Crise na URI passa por escândalos para derrubar a gestão

A URI passa por uma crise sem precedentes. Envolve golpes para derrubada da direção, rola baixarias de fofocas de sexo e traições e parece não ter mais fim.

No câmpus de Santiago, uma nova diretoria foi empossada para o período de 2023 a 2026. É formada pelo professor Júlio Cesar Wincher Soares, como diretor geral, e professora Claudete Moreschi, como diretora acadêmica. Júlio César é um excelente gestor, inteligente, muito qualificado e honestíssimo.

Até que foi vítima de uma tentativa de golpe, armada por um grupinho, que foi até a direção da URI e tentaram passar a gestão do câmpus de Santiago para Santo Ângelo, com a clara e nítida pretensão de atingir o diretor e Santiago.

A gestão de Júlio César é altamente elogiada, entrosada com o setor primário, faz um trabalho sério, marcado pelo respeito, alicerçado em princípios morais e repudiando a depravação sexual que afeta as famílias e destrói as bases da urbanidade moral. O diretor é engenheiro florestal, mestre e doutor em engenharia florestal pela UFSM.

O golpe que tentaram armar contra si foi um capítulo obscuro e deve ser objeto de uma revisão radical, pois as informações que nos chegam de Erechim são assustadoras, especialmente pelo perfil de quem tramou tirar a direção a direção do campus de Santiago e passar a direção do campus de nossa cidade para Santo Angelo. Isso é um golpe baixo contra Santiago.

E nossa cidade não pode permitir esse golpe de tirar nosso comando e entregar a gestão para Santo Ângelo.

Número de municípios em Estado de calamidade no RS sobe para 92

O governo gaúcho acabou de reconhecer o estado de calamidade em 92 municípios gaúchos. O número agora cresce exponencialmente e amplia a tragédia em solo gaúcho.

Em 1984, na faculdade de sociologia, aluno do professor Darnis Corbelini, um excepcional sociólogo urbano, lembro-me bem de suas aulas e ele já naquele distante ano pregava acerca do perigo do desmatamento urbano e da construção de casas muito próximas de rios, o que é uma realidade em nosso Estado. As construções são em área de riscos, pois basta um aumento no volume da água dos rios e as cidades são invadidas por águas e sem nenhum tipo de contenção.

Muito elogiável a preocupação do Ministério Público Federal, pois, com certeza, essa vai atrair medidas de contenção, vai forçar a redefinição das construções muitos próximas a rios e deve encetar um novo campo de preocupações dos gestores públicos municipais.