jornalista

(F.GOSPEL)
A pesquisa, publicada nesta segunda-feira (22), aponta que o descontrole da pandemia de COVID-19 no país permitiu a criação de linhagens do vírus capazes de escapar parcialmente à possível imunidade adquirida por humanos.
“Identificamos que linhagens do SARS-CoV-2 circulando no Brasil com mutações preocupantes no RBD [domínio de ligação ao receptor] adquiriram, de forma independente, deleções convergentes e inserções no NTD [domínio do terminal amino] da proteína S. Esses achados apoiam que a contínua transmissão generalizada do SARS-CoV-2 no Brasil está gerando novas linhagens virais que podem ser mais resistentes à neutralização do que as variantes parentais preocupantes”, afirmaram os pesquisadores no estudo.

© AP PHOTO / BRUNA PRADOFuncionária mostra frasco da vacina da AstraZeneca contra COVID-19 produzida pela Fiocruz, Rio de Janeiro, 12 de fevereiro de 2021
Para os cientistas, os resultados mostram a “necessidade urgente” de mais pesquisas sobre a eficácia das vacinas contra as novas cepas encontradas no Brasil.
Os especialistas temem o risco de transmissão comunitária não controlada contínua do vírus no Brasil para novas gerações de variantes.
“Nossos resultados sugerem que o SARS-CoV-2 está continuamente se adaptando”, alertaram.
As amostras analisadas foram colhidas entre 12 de março de 2020 e 28 de fevereiro de 2021. No total, 31 pesquisadores assinaram o artigo.
FONTE – https://br.sputniknews.com/
* João Baptista Herkenhoff
Todo dia é véspera da morte e anúncio de um parto. Vida, morte, nascimento, renascimento, convergência, ruptura. Esta é a dialética da vida.
Para os que crêem na eternidade da essência humana, não existe a morte, simples passagem, igual a tantas outras que marcam a evolução do cosmos.
Numa Missa de réquiem, ouvi uma belíssima reflexão (Padre Alberto Fontana), comparando o mistério do pós-morte, para quem se despede do mundo, com o mistério do pós-parto, para a criança que, do aconchego do ventre materno, irrompe para o desconhecido.
Quando jovem eu pensava que esta vida transitória, neste corpo perecível que vestimos, fosse infinita. Tenho hoje a consciência da finitude.
Paulo Apóstolo tinha pressa de partir. Impaciência com a espera. Não tenho a urgência do Apóstolo. Pudera ser contemplado com o augúrio do Profeta: ver os filhos dos filhos, até a terceira e quarta geração.
Estas reflexões me convocam para um balanço geral. Gostaria de ser indulgenciado por todas as faltas, que são muitas, na pequenez do meu pó. Que relevassem meu silêncio todos aqueles a quem devia ter agradecido por ajudas, conselhos, exemplos.
Não teria descortinado a dimensão social do Evangelho, se não fosse a convivência com D. João Baptista da Mota e Albuquerque, D. Luiz Gonzaga Fernandes, Padre Waldyr Ferreira de Almeida, Irmã Heloísa Maria Rodrigues da Cunha e outros.Jamais teria compreendido que não existe profeta individual, mas que a profecia do mundo moderno é coletiva e partilhada, se não fossem as lutas travadas na Comissão “Justiça e Paz” da Arquidiocese de Vitória, ao lado de Rogério Coelho Vello, Antônio César Menezes Penedo, Vera Maria Simoni Nacif, Dante Pancini Pola, Sandro Chamon do Carmo, Ewerton Montenegro Guimarães, Pastor Claude Labrunie, Reverendo Jaime Wright e tantos outros.Não teria vislumbrado a visão humanista do ofício judicial se não tivesse comungado vida e experiências com os magistrados Carlos Teixeira de Campos, Mário da Silva Nunes, Homero Mafra, Pedro Borges de Rezende e Eliézer Rosa. Prezaria que a Misericórdia colocasse lentes de aumento nos pequenos serviços desta modesta vida.
Que o empenho de dar voz a quem não tinha voz, denunciar a injustiça mesmo sob a mira do perigo, junto a caminhantes da mesma caminhada, todos esses pequenos méritos fossem valorizados em cêntuplo.
Que o esforço de proporcionar tratamento humano aos presos tivesse a recompensa prometida aos que viram no encarcerado a imagem do Crucificado. Que a busca por servir à dignidade da pessoa humana na cadeira de juiz, na tribuna de professor, no livro e no jornal fosse recebida como humilde oferenda Àquele sob cujo selo todos somos rigorosamente iguais, portadores da mesma dignidade e valor porque marcados pelo mesmo sopro divino.
*Desembargador no Espírito Santo/Aposentado/Escritor e colaborador do blog desde 2014.

Acabou de falecer a prinicipal jornalista santiaguense, Nívea Andres, de COVID.
Jornalista, graduada em Comunicação Social e Letras pela UFSM, especialista em Educação Política. Atuou, por muitos anos, na gestão de empresa familiar, na área de comércio. De 1993 a 1996 foi chefe de gabinete do Prefeito de Santiago.
” Especificamente, na área de comunicação, como Assessora de Comunicação na Prefeitura Municipal, na Associação Comercial, Industrial e de Serviços (ACIS), no Centro Empresarial de Santiago (CES) e na Felice Automóveis. Na área de jornalismo impresso atuei no jornal Folha Regional (2001-06) e na FOLHA Santiago, até março de 2008. Retornando à Coordenação de Comunicação do CES de junho de 2011 até abril de 2012″, segundo narrativa dela própria em seu blog.
Nossos sentimentos a família entulada, em especial sua mãe, irmãs e irmão, bem como seu esposo, o ex-prefeito Vulmar Leite.
Segundo Políbio Braga, “o movimento Unidos pela Serra Gaúcha tinha reunido 226 empreendedores de Gramado até as 13h desta tarde, todos determinados a protestar contra lockdowns irrestritos ou mitigados decretados pelo governador Eduardo Leite.
Os manifestantes farão concentração diante dos pórticos de entrada para quem vem de Canela, Três Coroas e Nova Petrópolis.
Além dos empreendedores, empregados, familiares e populares, os manifestantes já contam com a adesão de empreendedores de Canela e de Nova Petrópolis, cidades vizinhas onde ocorrerão atos públicos de protesto.
Esta tarde, o prefeito de Gramado, Nestor Tissot, falará com o governador para ampliar os horários e condições de funcionamento das empresas”.