HITLER ESTÁ VIVO!

Paulo Giraldelli é Doutor pela USP. Doutor em Educação pela PUC-SP. Pós-Doutor em Medicina Social pela UERJ. É professor universitário e apontado como o maior filósofo vivo em atividade no Brasil. Tem 66 anos.

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Luiz Eduardo Soares: “As polícias replicam a dinâmica da ditadura e o MP, que deveria contê-las, é cúmplice”.

 

Luiz Eduardo Soares é licenciado em literatura brasileira (PUCRJ), Mestre em Antropologia Social (MUSEU/UFRJ), Doutor em Ciência Política (IUPERJ), com pós-doutorado em filosofia política. Desde 2019 está como professor visitante Titular no Programa de Pós-Graduação em Literatura da UFRJ. É professor aposentado do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) desde 2017.

Foi professor do IUPERJ, da UCAM e da UNICAMP, pesquisador do ISER, pesquisador visitante do Vera Institute of Justice, de New York, e visiting scholar em Harvard University, Columbia University, University of Virginia e University of Pittsburgh.

Foi Secretário Nacional de Segurança Pública (entre janeiro e outubro, de 2003); Subsecretário de Segurança e Coordenador de Segurança, Justiça e Cidadania, do Estado do Rio de Janeiro (entre janeiro de 1999 e março de 2000); Consultor da Prefeitura de Porto Alegre para Segurança Pública e Prevenção da Violência, responsável pelo plano municipal de segurança desta cidade e pela implantação do projeto piloto (em 2001); Secretário Municipal de Valorização da Vida e Prevenção da Violência de Nova Iguaçu (RJ) (2007-2009).

Foi consultor e pesquisador em diversas pesquisas fomentadas por instituições nacionais e internacionais. Publicou ao longo de sua vida acadêmica 32 livros.

Nos últimos 20 anos publicou 85 artigos para livros ou revistas especializadas, escreveu duas peças de teatro, um roteiro e um argumento para cinema. Recebeu 14 homenagens de reconhecimento pelo trabalho realizado de órgãos públicos e da sociedade civil organizada.

Foi membro da Advisory Board da Open Society Foundation entre 2016 e 2020. É membro do Conselho da Anistia Internacional e co-criador da FLUPP, Festa Literária das Periferias. Seus últimos livros são: ?Dentro da noite feroz?(Boitempo,2020), ?Brasil e seu Duplo? ( Todavia, 2019) “Desmilitarizar; segurança pública e direitos humanos” (Boitempo, 2019); “Vidas Presentes” (Cidade Escola Aprendiz, 2017); “Rio de Janeiro: histórias de vida e morte” (Companhia das Letras, 2015); “Rio de Janeiro: extreme city” (Penguin, 2016); 2012, “Tudo ou Nada; a história do brasileiro preso em Londres por associação ao tráfico de duas toneladas de cocaína”(Nova Fronteira, 2012) “Justiça; pensando alto sobre violência, crime e castigo”( Nova Fronteira, 2011). “Elite da Tropa 2”, com Andre Batista, Claudito Ferraz e Rodrigo Pimentel (editora Nova Fronteira, 2010). “Espirito Santo” com Carlos Eduardo Lemos e Rodney Miranda (editora Objetiva, 2009); ?Elite da Tropa?, com André Batista e Rodrigo Pimentel (editora Objetiva, 2006); ?Legalidade Libertária? (editora Lumen-Juris, 2006); ?Segurança Tem Saída? (editora Sextante, 2006); “Cabeça de Porco”, com MV Bill e Celso Athayde (editora Objetiva, 2005); Meu Casaco de General: 500 dias no front da segurança pública do estado do Rio de Janeiro” (Cia das Letras, 2000); Nos anos 1990, publicou, entre outros, os seguintes livros: Os Dois Corpos do Presidente (Relume Dumará, 1992); O Rigor da Indisciplina (Relume Dumará, 1993); A Invenção do Sujeito Universal: Hobbes e a política como experiência dramática do sentido (Editora da UNICAMP; 1994); Violência e Política no Rio de Janeiro (Relume Dumará,1995) e o romance, O Experimento de Avelar (Relume Dumará, 1997).

Guilherme Boulos lidera com folga disputa à prefeitura de São Paulo, diz nova pesquisa

REVISTA FORUM

Candidato do PSOL, que terá apoio de Lula, está bem à frente de Ricardo Salles, que disputa com o atual prefeito Ricardo Nunes o título de candidato de Bolsonaro na capital paulista.

Pesquisa do Instituto RBIS, encomendada pela Associação Paulista dos Empreendedores do Circuito das Compras, divulgada neste sábado (28) confirma que Guilherme Boulos (PSOL) lidera com folga a disputa para a prefeitura de São Paulo, que acontece em 2024.

Segundo o levantamento, Boulos tem 23,1% das intenções de votos, seguido à distância por Ricardo Salles (PL), candidato de Jair Bolsonaro (PL), que soma 15,4%.

Boulos é deputado federal, Psicanalista com Mestrado em Psiquiatria.

Candidato do PSOL foi a escolha de 1 milhão eleitores. Guilherme Boulos (PSOL) é o deputado federal eleito com mais votos em São Paulo, e teve o apoio de 1.001.453 eleitores.

O Diário de Júlio César

Auschwitz: Revelando os Horrores e Experimentos Humanos (inscreva-se no canal).

À medida que o amanhecer de mil novecentos e quarenta lançava longas e ameaçadoras sombras sobre o campo polonês, uma terrível construção estava sendo erguida em meio à paisagem tranquila, uma que logo se tornaria um emblema da hora mais sombria da humanidade – Auschwitz. Construído sob o impiedoso comando do Terceiro Reich, este campo de concentração surgiu como um testemunho arrepiante dos horrores inimagináveis nascidos do preconceito, ódio e total desrespeito pela vida humana. Sob o disfarce sombrio da ‘purificação racial’, milhares de vidas inocentes foram destituídas de sua dignidade, submetidas a brutalidades que desafiavam a compreensão. No epicentro disso estava Josef Mengele, infamemente conhecido como o ‘Anjo da Morte’. Como médico em Auschwitz, Mengele realizou experimentos indescritíveis nos prisioneiros indefesos, muitas vezes sem o uso de anestesia, sob a bandeira distorcida da pesquisa científica. Mas você já refletiu sobre os detalhes arrepiantes desses experimentos? Como foi possível tais atos horríveis serem realizados à luz do dia, sob os olhos atentos do mundo? Elie Wiesel, um sobrevivente do Holocausto e laureado com o Prêmio Nobel da Paz, uma vez comentou: “Esquecer os mortos seria como matá-los pela segunda vez.” Ao percorrer os tristes capítulos de Auschwitz, devemos isso à memória daqueles que se perderam para enfrentar a realidade perturbadora do Holocausto. Junte-se a nós enquanto mergulhamos no sinistro labirinto de Auschwitz, revelando os experimentos terríveis realizados dentro de suas paredes frias e insensíveis. Bem-vindo ao diário de Júlio César. Auschwitz Surge. A Sombra Sobre a Polônia. Com o amanhecer de mil novecentos e quarenta, os sussurros de uma nova e sinistra estrutura começaram a se espalhar pelas terras polonesas. Auschwitz, originalmente conhecido como Konzentrationslager Auschwitz, foi concebido nas mentes de Heinrich Himmler e Rudolf Höss, dois homens cujos nomes ficariam para sempre gravados nos anais do período mais sombrio da humanidade. O local escolhido para esta instalação, situado perto da cidade de O?wi?cim no sul da Polônia, era um paradoxo de beleza pastoral e doom iminente. Sua localização estratégica no cruzamento de grandes linhas ferroviárias o tornava um lugar ideal para o movimento em massa de pessoas – uma consideração cruelmente prática para as intenções mortais do regime nazista. Rudolf Höss, um homem de expressão austera e uma fidelidade assustadora à causa nazista, tornou-se o primeiro comandante de Auschwitz. Escolhido pelo próprio Heinrich Himmler, Höss foi instruído a criar um campo de concentração que serviria de precedente para todos os outros. À medida que os tijolos eram assentados e as cercas erguidas, poucos poderiam ter previsto a monstruosidade que Auschwitz se tornaria. O que antes era um quartel do exército polonês foi transformado em um lugar de desespero pelas mãos dos prisioneiros transferidos de Sachsenhausen, um campo de concentração na Alemanha. Como primeiros internos de Auschwitz, esses indivíduos foram coagidos a construir as próprias paredes que os confinariam. Uma anedota fascinante, mas trágica, conta sobre um prisioneiro que, com o uso clandestino de uma câmera contrabandeada, conseguiu capturar imagens dos primeiros dias do campo. Essas fotografias, ocultadas por anos, agora servem como um testemunho importante da sombria gênese de Auschwitz.