Os fatos políticos são extremamente dinâmicos. Nossa atuação diante dos fatos políticos, enseja a correta leitura do nosso papel, do que fomos e do que seremos. É claro, a leitura correta implica em sabermos ler acerca dos nossos papeis, de nossas formações e do que sustentamos em nossas vidas.
Ocorre que nem sempre entendemos bem a razoabilidade dos fatos que se apresentam. E nessa ausência pecamos também na auto-leitura, pois o dinamismo dos fatos muito vezes gera a cegueira.
Eu me defronto, diariamente, com esses problemas de leituras acerca dos fatos, isso vale para a oposição de Santiago e para a situação. O PP sabe que qualquer erro nesse momento, até a eleição de 2024, pode ser fatal e comprometer todo um trabalho consolidado, inclusive na escolha dos nomes majoritários.
O campo oposicionista choca a gente. Pessoas sem compromisso efetivo com Santiago agora querem nos provar que pautam suas ações sempre dentro do mesmo campo. E aqui soma-se mais um erro grave. Os pessoas de Santiago sabem quem é oposição e quem é situação. Creio que é essa leitura que não vai tirar o ex-prefeito Júlio Ruivo do PP, pois estou convencido de que Ruivo não sai mesmo do partido dominante, embora até gente do próprio PP o estejam encorajando a abandonar as fileiras pepistas.
Pelo sim, pelo não, o que saltam os olhos é a descontextualização da leitura em nossa cidade. Com profunda honestidade não vejo o espectro oposicionista com condições de virar jogo. Embora tenha uma leitura acerca da diminuição da bancada de situação no parlamento.
E assim vamos indo. Eu fico só observando o quadro e lendo as variáveis que se apresentam. Não posso crer em fantasias e nem em fantasmagorias, embora a diferença seja tênue entre um e outro instituto fantasioso.

