Sobre a morte do companheiro Joaquim Lucena

Eu era amigo e muito trocava ideias com o Joaquim Lucena, nosso presidente do PSB em Manaus. Morreu tragado com um câncer no intestino.

Uma perda para o socialismo e um guerreiro a menos na luta pela liberdade em nosso país. 60 anos é uma idade ainda nova para a partida ao desconhecido.

Sobre o aborto

Opondo-se ao aborto, o ex-procurador da lava-jato de Curitiba, Deltan Dallagnol, declarou, em alto e boa voz que “o médico de sua mãe recomendou que ela o abortasse”.

O exemplo sintetiza o drama de todos nós. Eu não tenho nada a ver com a lava-jato, mas sou contra o aborto e uma pessoa próxima a mim  só não foi abortada porque eu não deixei e opus bárbara resistência.

Os anos e o passar da vida dirão se eu estava certo ou errado. Embora eu – hoje – tenha mais identidade com o islamismo que com o cristianismo, leiam o islã:

  • O aborto não é permitido no Islam, embora alguns estudiosos validem em casos onde há riscos de vida para mãe, a prática em si é condenada.
  • As opiniões mais flexíveis sobre o aborto sofrem de desconhecimento científico, portanto não são amparadas corretamente no Alcorão e nos hadiths.
  • O útero é um local sagrado que possui papel na criação de Allah, portanto o que está dentro não pode ser arrancado da mãe.
  • Existem punições para quem mata crianças dentro do útero da mãe, e elas estão embasadas tanto no Alcorão quanto nos relatos do Profeta Muhammad.  Fonte: iqara islam

CARTA DE OPOSIÇÃO E A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL

Eu nunca recebi tanta consulta sobre a decisão do STF que gerou a obrigatoriedade da contribuição sindical.

A questão é muito simples, simples demais.

O trabalhador que não quiser contribuir pode fazer uma carta, chamada CARTA DE OPOSIÇÃO, colocando que não quer o desconto. Daí ele entrega a Carta ao Sindicato e a Empresa (seja ela pública ou privada) e nada vai ser descontado do trabalhador.

Eu sugiro aos trabalhadores que fortaleçam seus sindicatos, pois todos ganham. E um Sindicato forte faz uma categoria profissional forte.

Prometi para várias pessoas que daria minha opinião como ex-advogado trabalhista e sintetizo, em rápidas linhas, a complexidade da questão. Mas cada qual sabe de si e o que é melhor para si e para os outrens.