
Esse Julio César DE Lima Prates escreve bem pra caramba! Quero agradecer novamente o convite e o carinho que recebi! ?#?MuitoObrigado? Abraço Amigo!
Márcio Carvalho,
Doutor, Professor e Historiador da
Fundação Nacional Ulysses Guimarães

Jornalista

Esse Julio César DE Lima Prates escreve bem pra caramba! Quero agradecer novamente o convite e o carinho que recebi! ?#?MuitoObrigado? Abraço Amigo!
Márcio Carvalho,
Doutor, Professor e Historiador da
Fundação Nacional Ulysses Guimarães

O ex-prefeito Cássio Peixoto, em Nova York, não se conteve com o artigo sobre a barriga de aluguel. O que não faltou foi assunto. Amanhã chega o Marco para o aniversário da filha do Paulo e teremos mais novidades.
Estranho, agora querem saber quem são minhas fontes. Fonte não se revela, mas são as mesmas de sempre.
E sempre com novidades altamente promissoras. Soube que agora Santiago tem uma moça que será a mais votada da cidade, vereadora pelo PSDB, é empresária, jornalista, líder empresarial, colunista e com trânsito entre os tucanos e os progressistas. Vou passar um whats para ela para saber se é verdade mesmo que concorrerá a vereadora. Não vou citar seu nome enquanto não tiver a posição dela própria, até porque estranho tanto engajamento empresarial se ela quer mesmo ser política. O certo é que o staff jornalístico está comendo o mingau pelas bordas. E os políticos estão dormindo no ponto.
O grupo que vai bancar a TV local, aberta, tem reunião hoje. Será na modalidade hibrida, pois uma parte será da universidade. Na verdade, têm 3 grupos que querem o canal. Um deles é santiaguense da gema e do comércio local, outro também santiaguense, mas de Porto Alegre e um terceiro é o mesmo grupo midiático local que já tem estúdios e câmeras e tudo mais. Mas quem tem grana para bancar o projeto da TV aberta local deve se alinhar com um dos grupos midiáticos, pois tem grana, mas não tem know how midiático. Estou acompanhando tudo pari passu.
Historiadora Cristiane Zamparete tem seu nome sondado como candidata majoritária num partido de esquerda local. Formada em História, pós-graduada em História pela UFSM, tudo se encaminha bem ao correto estilo dos líderes locais.

Está causando frisson nas hostes pepistas a burrice que crassa nos novos pensantes, querendo entregar quadros do PP para uma velha raposa. E também um cargo que está sendo criado. Se o problema é comportar tanta gente nova, que se crie um partido novo sem caciques históricos. É mais discreto e mais bonito.
Em meio a tanta dor, vale refletir sobre a jogada do ex-vereador do PSDB Eudócio Pozo, que quer fazer o tucanato barriga de aluguel do PP, com a condição de que o eleito seja um aliado no parlamento.
Eu sei as posições dos ancestrais do PP e que repudiam essa prática, a saber, Dr. Valdir Amaral Pinto, Manoel Cardinal, Cássio Fernando Lopes Peixoto, Marco Antônio Lopes Peixoto, Décio Loureiro, Vilmar Guerino Rosa e família de Chicão Gorski (in memoriam); pois são ancestrais retos e de uma cara só. Eudócio é lobo, que quer fazer ressurgir o PSDB de Vulmar encostando-se numa força real. Lamento a inércia dessa geração mais nova, que não sabe que foram as denúncias de Eudócio que levaram Cássio Peixoto à cadeia. Quem não se lembra dos fortes embates de Eudócio contra os progressistas, dos sofrimentos que esse gerou em muitas famílias do PDS, hoje PP?

Agora, está em curso, sem ouvir as lideranças do PP, a criação de uma pasta voltada à acessibilidade para comportar o ex-vereador Clairton, que foi vice de Bianchini. Eu sei o curso desse projeto, mas nem o líder do PP sabe. Imaginem quantos pepistas que deram sangue e suor pelo partido serem trocados pelo vice de Bianchini? É ou não é doideira?
O PP realmente vai ter problemas com a redução das vagas para o parlamento. Mas tirando o vereador Tadeu Machado que não vai concorrer, tem o Fernando que será decapitado na convenção todos os demais concorrem. Têm a lista novos dos bem queridos, que é o filho do Pastor Cláudio, a esposa do pastor, o Paulinho da DC, e tem os que não passam mais, eu sei bem a lista.
O PP não aceita maracutaias e a proposta de Pozo deixou os ancentrais furiosos. Eu pergunto: se os eventuais eleitos pela barriga de aluguel seguirão seu vôos ou voltarão ao berço do PP? É trocar o certo pelo duvidoso.
O PP deve ir com sua cara e com suas barrigas, sem barriga de aluguel. Quem duvida, que espere para ver os desdobramentos. E se tiver que pegar uma barriga de aluguel que sejam discretos, peguem uma barriginha pobrezinha, sem expressão e sem o histórico dos tucanos em Santiago.
A ser mantido o acordo cego, a revelia das lideranças do PP, o PSDB vai ganhar uma pasta e captação de valores de gente do próprio PP. Ouso dizer que bateu a cegueira num lado ante a esperteza de outro.
Ainda há tempo de impedirem esse erro histórico.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (6) a anulação de todas as provas obtidas pela Operação Lava Jato por meio de acordo de leniência celebrado pela força-tarefa com a Odebrecht. Essas provas foram utilizadas pela operação para embasar a prisão do presidente Lula. A decisão foi tomada pelo ministro ao analisar uma reclamação apresentada pela defesa do petista.

MORO DEFENDE LEGALIDADE DA LAJA JATO APÓS TÓFFOLI RECONHECER A ILEGALIDADE DAS PROVAS.
O senador Sergio Moro (União-PR) afirmou, no começo da tarde desta quarta-feira (6), que lutará no Senado contra a anulação de todas as provas obtidas pela Operação Lava Jato por meio de acordo de leniência celebrado pela força-tarefa com a Odebrecht. Nesta manhã, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a anulação de todas as provas do acordo e afirmou que a prisão do presidente Lula foi um “erro histórico”.
“A corrupção nos governos do PT foi real, criminosos confessaram e mais de seis bilhões de reais foram recuperados para a Petrobras. Esse foi o trabalho da Lava Jato, dentro da lei, com as decisões confirmadas durante anos pelos tribunais superiores. Os brasileiros viram, apoiaram e conhecem a verdade. Respeitamos as instituições e toda a nossa ação foi legal. Lutaremos, no Senado, pelo direito à verdade, pela integridade e pela democracia. Sempre”, afirmou Moro, em uma rede social. Moro, no entanto, é alvo de processos na Justiça que podem resultar na cassação do seu mandato parlamentar.
Ao longo de 135 páginas, Tofolli afirma que as provas obtidas pela força-tarefa da operação, conduzida pelo então juiz Sérgio Moro e pelo então procurador Deltan Dallagnol foram fruto de uma “armação”. “Tratou-se de uma armação fruto de um projeto de poder de determinados agentes públicos em seu objetivo de conquista do Estado por meios aparentemente legais, mas com métodos e ações contra legem (contrário à lei)”, afirmou o ministro em sua decisão, segundo o Congresso em Foco.