Teremos uma nova pandemia?

O controle chinês sobre a mídia é forte e chama muito a atenção sobre como o caso vazou e hoje, mesmo distante, todos falam no HMPV, que é um vírus respiratório, descoberto na Holanda em 2001, mas que afetou o norte da CHINA e provoca um alarde sem precedentes dentro do país, com hospitais lotados e pessoas em pânico.

Os casos de crianças afetadas pelo vírus na India pode ser indício de que o caso está fora de controle. Quem não se lembra como começou os casos do coronavírus?

A rigor, existe uma carência de maiores informações, embora se saiba que o HMPV afeta crianças, idosos e portadores de debilidade respiratória. A rigor, é parecido – em termos de grupos de contágio – com o coronav[rus, embora esse afetasse mais idosos e pessoas com debilidades respiratórias.

O que sabemos, por enquanto, é que não existe vacina para esse vírus, embora exista uma crítica forte no sentido de que é cedo para dar vazão a essa informação.

As previsões são de que teremos novas crises de pandemias ao longo de 2025, embora o HMPV seja conhecido de todos nós há mais de 60 anos.

Tudo indica que se sair do controle o risco de uma nova pandemia é real.

HMPV assusta a China e causa alerta mundial

Vírus respiratório se espalha por gotículas respiratórias e não há vacinas para esse vírus super-contagioso, embora seja bem conhecido dos médicos.

Ataca bebês, idosos e pessoas com problemas respiratórios, atacando, nesse momento, na CHINA, até onde se tem notícias.

Na India o surto atingiu bebês.

Devido aos riscos, o mundo está em alerta e todos temem sua expansão, inclusive aqui no BRASIL.

A superação de revistas, jornais impressos, a queda das rádios e TVs tradicionais.

A ascensão das redes sociais, especialmente de blogs e sites, tem derrubado vertiginosamente os tradicionais veículos de imprensa escrita que usam papel como forma de expressão.

As estatísticas também corroboram a queda de tiragem da Revista Época, da Rede Globo de comunicações, que no ano de 2018 teve uma tiragem de 499.239 mil exemplares, caiu, em 2020, em um espaço de apenas dois anos, para modestíssimos 88.799 mil exemplares.  Em 2021 deixou de circular.

Vale a reflexão.

A multiploriferação segmentalizada de sites, blogs e canais no youtube e outros aplicativos é o fenômeno midiático responsável pela queda das revistas e jornais tradicionais. O mesmo fenômeno também atinge o mercado de livros, com a ascenção cada vez maior dos e-books e audio-books.

Em curto espaço de tempo teremos a superação total dos tradicionais veículos impressos. Superação essa que também engole, sistematicamente, as rádios e TVs tradiconais, especialmente pelo fenômeno emergente das rádios e TVs digitais, que crescem em ritmo acelerado e já colocam em xeque a hegemonia das emissoras de rádios e TVs tradicionais. Embora boa parte das rádios tradicionais tenham rumado para a internet.