Deus não dá asas à cobra.
Albert Einstein

Jornalista
Albert Einstein

Texto do Psicólogo DAVI DAMIAN
Havia lembrado de um texto e fiz uma analogia com um escrito “início meio fim”; e puxei esse que escrevi tempo atrás
As vezes é necessário morrer várias vezes por dia, e como Fênix das cinzas se tornar mais forte, um metal martelado, vira outro.
Como Perseu, ter um escudo polido, da defesa o ataque, ter olhos nas costas. Estar de costas ao perigo para realmente enxergar quem se movimenta achando estar invisível.
Post Scriptum: Para quem nao lembra, Perseu matou Medusa. Se olhasse diretamente para ela, seria petrificado. Então, poliu um escudo e estava de costas mas a via no reflexo prateado da calota. Quando ela se aproximou, Perseu cortou a cabeça do “monstro” para usá-la contra um Kraken. Do sangue de ser tão horrendo, surgiu Pégaso.
Na versão de Ovidio, ela não nasceu monstro, Medusa era linda e disse ser mais linda que Atena, a deusa escutou e tentou puni-la. Ao fugir e se refugiar no templo de Poseidon, por tão bela acabou sendo estuprada pelo deus dos mares, fugindo do templo acabou finalmente punida por Atena.
“Se achas bela, se todos se paralisam por tua beleza, se petrificarão pela tua feiúra”.
Então, Medusa. Mas, ela só petrifica homens, não mulheres, devido ao abuso que sofreu.
Todas a punições gregas estão coladas com aquilo que se acha virtude. Como Aracne, Hércules (tu é forte? Vamos ver se tem força pra aguentar a culpa de assassinar a própria família), Ícaro (tu já voa, mas saiba teu lugar).
“Por nossas virtudes é que somos bem punidos”. Nietzsche
Mas possuímos mecanismos para superar, nunca perecer; não se perece, se transforma
Espero que esteja bem


A Associação Brasileira de Municípios (ABM) apresenta sua proposta para a situação fiscal enfrentada pelos municípios brasileiros por meio desta Nota Conceitual.
O grave contexto financeiro enfrentado pelos municípios brasileiros, considerando o aumento expressivo do número de prefeituras endividadas, o aumento das despesas fixas municipais e a concomitante queda das receitas, precarizam a gestão e criam um contexto de dificuldade para as cidades brasileiras.
A queda da arrecadação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal fonte de receita para sete em cada dez municípios do país, preocupa os gestores municipais (SENADO, 2023). A ABM destaca a observação da sazonalidade da queda de arrecadação do FPM [que historicamente aumenta entre os meses de outubro a março, e cai entre abril e setembro] e reforça as perspectivas de que ao final do ano as condições de arrecadação estejam melhores.
A ABM propõe ao Governo Federal, como uma saída plausível para a situação emergencial dos municípios brasileiros, e que poderia beneficiar todas as partes envolvidas, a realização de um Aporte Emergencial aos Municípios no valor da diferença entre o FPM de 2023 e de 2022, caso se confirme uma continuidade na queda do FPM, a exemplo do que ocorreu em anos anteriores.
Este aporte, principalmente até o mês de outubro, permitirá a contenção da crise mais aguda de endividamento e a continuidade das atividades de gestão municipal, até o provável retorno do aumento da arrecadação, ao final do ano.