Hamas e Israel aprovam acordo de cessar-fogo para a Faixa de Gaza

CNN

Entendimento também prevê libertação de reféns e prisioneiros palestinos; acordo não foi anunciado formalmente.

O governo de Israel e o Hamas concordaram com um cessar-fogo para a Faixa de Gaza e libertação gradual de reféns e prisioneiros palestinos. A informação foi confirmada por fontes à CNN e, posteriormente, o primeiro-ministro do Catar realizou uma coletiva anunciando o entendimento.

O Hamas e grupos aliados devem libertar 33 reféns na primeira fase, que terá início no dia 19 de janeiro. Em troca, Israel libertará centenas de prisioneiros palestinos.

As negociações para chegar à segunda fase – que visa acabar com a guerra – começariam no 16º dia da implementação do acordo.

Sarah e Eloah, as trinetas de minha avó, meus sobrinhos e minha sobrinha neta, anatomia familiar

Essas duas meninhas são descendentes de  minha avó e moram no Alto Uruguai, A Sarah tem dois anos e a Eloah ainda não tem 1 ano. Moram na cidade de Esperança do Sul  e são netas de Diniz Hudlund.

Neto é o filho do filho, ou seja, o descendente de segunda geração. Bisneto é o filho do neto, ou seja, o descendente de terceira geração. Trineto é o filho do bisneto, ou seja, o descendente de quarta geração. Sarah e Eloah são trinetas de minha avó Leodina  Soares. Me contou um familiar que as duas são loirinhas e tem os os olhos verdes. 
Sarah e Eloah são Soares Hudlund, ambas naturais do Rio Grande Sul e são minhas sobrinhas bisnestas.  Eu tenho uma sobrinha neta filha do meu sobrinho RODOLFO PRATES DAMIAN, a Marianinha Damian, que tem 12 anos.
Esse são meus dois sobrinhos, o Rodolfo Prates Damian e o Guilhes Prates Damian, curtindo a noite em Tóquio. São filhos de minha irmã Alzira Prates Damian. Rodoldo é dentista e o Guilhes é jornalista editor e mora em São Paulo desde 1998. Foi editor da Revista Veja e depois foi editor do site iG do Brasil. Guilhes ganhou 2 vezes o Prêmio Mundial de Infografia na Catalunha, ESPANHA. Sua esposa foi Editora chefe do Estadão.  Ambos, Guilhes e Rodolfo,  são formados pela UFSM.
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Essa mimosa é a Mariana Damian,filha do meu sobrinho RODOLFO PRATES DAMIAN com a Psicóloga RENATA GORSKI.  É um amor de linda, doce, amável, embora eu pouco a veja. A última vez que nos encontramos o RODOLFO fez uma foto nossa com a Marianinha.
Eu tenho uma foto dela com a Nina, ambas crianças, brincando.
Eu fico impressionado com o poder de minha família junto a imprensa de São Paulo e Brasília. Conhecem todos e se conhecem mutuamente. É que eu ando abrindo contatos para divulgar algumas novidades.

Encerrou-se a gestão da Dra. Aline Noronha a frente da OAB

Encerrou-se a gestão da Dra. Aline Noronha a frente da OAB Santiago-Jaguari. Foi uma presidenta altamente honrada, hábil para administrar as adversidades e democrática em suas relações interpessoais e jurídicas.

Tanto ela quanto seu esposo, Dr. Marcelo Noronha, marcaram nossa OAB positivamente, sendo hábeis no trato com os colegas e foram presidentes exemplares e saem marcados pelo diálogo e pela excelente gestão.

Eu gosto muito dos dois, são pessoas altamente preparadas e honraram muito nossa OAB.

Parabéns a Dra. Aline que encerrou sua gestão com brilho e galhardia.

 

 

As primeiras

Elon Musk anuncia que poderá comprar o tik tok. Fundada por  Zhang Yiming , o Tik tok é ainda uma empresa chinesa.


Coisa maluca a proposta de Maduro, divulgada domingo em nosso blog, no canal do Professor Ricardo Marcílio, que as FFAA do Brasil tomarão Porto Rico dos Estados Unidos. Estranho o silêncio do governo do nosso país. Muito estranho.


Repercute muito vídeo do Brasil 247, a partir de matéria do Jornal francês LE MONDE,  mostrando como o ex-juiz Sérgio Moro ficou rico atuando contra o Brasil e a favor dos EEUU. Apenas 5 minutos.

 

O ensino superior no Brasil

*JULIO PRATES

O ensino superior no Brasil desenvolveu-se, desde suas raízes históricas, sob o signo de instituição problema. Além de não desempenhar as suas funções sociais que justificassem sua razão de ser, alcançou sempre rendimentos baixíssimos, a partir de um péssimo aproveitamento dos fatores humanos educacionais. A má escola perpetua-se pelo mau ensino.

A escola superior, criada à luz de uma sociedade oligárquica, de estruturas rígidas, desempenhou em seu limiar funções societárias bem definidas, a transmissão dogmática dos conteúdos importados e a formação dos filhos das elites dominantes  de então, ambas necessárias à manutenção do “status quo” dessas elites.

Sufocada pelo caráter elitista e pelo compromisso classista com as forças conservadoras, a escola superior não engendrou o que seria um processo dinâmico de desenvolvimento a partir da valorização do pensamento crítico, no incentivo à pesquisa e da criação científica e tecnológica. Consequentemente, não reproduziu os valores humanos e intelectuais necessários ao pleno amadurecimento como instituição, seu desenvolvimento foi atrofiado desde as origens.

A revolução de 30, aparentemente, destruiria o caráter árquico da sociedade imperial, abrindo novos horizontes dentro de uma sociedade télica de sociedade emergente: a republicana. Uma sociedade voltada para para o desenvolvimento , onde a nova função social possibilitaria como instituição, das características atrofiantes  de suas raízes.

Mas, dentro do extenso quadro social, as forças conservadoras galgaram novas posições, articularam a reorganização da sociedade nacional, segundo seus interesses, limitando a pequenos passos de uma elite o que deveria ser o início da caminhada de inteira de um  povo.

Dentro da instituição do ensino superior, a vitória das forças conservadoras deu-se sobre o prisma de universidade conglomerada . A simples conglomeração de cursos superiores em universidades, sem um interrelacionamento dinâmico entre os cursos e um redirecionamento funcional, fez com que se mantivesse o caráter anacrônico do padrão de escola superior original, além de permitir um controle mais eficaz, a partir da centralização nas reitorias e nos conselhos universitários. Mais uma vez, o ensino superior não obteve fôlego para acompanhar os progressos sociais limitados de uma sociedade contraditória: télica, voltada para o futuro, o progresso , pela sua nova nova estruturação republicana é árquica – voltada para o passado, para suas raízes, pelas suas condições econômicas.

Apesar das aparências modernizantes da universidade conglomerada, a simples aglomeração de escolas  superiores não vingou uma universidade multifuncional. Isto é, a multiplicidade de interrelações  entre as diversas escolas da universidade de forma funcional , dinâmica e participante do processo social em curso. A universidade conglomerada não atingiu, portanto, os anseios da vanguarda intelectual tanto do corpo docente como discente. Assim, como uma nação inteira buscava sua emergência dentro do processo histórico.

É nesse quadro estéril qualitativamente que se desencadeou a reprodução quantitativa dos estabelecimentos de ensino superior.

Nos meados da década de 60, as pressões da vanguarda universitária, aliada a evolução política da época, possibilitaram experiências novas, de uma universidade que exercesse realmente suas funções sociais a partir de uma visão progressista de esquerda, como foi o caso da UnB.

O resultado dessa experiência foi a formação de um padrão intelectual bem acima do padrão médio, além do desenvolvimento do pensamento crítico. Esse processo, é claro, não se deu apenas no âmbito do ensino superior, mas sim no amplo contexto social, provocando imediata reação das forças dominantes.

Paradoxalmente, foi esta reação às forças de vanguarda que  possibilitou a unificação e o direcionamento de seus  movimentos políticos. Detectado o erro, a reação partiu para uma nova tática. Impossibilitada de reprimir pela força e repressão, fragmentou campus, afastou-os dos centros urbanos e isolou-o do conjunto social mais expressivo.

Com a redemocratização, nos governos Collor e FFHH, houve um visível sucateamento, corte de verbas, a pesquisa e o ensino viverem momentos dramáticos.

Contudo, nos governos Lula e Dilma houve novas diretrizes. Abertura de novas universidades, fomentação de centros tecnológicos, IFETs, redefinição de verbas públicas para a pesquisa, valorização do ensino, rede de estrutura predial, corpo funcional valorizado, em suma, foi o melhor período do ensino superior no Brasil, inclusive com linhas de financiamentos paternalistas que propiciaram aos filhos das camadas sociais mais humildes de sociedade atingirem o ensino superior e até freqüentarem mestrados e doutorados.

Quando eu escrevi que com Temer e Bolsonaro tudo isto iria entrar em refluxo, os alunos do IFF e seus familiares me atacarem de todas as formas possíveis. Tenho uma a quantidade de mensagens agressivas. Estava na cara que não entendiam nada de política e sequer sabiam ler uma conjuntura. Gente, eu apenas analisava os desdobramentos do que seria o futuro dos IFFs e universidades federais nas mãos dessa gente. Apenas isso.

Um ex-ministro da educação  brasileira, de Bolsonaro,  já declarou , dentre outros absurdos, que a universidade precisa ser para uma elite. Filhos de pobres que se preparem para virarem empregados, mão-de-obra barata e desqualificada.

Esta é a nova realidade do ensino superior brasileiro. Universidades públicas sem fomento, aqui em nosso Estado a UERGS fecha os campi de Montenegro e Novo Hamburgo, e as universidades comunitárias, que sempre mamaram nos governos, vivem uma crise sem precedentes em face do avanço do ensino virtual na esteira da telemática. Unisinos e Ulbra quebradas são os símbolos mais fortes de nosso debate.

O governo Bolsonaro não deixou marca nenhuma no ensino superior, exceto na concepção de escolas cívico militares. Há quem goste. Mas é a quartelização do ensino.

Finalmente, com a volta de Lula em 2022, reassumindo em 2023, parece que surgem novas orientações para o ensino superior brasileiro. Ainda é cedo para uma análise mais profunda, cedo e precisamos de mais tempo para uma melhor análise do ensino superior sob o governo Lula, PT e PSB.


*Autor de 6 livros, jornalista nacional com registro no MtB nº 11.175, Registro Internacional de editor/jornalista nº 908 225, Sociólogo e Advogado, Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual. Também é Pós-graduado em Sociologia Rural.