Marcelo Brum segue investindo em Santiago

”Atendendo o pedido dos empresários do distrito industrial de Santiago, o Deputado Federal Marcelo Brum, aborda que nunca tiveram pavimentação e rede de água, destinamos 611 mil reais ( recursos já pago para o caixa da prefeitura de Santiago ). Quanto mais se investe em infraestrutura para os empresários, mais empregos e renda vão gerar no município.

Recursos históricos , no distrito industrial de Santiago, pois nunca teve pavimentação e nem rede de água. Isso é dignidade para os empresários e as pessoas que trabalham no local. Nossa política é para as pessoas, não para partidos políticos”

Marcelo Brum afirma que é necessário a valorização do município, e por está questão irá prosseguir nos investimentos.

 

 

Deputado Federal Marcelo Brum segue investindo no município de Santiago

Pela parte do fim da tarde desta terça-feira, o Deputado Marcelo Brum prestou um comunicado oficial em suas redes sociais.

” – Atendendo o pedido dos empresários do distrito industrial de Santiago que nunca tiveram pavimentação e rede de água, destinamos 611 mil reais ( recursos já pago para o caixa da prefeitura de Santiago ). Quanto mais se investe em infraestrutura para os empresários, mais empregos e renda vão gerar no município.
Recursos históricos , no distrito industrial de Santiago, pois nunca teve pavimentação e rede de água. Isso é dignidade para os empresários e as pessoas que trabalham no local. Nossa política é para as pessoas, não para partidos políticos” – Finaliza o político.

O mesmo afirma que é necessário a valorização do município, e por está questão irá prosseguir nos investimentos.

Meu quadro é bem complicado pela hipertensão e a diabete. 

Nunca vivi um período tão assombrado por tantas mortes de amigos e amigas em tão pouco tempo.

Esse cenário cria na gente uma sensação de incerteza, de medo e de pavor.

Eu tenho feito o possível e o impossível para não contrair COVID. Explico-me: sou diabético e hipertenso. Passo abaixo de medicamentos.

Contudo, sempre produzindo, auxiliado pelo Scherer, que também é jornalista, pela Gabizinha, venho resistindo, mas com grandes reveses. Minha pressão alta não baixou mais dos 20, 21, 22 e atingiu 23.2. Já o colestarol, apesar das cargas de glicenima e metformina, está na casa dos 395. Sei que os índices são de descontrole absoluto.

Passo a captopril, água e chás. Sei que este descontrole pode me levar a qualquer momento a um um infarto ou AVC.

Ontem, eu deveria estar em Gramado para iniciar uma Pesquisa com dados e levantamentos eleitorais. É meu trabalho.  A morte do nosso colega Miguel foi dura para todos nós. Acabei não indo.

Agradeço muito a Gabriele Pedroso, um anjinho, que tem me cuidado como se fosse minha filha, me dando remédios na hora, me tratando com carinho…agradeço muito a noite passada, ela e a mãe dela, a professora TÂNIA, embora fazendo quimioterapia em Santa Maria, tem sido uma amiga de inestimável valor.

O meu grande amigo e colega Dr. Marcos Luiz marcou um cardiologista em Cruz Alta, e como eu estou com a visão totalmente ofuscada, ele dirige, me leva e me trás. Um ser humano raro.

Meu quadro é bem complicado pela hipertensão e a diabete.

 Peço apenas orações dos meus amigos e amigas. O mais, está tudo nas mãos de Deus.

Não temo a morte, não temo mesmo, sei que faz parte da vida, agora temo mesmo é um AVC que não me mate … ficar todo atravessado, sozinho, sem família, aí eu vou crer em castigo divino.

Vou resistindo. Com fé e orações.

Peço compreensões.

E orações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vai faltar jovem pela 1ª vez na história do Brasil, diz pesquisador que analisa população brasileira

O número de jovens no Brasil está em queda “acelerada”. É o que mostra pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV). A Sputnik Brasil ( fonte) conversou com o responsável pelo relatório.

Intitulada Jovens: Projeções Populacionais, Percepções e Políticas Públicas, a pesquisa foi divulgada semana passada e reuniu dados sobre jovens de 15 a 29 anos de idade. Para Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais da FGV, a redução é preocupante.

“O Brasil tem uma proporção de jovens parecida com o mundo hoje, mas vai cair duas vezes mais rápido nos próximos 35 anos e o impacto é faltar mão de obra. Talvez pela primeira vez na história brasileira vai faltar população jovem. Vai limitar o potencial de crescimento do Brasil. O bônus demográfico que soprava a favor do crescimento brasileiro, começa agora a soprar contra”, diz o pesquisador.

Para Neri, a tendência brasileira só é comparável, no momento, à da China. Pelas estatísticas levantadas pela FGV, este ano a população jovem brasileira vai ser de menos de 50 milhões de pessoas e, até o final do século, o número vai cair a 25 milhões. “É uma tendência muito acelerada”, diz.

Trabalhador informal trabalha engraxando sapatos em Brasília, no Distrito Federal.
© AP PHOTO / ERALDO PERES
Trabalhador informal trabalha engraxando sapatos em Brasília, no Distrito Federal.

Insatisfação com a vida

A pesquisa também traz um retrato da satisfação dos jovens brasileiros com a vida. “A quantidade de sensações negativas, já desde antes da pandemia vinha aumentando, como a raiva, por exemplo”, diz Neri.

Em 2020, para 59% dos entrevistados havia algum motivo de preocupação no dia anterior, mostra a pesquisa. O percentual foi um novo recorde. Em 2019, 50% dos jovens relataram estar preocupados e entre 2015 e 2018 o número ficou em 44%.

A satisfação com a qualidade da educação caiu. Em 2020, 41% dos entrevistados disseram estar satisfeitos com o sistema de ensino, contra 56% em 2019. “Isso é uma queda, durante a pandemia, quatro vezes maior do que a queda de uma média de 40 países”, diz o pesquisador.

Embora o medo de crimes tenha diminuído entre os jovens durante a pandemia do novo coronavírus, o Marcelo Neri explica que “houve uma espécie de troca”, já que sensações como “preocupação e raiva” pioraram.

Jovem olha pela janela na comunidade Dique da Vila Gilda, Santos (SP), 8 de julho de 2020
© AP PHOTO / ANDRE PENNER
Jovem olha pela janela na comunidade Dique da Vila Gilda, Santos (SP), 8 de julho de 2020

“O Brasil aumentou muito a quantidade de sensações negativas […]. E durante a pandemia piorou também as sensações positivas, como alegria ou a própria satisfação com a vida.”

Marcelo Neri ressalta ainda que a pesquisa tira os Brasil de uma “situação de conforto, no sentido de falar: ‘o mundo está complexo, o Brasil também está complexo'”. De acordo com a pesquisa, “o Brasil está muito mais complexo”, reflete o pesquisador.

Tido como exemplo para o mundo, os casos de mortos por CORONA disparam e assustam o Chile e geram perpeplexidade na comunidade científica internacional

Chile vai de exemplo a preocupação mundial, com alta de casos e mortes. Com quase metade da população imunizada, sendo 90% com Coronavac, casos subiram 30,6% e mortes 17,2% nos últimos 30 dias.

FONTE – DIÁRIO DO PODER

O Chile espantou o mundo com uma vacinação proporcional acelerada, nos moldes de Israel, e se tornou exemplo mundial ao superar Estados Unidos e Reino Unido no percentual da população imunizada.

Mas aconteceu um fenômeno preocupante no país de Sebastián Piñera: enquanto outros países comemoraram redução acentuada de novos casos e principalmente nas mortes por covid, o Chile registrou disparada de 30,6% nos novos casos e 17,2% nas mortes, nos últimos 30 dias. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Chilenos começaram a ser vacinados no fim de dezembro de 2020, quando o país tinha média diária de cerca de 2 mil casos e 40 mortes. Com o avanço da vacinação, o efeito foi o oposto do observado no Reino Unido, EUA e Israel.

Cinco meses depois, a média diária de casos disparou para mais de 7.200, aumento de 260%. com relação ao que mais importa, os óbitos, a média diária fechou a semana passada em 113, aumento de 182,5%

Até meados de abril, o Chile havia aplicado basicamente apenas Coronavac, 90% do total, segundo a imprensa local, e a norte-americana Pfizer.

O Worldometer aponta 213 mortes em um só dia, quinta-feira passada; o segundo maior número registrado no Chile desde 27 de junho de 2020.