Romildo Bolzan Júnior é eleito presidente do PDT gaúcho
Romildo Bolzan Júnior (foto) é eleito presidente do PDT gaúcho, sendo que venceu a disputa contra o prefeito de São Sepé, João Luiz Vargas, que saiu fora em nome do consenso.
Com o auditório lotado e lideranças de todo o estado, a Convenção Estadual do PDT-RS escolheu na manhã deste sábado, 2 , a nova direção para a gestão 2023-2027.
Romildo Bolzan Júnior, Pompeo de Mattos e Juliana Brizola foram eleitos pelo diretório estadual respectivamente para presidência, vice- presidência e secretaria geral e irão dirigir o partido pelos próximos quatro anos.
A nova executiva, composta por 32 nomes, foi eleita por consenso dos 285 votantes.
O presidente Ciro Simoni coordenou a convenção que mobilizou o partido em todo o estado.
O ministro da Previdência, Carlos Lupi, presidente nacional licenciado do PDT, veio a Porto Alegre especialmente para esta data.
Deputados federais e estaduais, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, dirigentes dos movimentos partidários e delegados presentes escolheram por aclamação o novo diretório.
A convenção recebeu o nome de Miguelina Vecchio em homenagem a ex-presidente da Ação da Mulher Trabalhista (AMT) nacional, que faleceu em junho.
Romildo Bolzan Júnior é advogado, político e dirigente esportivo brasileiro. Foi o 52° presidente do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, e presidente do grêmio que mais anos ficou na presidência. Tem 63 anos.
Romildo Bolzan defende o governo Eduardo Leite e quer que o PDT siga no governo estadual. Isso é um fator complicador para as eleições municipais do ano que vem, pois afeta a relação com o PT.
O meu mais novo livro
Declarei encerrado meu livro. Esse levei 3 anos escrevendo-o. É uma história sobre o comércio da carne e buchadas de vacas vendidas entre as pessoas mais pobres de uma pequena cidade gaúcha.
Existia um matadouro municipal. Carneados os animais, as áreas nada nobres, cabeça, buchada, rabada, eram vendidos em carrocinhas de latas nos bairros pobres.
Ouso dizer que criei um romance épico. A origem das famílias, da miséria à ascensão.
Agora, uma amiga minha que é artista plástica vai desenhar as carroças de latas, pingando sangue e os cachorros lambendo o sangue que caia das carroças de latas. Também produzirá a capa.
Esse é o meu último livro, pronto, terminado e acabado. Agora, vem as ilustrações e a arte final.
Na verdade, durante os dois anos de pandemia eu não escrevi. Agora, nos últimos meses, decidi terminar o conteúdo e a redação final.
Nessa postagens, declaro encerrado meu livro, embora ainda o acabamento não esteja pronto.
Sem palavras

Marco temporal das terras indígenas: quatro ministros são contra a tese e dois a favor
STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) prosseguiu, nesta quinta-feira (31), o julgamento sobre o marco temporal para a demarcação de terras indígenas. Até o momento, quatro ministros – Edson Fachin (relator), Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Luís Roberto Barroso – entendem que o direito à terra pelas comunidades indígenas independe do fato de estarem ocupando o local em 5/10/1988, data de promulgação da Constituição Federal. Já os ministros Nunes Marques e André Mendonça entendem que a data deve ser fixada como marco temporal da ocupação.
O julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 1017365 prosseguirá no dia 20 de setembro.
Marco temporal
Marco temporal é uma tese jurídica segundo a qual os povos indígenas têm direito de ocupar apenas as terras que ocupavam ou já disputavam na data de promulgação da Constituição de 1988. Ela se contrapõe à teoria do indigenato, segundo a qual o direito dos povos indígenas sobre as terras tradicionalmente ocupadas é anterior à criação do Estado brasileiro, cabendo a este apenas demarcar e declarar os limites territoriais.
