Considerações do Professor Doutor João Lemes sobre esse modesto blogueiro

Fico admirado com gente que, se entrar num debate, perde para qualquer um. Não lê, não estuda e ainda transforma opinião em verdade absoluta. Mal sabe quem foi e quem é Júlio Prates, para , um dos maiores pensadores do estado, um homem que responde sobre qualquer assunto. Aprendi muito com ele. Não concordo com tudo o que escreve, e nem preciso concordar. Discordar é meu direito, respeitar é outra coisa.

O Júlio escreveu, está no direito dele. E eu fiquei feliz por ter sido citado na sua história. Já certos “críticos” de rede social só aparecem para falar mal porque alguém não escreve como eles querem. Vivem numa bolha e se acham no direito de desrespeitar. Pois está na hora de botar o pingo nos is com essa gente e perguntar: afinal, quem eles pensam que são? Em que mundo vivem?

Com todo respeito e gratidão ao povo de Santiago, é preciso falar verdades. Vou começar dizendo para esse bando de ignorantes que vive atacando a imprensa: se não fosse o jornalismo sério, estariam se guiando apenas por fake news, mentiras e ideologias baratas. Obrigado! (João Lemes)


João Lemes é Escritor, Jornalista, Palestrante, Professor, Mestre e Doutor em Letras pela UFSM.

A gente pode doar ou vender presentes que a gente ganha?

*JULIO PRATES

Eu nunca usei relógios em minha vida. Nem anel, nem pulseiras, nem alianças.  Depois que inventaram o celular, daí sim que eu matei o definitivamente os relógios. Eu tinha até dó da Eliziane, ela andava sempre de aliança e me cobrava por eu usar minha aliança no chaveiro. Honestamente, o amor está numa aliança? Creio que apenas é uma simbologia, quem se sente bem., usa, quem não gosta, não usa. Simples assim.

Ganhei um relógio de presente de uma amiga. Presente de aniversário. Eu não entendo nada de relógios, marcas, essas coisas. Mas eu nunca tinha recebido um relógio com tantas coisas, certificado, essas coisas. Como para mim um relógio dos camelôs tem o mesmo valor do que eu ganhei, justamente por não ligar para marcas, essas coisas, abri o presente e fiquei emocionado. Me assustei com o preço do ao buscar na internet o preço do relógio: é claro, não achei o meu modelo, mas a marca e o preço dos iguais ao que eu ganhei é 17 mil dólares.

Daí eu contei a ela que eu não usava relógio. Ela me ofendeu me chamando de esquerdista, que gostava de andar mal arrumado, mas parece piada, eu com a minha vida simples, singela de sempre, usando um rolex de 17 mil reais, que seria hoje…um colega meu me disse que comprava, se que quisesse vendêlo. É claro, fui consutar a doadora do presente. Ela encerrou tudo dizendo que o presente era meu e que eu fizesse o que bem entendesse do presente. Apenas guardei-o num cofre de um colega, porque a minha casa., embora tenha chave, raramente eu chaveio a porta, com a câmera, sempre vejo quem me procura e não iria deixar um presente caro desses atirado em casa.

Mas, recentemente, vivi um problema parecido. Um cliente mandou me pagar  com uma BMW, eu relutei em aceitar o presente, embora tenha entendido seu bom coração. Mas conversei longamente com o filho dele e disse que queria receber em dinheiro e que não caberia eu receber uma BMW, embora usada, mas era muito bonita, bem novinha…moral da história: ele ficou de ver meu presente, me convidou para comer um bolo no dia do meu aniversário, mas tinha a decisão de não sair de casa e fiquei deitado vendo meus vídeos no youtube. Só saí com a dra. Marta Marchiori e o Dr. Vulmar Leite porque ela mandou um carro e ma avisou que seria peixe. O arquiteto Artur Viero é de casa, veio aqui, e viu que eu durmo na sala, com um colchão no chão, meu grande amigo o Arthur. A Dra. Marta já tinha ligado para me avisar que jantaríamos juntos.

Na verdade, fui com o blusão que eu estava deitado, em suma, assim é minha vida, não posso fazer e nem ser diferente.


*Autor de 6 livros todos publicados pela PALLOTTI e GRUPO EDITORIAL FRONTEIRA-OESTE, jornalista nacional com registro no MtB nº 11.175, Registration International Standard Book Number nº 908 225 no Ministério da Cultura do Brasil, desde 17 de abril de 2008, Sociólogo 1983/1987, 90/91, Advogado 1994/2004 e Teólogo 2021/2024. Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual 2007/2008, com o livro A LINGUAGEM JURÍDICA NA IMPRENSA ESCRITA e também Pós-graduado em Sociologia Rural,  2000/2001, com o livro O IMPACTO DO MERCOSUL NAS PEQUENAS PROPRIEDADES FAMILIARES DO RIO GRANDE DO SUL ( não editado).

 

Um voo errado e a passageira errada

Era em plena a pandemia. Estava eu e o Jornalista João Lemes em Brasília esperando o avião para o sul. Devido ao temporal, eram 2 horas de atraso.

Perto das 11 horas, finalmente, mandam os passageiros tomarem seus assentos.

No meu lado, senta uma senhora de direita, a tal Bia Kicis. Estragou minha viagem, não suporto direita e nem senhoras sexagenárias. Total, se fosse para cair aquele avião, já estava no inferno mesmo.

E não é que senta ao lado do João Lemes a Zoe Martinez, aquela coisa linda, lindinha, cubana, aquela voz doce  e ainda por cima chorando de medo do temporal. Olhos molhados.

Eu nunca tive ciúmes das pessoas, mas aquele dia confesso que senti ciúmes do João Lemes. O João não sabe como ganhar uma mulher de direita e começou a falar em petiços. Que desperdício.

Total, acostumado com a tragédia, virei para o lado e dormi até SÃO PAULO. Fui até bem grosseiro, não tinha espírito para engolir aquela direita, já chegava a DAMARES.

Mas só pensava na Zoe e naquele sotaque espanhol aportuguesado, eu imaginei até como seriam seus afetos naquela mescla doce.

A moça deu certo. Conseguiu cidadania brasileira, e elegeu-se fácil vereadora em SÃO PAUL.O.

Ela é bem revolucionária e faz bem meu estilo. Esquerda ou direita, no fudo a mesma merda.  Para mim, tanto faz.

Mas, o destino colocou João Lemes ao seu lado e o João não trai a Suzana por nada. E se ele trai, apanha

Eu ainda estava vivo e sei lidar bem com as mulheres de Direita. Não suporto as mulheres de esquerda. Mulheres de esquerda não gostam de homens, até fingem para aparentarem normalidade, me linchem, mas é isso que eu penso.

Teria enxugado as lágrimas da ZOE, enxugado-a bem, mesmo que fosse num voo curto de Brasília a PORTO ALEGRE. Mas, enfim, tudo virou ficção, o destino dela era eu, mas João Lemes era o homem errado naquela ocasião.

Eu vim quieto para Santiago. Sei la se a BIA trocou lugar com ela ou não. Mas peguei o voo errado.

Apenas um pequeno esclarecimento

Peço desculpas aos meus amigos e amigas, leitores e leitoras do meu blog, mas estou me recuperando um pouco do meu estado de saúde e isso me mantém afastado do meu blog, o qual iniciei dia 22 de março 2002. Uma pausa, para realinhamento da saúde, é sempre necessário e eficiente.

Devido minha posição política estou vivamente contrariado em muitos fatos, afinal meu histórico de vida é do conhecimento de  todos, minha vida sempre foi aberta e nunca escondi nada de ninguém. Afora as inquietações políticas, estou sofrendo muito por uma questão muito machucada no âmbito familiar e serão várias ações as quais preciso mover, todas absolutamente necessárias.

Como tudo passa, até a morte passa, espero que esse momento delicado e ruim passe, pois preciso trabalhar e seguir minha vida e o rumo dos meus Princípios.