Chegando o natal …

Estou em casa desde cedo da tarde. Como eu não tenho televisão, pouco sei das notícias do país.

Vou passar meu Natal como passo todos os dias, em casa e sozinho. Comprei meu prato de comida como faço todos os dias, ali em frente ao rede Vivo. Agradeço a um casal de amigos que me convidou para jantar com eles. Só que eu sei o quanto estou triste e deprimido. Ademais, agradeço as mensagens que recebi pelo whats, quando acordei agora vi que tinham 52 e vou respondê-las amanhã. Com calma, com respeito e com gratidão.

Ninguém conhece a gente melhor a gente. Eu me conheço e sei que tudo para mim é desgastante e nebuloso.

Eu estava no escritório com um colega técnico em informática, quando a colega ETIANE lá esteve. Ao narrar a dor da morte de seu pai, foi as  lágrimas e pior foi a narrativa que sua filhinha, muito jovenzinha, foi a primeira a receber a notícia da morte do avô que a cuidava com tanto afeto e afeição. São momentos assim tão delicados e e tão doídos que as famílias deveriam ser poupadas. Só que a morte não marca hora e pega a todos nós.  Sem exceções. Ainda hoje ouvi um vídeo do Sérgio Sacani aludindo que ninguém escapa da morte.

Pedi para o colega Marcos Contreiras me ensinar a tirar o som no meu telefone, que é bem complicado, foi um presente de um colega advogado, amigo e respeitável, por isso eu quase não sei lidar nesse aparelho.

O natal é um data festiva, a despeito de minhas leituras teológicas, respeito muito a alegria das pessoas e que tudo é embalado pelo comércio, que precisa vender e amplia a festa para todos, mesmo para quem é estranho e avesso a tudo.

Desejo que todos fiquem em paz e em serenidade. Desejo um excelente natal a todos e belas reflexões, ao lado de suas famílias e pessoas próximas. A família sempre foi e sempre será o maior tesouro de cada ser humano.