Vacinas na pauta da mais alta Corte de Justiça do país

Essa semana o STF se debruçará sobre o julgamento do passaporte da vacina e demissão das pessoas que se negam a vacinar. De um outro lado, o governo Bolsonaro se mobiliza contra e o assunto promete de acirrar, inclusive com a pauta de demissões, que dará ao TST e as TRTs o direito de demitirem sumariamente trabalhadores saudáveis, mas que se negam à vacinação.

É o assunto que promete na semana,

 

China e Rússia não assinam sanção ao Irã pelos testes nucleares

Vou deixar registrada minha opinião, para eu ser cobrado pelas futuras gerações e pela História. Tenho uma filha de 11 anos.

Não acredito muito em conflito nuclear entre Rússia e a OTAN, massa de manobra dos EEUU, nesse conflito com a Ucrânia.  É claro que nesse conflito tudo é possível, menos um conflito nuclear.

Agora, é evidente que o caso do ataque de Israel ao Irã, que desenvolve suas armas nucleares, aí não existe espaço para a tolerância e nem para o diálogo.

Israel é hoje um país belicoso e altamente ávido pelas guerras. Saiu da condição de oprimido e tornou-se opressor. Estranhamente, se armam e não querem que o Irã se arme. O que eles se acham melhor? Tudo que diz respeito a Israel é manipulação, malversação e mentira.

É claro que Israel vai atacar o Irã e é claro que o Irã vai rebater e reagir.

A posição da Rússia e da China tornam esse conflito ainda mais temerário e perigoso, pois aí – certamente – o conflito será nuclear.

Pobre humanidade e esses assassinos falando em nome de Deus e amparados num suposto arquétipo religioso.

A HORA, UM JORNAL QUE FOI DIFERENTE

Dia 1° de maio de 1997. Circulava pela primeira vez, em Santiago, a primeira tiragem do Jornal A Hora, com 2.000 exemplares. A data é sugestiva.
A proposta era clara,  textos longos e opinativos, poucas ilustrações e circulação restrita; nasceu diferente dos jornais tradicionais, apostou na essência, no conteúdo e não foi indiferente frente a sociedade santiaguense e regional.

A manchete do primeiro número dava o tom:

“Santiago: a estética de uma sociedade contraditória”. A seguir, uma longa matéria de minha autoria sobre o deslocamento do eixo campo-cidade que fez emergir um forte proletariado urbano e ocasiona a formação de grandes bolsões de miséria. O primeiro texto discutia a proliferação de vilas, o inchaço habitacional e as novas demandas oriundas da urbanização forçada e semi-espontânea em face de novas conjunturas econômicas, tecnológicas e políticas.

Também, nesse primeiro número, publicamos uma longa matéria, intitulada “Excertos para entender o neoliberalismo” e demontramos com argumentos bastante didáticos o que eram essas propostas e como elas se constituiam, trazendo luzes e entendimentos para uma sociedade.

E nossa primeira Pesquisa foi exatamente sobre clonagem humana e como os santiaguenses se posicionavam diante do assunto.

Fiel ao propósito de intervir no debate político da cidade, saímos de sola atacando o lixão da Bonatto, os casos de doenças oriundos desse, os problemas sociais que se derivavam dessa condição imposta aos moradores e tivemos a felicidade de sensibilizar – aos poucos – nossos agentes políticos, que foram compreendendo a força dos argumentos e a essência de nossa proposta.

A partir daí o Jornal nunca mais parou nesse propósito político, redefiniu-se várias vezes, deu nome ao primeiro veículo on line de Santiago – a horaonline – feito por Luciano Barreto e esse blogueiro, com um domínio próprio aqui de Santiagonet, lançado em março de 2000. Com a pouca adesão a esse tipo de jornalismo digital, numa época em que pouquíssimas pessoas tinham internet em Santiago, o jornal on line durou apenas 2 anos e foi substituído, em 2003, pelo meu primeiro blog juliocesarprates.blogspot. Como naquela época o BLOGGER só aceitava até 1.000 postagens, era necessário criar um blog novo uma vez por ano.

Assim, nosso protagonismo jornalístico em Santiago foi se consolidando, partiu do papel para a vertente digital e ainda segue fiel ao propósito de textos opinativos, interpretando os fatos e avesso a política publicar a notícia pela notícia.

Hoje, seguimos com o blog e agora vamos investir num canal no youtube.