Essa noite, passada, o colega e amigo João Lemes mandou-me um vídeo que ele produziu no CTG Chaleira Preta, do Itacurubi. Após entrevistar diversas pessoas do local, entrevistou o advogado e meu amigo Manoel Mauro.
João Lemes, sempre de excelente memória, lembrou ao Mauro que fui eu quem os apresentou e Mauro fez questão de frisar que me conheceu quando eu ainda era criança, na verdade tinha 8 anos e somos amigos até os dias atuais.
Fui homenageado na live do CTG, o que eu agradeço muito a ambos os amigos fraternos e solidários. O João Lemes é amigo há 29 anos e o Manoel Mauro meu amigo há 57 anos. E somos bons amigos até os dias atuais.
Escritor e editor ajudou a construir a Agência Carta Maior e o Sul21.
Neste sábado (18), faleceu aos 60 anos o jornalista Marco Weissheimer, reconhecido por sua trajetória no jornalismo no Rio Grande do Sul. Entusiasta do yoga e filósofo, ele enfrentava uma batalha contra o câncer desde 2022.
Marco Weissheimer foi uma figura importante na comunicação digital e popular desde 2001, ano em que a Agência Carta Maior foi lançada durante a primeira edição do Fórum Social Mundial, em Porto Alegre.
Ele também atuou como tradutor e editor das primeiras edições em português do Le Monde Diplomatique. Em 2005, fundou e editou o blog RS Urgente, que se destacou na cena jornalística gaúcha.
Marco ainda foi repórter e editor no site Sul21, em Porto Alegre, site do qual era sócio. Ele também foi colunista do jornal Extra-Classe, uma publicação do Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul (Sinpro-RS).
Marco Weissheimer também foi autor de dois livros, “Bolsa Família – Avanços, Limites e Possibilidades do programa que está transformando a vida de milhões de famílias no Brasil”, publicado pela Editora Fundação Perseu Abramo em 2006 e “Governar na Crise: Um olhar sobre o governo Tarso Genro”, lançado pela Libretos em 2017.
“Conheci o Marco Weissheimer no Fórum Social Mundial, quando criei a Fórum, em 2001. Ele parecia enigmático, introspectivo, na dele. Mas depois o descobri como uma grande figura. Companheiro de jornadas duras, que sabia escolher o lado. Vai fazer muita falta. Marco estará por muito tempo ainda presente entre nós”, lamentou Renato Rovai, diretor de redação da Fórum.
Dentro dos Blocos de Morte Mais Horríveis de Auschwitz.
AVISO: Este documentário está sob um contexto educacional e histórico. NÃO toleramos ou promovemos ódio contra qualquer grupo de pessoas, NÃO promovemos violência. Condenamos esses eventos para que não aconteçam novamente. NUNCA MAIS. Todas as fotos foram censuradas de acordo com as políticas de anunciantes do YouTube.
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Este vídeo angustiante mergulha nos cantos mais sombrios de Auschwitz-Birkenau, o infame campo de concentração e extermínio nazista que operou de 1940 a 1945. Localizado na Polônia, Auschwitz tornou-se o local de horrores indescritíveis durante a Segunda Guerra Mundial, onde mais de 1,1 milhão de pessoas, predominantemente judeus, pereceram. Nosso foco está nos blocos mais notórios do campo: Blocos 10, 11 e 13, onde ocorreram as atividades mais brutais e desumanas.
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O Bloco 10, conhecido como o “Bloco de Experimentos Médicos”, foi o local onde médicos nazistas, incluindo o infame Dr. Josef Mengele, realizaram experimentos médicos cruéis e mortais em prisioneiros. Esses experimentos, que frequentemente envolviam esterilização, pesquisa de doenças infecciosas e manipulação genética, resultaram em inúmeras mortes e ferimentos permanentes. A obsessão de Mengele com gêmeos levou a procedimentos grotescos. Seu trabalho assustador lhe rendeu o apelido de “Anjo da Morte”.
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O Bloco 11, conhecido como o “Bloco da Morte”, era a prisão dentro do campo onde a Gestapo mantinha e torturava prisioneiros acusados de resistência ou sabotagem. O bloco abrigava as “celas em pé”, pequenos espaços sufocantes onde os prisioneiros não podiam nem se sentar nem se deitar, muitas vezes forçados a suportar dias nessas condições. Além disso, o Bloco 11 continha a infame “Cela da Fome”, onde prisioneiros como o Padre Maximilian Kolbe foram deixados para morrer. Kolbe, um padre polonês, se ofereceu para tomar o lugar de um prisioneiro condenado à morte, sucumbindo após duas semanas de fome e desidratação, um testemunho de sacrifício humano e coragem em meio ao horror.
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O Bloco 13, embora menos infame que os Blocos 10 e 11, era conhecido por abrigar os prisioneiros “Musselman”, aqueles que estavam esqueléticos e à beira da morte devido à fome e ao excesso de trabalho. Esses prisioneiros, despojados de toda dignidade humana, muitas vezes não tinham esperança de sobrevivência, representando a desumanização abjeta que caracterizou Auschwitz.
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O vídeo também destaca as palavras comoventes de Elie Wiesel, um sobrevivente do Holocausto e laureado com o Prêmio Nobel, que disse: “Pelos mortos e pelos vivos, devemos testemunhar.” Suas palavras sublinham a importância de lembrar as atrocidades cometidas em Auschwitz para evitar que a história se repita.
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Com exemplos reais de testemunhos de sobreviventes, incluindo os de Primo Levi e Viktor Frankl, o vídeo traz à tona o sofrimento inimaginável suportado por aqueles aprisionados nesses blocos. As memórias de Levi, “Se Isto é um Homem”, relatam suas experiências terríveis em Auschwitz, fornecendo um relato detalhado e de primeira mão dos horrores diários enfrentados pelos internos.
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Além disso, o vídeo explora curiosidades e fatos menos conhecidos sobre o campo, como a existência dos armazéns “Kanada”, onde os pertences dos prisioneiros que chegavam eram separados e armazenados. Esses armazéns eram uma ironia cruel, cheios de objetos pessoais daqueles que haviam sido despojados de sua humanidade e muitas vezes de suas vidas ao chegar.
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Através de uma combinação de citações históricas, histórias de sobreviventes e descrições detalhadas dos blocos mais temidos do campo, este vídeo oferece um exame abrangente e profundamente comovente das piores partes de Auschwitz. Serve não apenas como um lembrete sombrio do passado, mas também como um poderoso apelo para garantir que tais atrocidades nunca sejam esquecidas.
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Junte-se a nós nesta jornada sombria pela história, enquanto descobrimos as profundezas da crueldade humana e a resiliência daqueles que sobreviveram. Este vídeo é uma homenagem à memória dos milhões que sofreram e uma ferramenta educacional crucial para garantir que as lições de Auschwitz permaneçam relevantes para as futuras gerações.