Mais um golpe militar na África

Foto do Sputinick russo
Foto do Sputinick russo

CORRERIA NA UNIÃO EUROPEIA: MAIS UM GOLPE MILITAR NA ÁFRICA.

Dessa vez o golpe militar foi no Gabão. É o 4º golpe militar em menos de 90 dias. 

República Gaboneza é um país bastante rico e destoa da pobreza tradicional africana. Também ex-colônia francesa. Fez independência da França em 1960.  

Os militares deram o golpe, fecharam as fronteiras e correram com o presidente que havia fraudado as eleições.

Os militares são vivamente identificados com a Rússia e com Putin.

Confissões de Cid à PF podem detalhar roteiro do golpe e arrastar militares bolsonaristas

G1 – Andreia Sadi

Mauro Cid, braço direito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nos últimos quatro anos, deve apresentar à Polícia Federal detalhes sobre reuniões e conversas para efetivar um golpe de estado que visava manter o ex-presidente no poder após a derrota nas eleições.

blog apurou junto a fontes que têm acesso às investigações que Cid está detalhando participação no caso das joias sauditas, bem como outros temas.

Entre os temas, o roteiro do golpe. Como o blog já revelou, Cid testemunhou reuniões que trataram de golpe de estado.

Fontes ouvidas pelo blog afirmam desconhecer, por ora, um acordo de delação premiada de Cid. Além disso, como o blog já revelou, ao confessar episódios, Cid relata reuniões e conversas que testemunhou. No entanto, ele não necessariamente acusa ninguém.

Agora, à PF, ele deve detalhar quem são os militares e outros ex-ministros e funcionários do governo Bolsonaro que participaram das tratativas que se deram, entre outras localidades, no Palácio da Alvorada em dezembro passado.

Nomes de militares —como Augusto Heleno (ex-ministro do GSI) e Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil e da Defesa)— são citados por fontes ouvidas pelo blog como alvos de Cid nos bastidores.

Neonazistas se articulam para derrubar Lula diz relatório da ABIN

Relatório da Abin aponta para a união de supremacistas brancos e bolsonaristas para tentar derrubar o presidente Lula.

CartaCapital – Grupos neonazistas, que contavam com a presença de supremacistas brancos e se identificavam através da bandeira que simboliza a ideologia capitaneada por Adolf Hitler, buscaram se associar aos movimentos golpistas que eclodiram no país após o resultado das eleições de 2022. É o que aponta um relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), revelado nesta quarta-feira 30 pelo jornal O Globo.

De acordo com a publicação, a Abin identificou cinco comunidades do aplicativo de mensagens Telegram, que reuniram, no total, 2.800 membros. A ideia dos grupos era estimular “narrativas de deslegitimação” das instituições, segundo o órgão. O relatório da Abin foi elaborado entre 25 de novembro e 1º de dezembro de 2022.

Leia a íntegra na CartaCapital.