INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER – MIGUEL NICOLELIS

Miguel Nicolelis – 63 anos. Possui graduação em Medicina pela Universidade de São Paulo (1984), doutorado em Ciências (Fisiologia Geral) pela Universidade de São Paulo (1989) e pós-doutorado em Fisiologia e Biofísica pela Universidade de Hahnemann.

Em julho de 2021 recebeu o título de Professor Emérito da Duke University, após ter lecionado por 27 anos nesta universidade, onde também fundou o Centro de Neuroengenharia, o qual dirigiu por 20 anos. É pioneiro na pesquisa em interface cérebro-máquina (ICM), tecnologia que permite a interação entre cérebro e computador. Lidera estudos que investigam os princípios neurofisiológicos de circuitos neurais de mamíferos, o desenvolvimento de diferentes tipos de ICMs e sua aplicação no restabelecimento de movimentos em pessoas acometidas por paralisias e doença de Parkinson.

É membro das Academias de Ciências da França e do Brasil. Em 2003, retornou ao Brasil com a ideia de usar a ciência como um agente de transformação social e econômica, tendo o estado do Rio Grande do Norte como início desse projeto, do qual nasceu a Associação Alberto Santos Dumont para Apoio à Pesquisa (AASDAP) e, em sequência, o Instituto Santos Dumont (ISD). É fundador e preside voluntariamente a AASDAP desde sua criação em 2004. É fundador e também preside voluntariamente o Conselho de Administração do ISD desde sua criação em 2013.

É Pesquisador do Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra (IIN-ELS/ Natal, RN) e Coordenador do Projeto Andar de Novo, desenvolvido pela AASDAP, que criou o primeiro exoesqueleto de membros inferiores controlado pelo cérebro, o protocolo de neuroreabilitação, e o sistema de estimulação elétrica funcional controlado pelo cérebro, todos voltados para pessoas acometidas por lesão medular no nível paraplegia. Durante a pandemia de Covid-19 tem atuado ativamente em prol da adoção de medidas de isolamento social da população e de redução da dispersão do coronavírus, e em campanhas de combate à desinformação.

Foi Coordenador do Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste em 2020, auxiliando os governadores dos estados do Nordeste na criação de políticas públicas para enfrentamento da pandemia. Tem experiência na área de Fisiologia, com ênfase em Neurofisiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: interfaces cérebro-máquina, informática médica, eletrofisiologia, sistemas sensoriais, sistema somestésico e próteses neurológicas.

19 de agosto, dia do historiador

19 de agosto é o dia do historiador. A data homenageia os profissionais que atuam no ensino e pesquisa na área da história, seja em universidades, ensino básico, instituições culturais ou projetos independentes.

CPMI decide convocar general Paulo César Nogueira

A Revista Carta Capital vem com uma bomba na tarde desse sábado. Os deputados da CPMI decidiram convocar o general Paulo Sérgio Nogueira, que foi o comandante militar no governo Bolsonaro. Ademais, foram requisitadas filmagens das câmeras de vigilância do Ministério da Defesa no dia em que o hacker Walter Delgatti esteve reunido com o alto comando do comando do exército.

 

Petrobras aumentou preços em 16,3% para a gasolina e 25,8% para o diesel

Petrobras aumentou preços em 16,3% para a gasolina e 25,8% para o diesel. Estava tudo tão bem, mas agora vem os aumentos em cascatas e esses atingirão alimentos, vestuários e impactará toda a economia.

Esse foi o maior erro do governo Lula, pois se os aumentos fossem fracionados ao longo dos meses a resultado não seria tão desastroso. Agora, ninguém segurará os aumentos.

O debate midiático de teses, antíteses e sínteses jurídicas

O Brasil tem assistido, nos últimos dias, uma guerra jurídica entre os advogados de Bolsonaro e do Tenente Coronel Cid, pela imprensa. É uma novidade em nossa realidade jurídica, pois até então as táticas eram discutidas nos autos.

Agora, existem guerras de teses, sínteses e antíteses, expostas pela imprensa e existe já uma “guerra”, fomentada, onde a imprensa é quem julga quem está se saindo melhor.

Essa guerra reside no ineditismo e isso pode abrir, sim, uma nova estratégia jurídica. Sinceramente, essa guerra ganhou uma visualização tão grande, que a imprensa está pautando tudo, onde um advogado ataca os argumentos do outro, tudo midiático.

Essa expressão ganhou vulto tamanho, que até os grandes filósofos, cito Giraldelli e Pondé, têm consumido suas preleções telemáticas exclusivamente em cima dessa briga de argumentos, que, pelo visto, sequer chegam aos autos. Os grandes nome do jornalismo, grandes nomes do meio jurídico, também perderam-se nessa análise histérica, é só observar Capez e Pavinato, ontem, na Jovem Pan.

Toda essa emergência midiática trás, embutida em si mesma, uma forte contradição com o ética tão defendida pelas OABs e mesmo pela OAB nacional. A questão agora é: como impedir que um modesto escritório provinciano faça tais debates, se eles estão impregnados em todas as grandes portais da imprensa?

Creio que o momento é rico também para um belo debate entre advogados e os limites da publicidade de teses pela imprensa.

Como tudo, aí está a grande contradição da prática jurídica e o momento exige um oportuno debate.