Relatoria da PEC que proíbe militar da ativa na política fica com PL

AGENCIA BRASIL

Dias após o indiciamento de vários militares da ativa por tentativa de golpe de estado, o deputado bolsonarista delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) foi escolhido, nessa terça-feira (26), para relatar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 21 de 2021 que proíbe a participação de militares da ativa na política e em cargos de natureza civil da administração pública. A escolha do relator foi uma decisão da presidente da CCJ, a deputada federal Caroline de Toni (PL/SC). 

Bilynskyj é um defensor do ex-presidente Jair Bolsonaro e do projeto de lei (PL) da Anistia, que prevê o perdão aos condenados por tentativa de golpe de estado ligados ao 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Bolsonaro invadiram as sedes dos Poderes, em Brasília (DF), pedindo um golpe militar.

Apresentada pela deputada Perpetua Almeida (PCdoB/AC) ainda em 2021, quando diversos militares da ativa ocupavam cargos na administração do governo Bolsonaro, a PEC busca impedir o envolvimento de militares da ativa na política partidária para evitar a politização das tropas.

“Busca-se resguardar as Forças Armadas (FFAA) dos conflitos normais e inerentes à política, e fortalecer o caráter da Marinha, do Exército e da Aeronáutica como Instituições permanentes do Estado e não de governos”, justificou a deputada Almeida.

O deputado Bilynskyj não comentou a escolha dele para relatar a PEC, mas saiu em defesa de Bolsonaro no âmbito do inquérito que apura tentativa de golpe de Estado com a participação de militares da ativa.

“No relatório de 800 páginas da PF não existe prova da participação do Presidente Bolsonaro em nenhum fato”, afirmou em uma rede social.

No Senado, outra PEC semelhante, a 43 de 2023, foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça e aguarda votação no plenário. No Senado, a proposta sofre oposição dos senadores ligados ao ex-presidente Bolsonaro. 

NORUEGA SE PREPARA PARA GUERRA: NORUEGA SE ORGANIZA PARA POSSÍVEL GUERRA – 26 MINUTOS

Recentemente, recebemos uma cartilha que orienta a população a se abrigar em porões e a estocar comida, baterias e água em caso de guerra ou catástrofes climáticas. No entanto, acredito que essa medida não se deve apenas a mudanças climáticas, mas também ao aumento das tensões geopolíticas, especialmente em relação a um possível conflito envolvendo a Rússia.

Na Suécia, milhões de cidadãos estão recebendo um guia de sobrevivência para emergências, incluindo guerras, desastres naturais e ciberataques. Este documento, atualizado pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, destaca os preparativos necessários para eventos extremos, como apagões e conflitos armados. O cenário na Europa está realmente diferente, com a Finlândia e a Suécia abandonando décadas de neutralidade militar para se juntarem à OTAN após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022.

Recentemente, os Estados Unidos autorizaram a Ucrânia a utilizar mísseis de longo alcance em território russo, intensificando as tensões. A Rússia tem ameaçado repetidamente a OTAN e a Europa com possíveis ataques nucleares e o início de uma Terceira Guerra Mundial. Essas ameaças não são ignoradas por aqui. Na Europa, que já foi palco de duas guerras mundiais, as pessoas levam essas questões muito a sério. Além disso, há relatos preocupantes de soldados norte-coreanos lutando ao lado da Rússia na guerra contra a Ucrânia. Imagens divulgadas mostram militares norte-coreanos recebendo uniformes em bases russas, e há informações de que Pyongyang planeja enviar milhares de soldados adicionais.

A Rússia também utilizou recentemente um de seus mísseis balísticos mais poderosos, causando alarme global. Outro acontecimento preocupante foi o corte misterioso de cabos submarinos entre Suécia, Lituânia e Finlândia, fundamentais para transferências bancárias, internet e comunicações militares.

As suspeitas recaem sobre a Rússia, o que só intensifica as tensões na região. Sei que essas informações podem parecer alarmantes, mas não podemos ignorá-las. A Bíblia já previa guerras e rumores de guerra, e estamos testemunhando eventos que parecem cumprir essas profecias. Mais do que nunca, precisamos ter fé, orar e nos preparar da melhor forma possível.