A crise que abala o Irã

*JULIO CESAR DE LIMA PRATES

O Irã, antiga Pérsia, tem documentado uma existência de 3.200 anos AC. Embora os dados manipulados pela IA, apenas a Índia registra informações de 4.000 AC, seguido do Egito com 3.100 anos AC.

A Grécia, embora amplos registros dos períodos micênico e helênico, tem dados de apenas 2 mil anos AC, portanto, muito inferiior aos persas.

Nos dias atuais o Irã (que é a mesma Pérsia) vive um conflito sem precedentes, dado a emergência dos questionamentos ao líder Ali Hosseini Khamenei, no poder desde  1989, hoje com 86 anos,  quando sucedeu o Aiatolá Khomeini.

Ambos são fruto da revolução islâmica de 1979 que derrubou o Xá Reza Pahlavi, que era pró-ocidente e bem favorável aos EEUU. A partir dessa revolução islâmica de 1979 foi rompido o ciclo pró-ocidente e criado um regime baseado na Sharia (lei Islâmica) e imposta uma radical mudança no Irã.

Agora, o regime islâmico do Irã vem sendo duramente questionado, com boa parte do povo tomando as ruas e exigindo o fim do regime islâmico, embora não esteja claro até esse momento quem seja o líder maior desse movimento rebelde que sacade o Irã,

Sem um líder definido na oposição a teocracia atual do Irã, o certo é que vê-se duramente questionado o poder de Khamenei e a imprensa ocidental passa insuflando que o mesmo poderá fugir para a Rússia, dado a aliança com PUTIN.

Nos últimos dias houve muitos protestos e espalham-se por Teerã e grandes centros urbanos como Mexede, Ispaã, Karaj e Tabriz, Xiraz, todas com mais um milhão de habitantes, sendo que Teerã tem 8 milhões e 400 mil habitantes.

Segundo se especula muito as FFAAs estariam divididas entre a repressão e o apoio as gerações  Y, 1980, Z, 1995 e ALPHA, 2010,  iranianas,

O certo é que novos desdobramentos surgirão no país persa, pois não existem indicativos de pacificação.


*Autor de 6 livros  todos publicados pela PALLOTTI e GRUPO EDITORIAL FRONTEIRA-OESTE, jornalista nacional com registro no MtB nº 11.175, Registration International Standard Book Number nº 908 225 no Ministério da Cultura do Brasil, desde 17 de abril de 2008, Sociólogo 1983/1987, 90/91, Advogado 1994/2004 e Teólogo 2021/2024. Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual 2007/2008, com o livro A LINGUAGEM JURÍDICA NA IMPRENSA ESCRITA e também Pós-graduado em Sociologia Rural,  2000/2001, com o livro O IMPACTO DO MERCOSUL NAS PEQUENAS PROPRIEDADES FAMILIARES DO RIO GRANDE DO SUL ( não editado).

EUA sequestram navio russo que carregava petróleo da Venezuela

ÓPERA MUNDI

Os Estados Unidos anunciaram, nesta quarta-feira (07/01), o roubo de um navio petroleiro da Rússia por supostas violações das sanções norte-americanas, segundo o Comando Europeu das Forças Armadas dos Estados Unidos (EUCOM, na sigla em inglês).

“O Departamento de Justiça e o Departamento de Segurança Interna anunciaram hoje a apreensão do M/V Bella 1 por violações das sanções dos EUA. A embarcação foi apreendida no Atlântico Norte, com base em um mandado emitido por um tribunal federal norte-americano, após ter sido monitorada pelo USCGC Munro”, escreveu a conta oficial do EUCOM na rede social X.

Após as forças armadas anunciarem a apreensão, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, declarou que o bloqueio estadunidense ao petróleo venezuelano continua plenamente em vigor. “O bloqueio ao petróleo venezuelano sancionado e ilícito permanece em PLENO VIGOR — em qualquer parte do mundo”, escreveu na rede X.

Perdidos na porta de minha casa

Eu não sei bem o que é isso. Mas deixaram uma sacola de papel, nessa madrugada, embaixo da escada de onde eu moro.

Não tem nada de valor. Muitas formas de fazer pães e bolos, um par de tenis bastante  usado, uma garrafa térmica e um telefone celular muitíssimo velho, mas na caixinha. Como se guardado.

Não sei se a intenção era jogar nos containeres de lixos na frente de minha casa ou deixaram embaixo da escada onde moro por alguma razão. Não sei mesmo. Guardei tudo e se for perdido é só retirar comigo. Sinceramente, é a primeira vez que escontro esses utensílios. Meu telefone/whats é 55 99710 5060. 

Se for lixo, eu aproveito a forma para fazer bolo, por enquanto estou sem gás no meu fogão, mas quando a coisa melhorar, compro gás. Se bem que não sou mais esperançoso com nada.

Desejo um bom dia a todos e aproveito esse espaço apenas para ver se foi alguém que perdeu.

 

 

A verdade sobre os 50 mais e melhores municípios do Rio Grande do Sul

FONTE – FIRJAN, IDHM, PIB 

IDHM significa Índice de Desenvolvimento Humano Municipal
FIRJAN  – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro. Trata-se de uma organização privada e sem fins lucrativos que representa o setor industrial fluminense. O “Sistema FIRJAN” engloba outras entidades, como o SESI, SENAI e IEL, que atuam em áreas como educação, qualidade de vida dos trabalhadores e competitividade empresarial.  A organização é conhecida por realizar estudos e propor caminhos para o desenvolvimento socioeconômico, como o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), que avalia todos os municípios brasileiros em áreas como emprego e renda, educação e saúde. 
A sigla PIB significa Produto Interno Bruto, um indicador econômico que mede o valor total de todos os bens e serviços finais produzidos em um país (ou região) em um determinado período, servindo como principal medida do tamanho e crescimento da economia. Ele representa a soma da produção econômica dentro das fronteiras de um território, excluindo produtos intermediários para evitar contagem duplicada, e é fundamental para analisar a saúde econômica de um local. 

 

NOTA DO FIRJAN e IDHM

Não há um ranking único e definitivo das “50 melhores” cidades do RS, pois depende do critério (segurança, IDH, economia, qualidade de vida), mas destaques frequentes incluem Gramado, Caxias do Sul, Lajeado, Bento Gonçalves, Porto Alegre, Novo Hamburgo, Pelotas, Santa Maria, Candiota, Nova Pádua, Canela, Garibaldi, Nova Petrópolis e Erechim, aparecendo em rankings diversos sobre gestão fiscal (FIRJAN), desenvolvimento econômico (CFA, PIB) e qualidade de vida, com destaque para municípios do interior, com desenvolvimento em agroindústria, turismo e forte economia local. 

Cidades frequentemente citadas em rankings:

 

  • Desenvolvimento e Qualidade de Vida:

  • Segurança (Índices de Homicídios):

    • Cachoeirinha: Menor índice de homicídios em levantamentos recentes.
    • Gravataí, São Leopoldo, Pelotas, Sapucaia do Sul, Santa Cruz do Sul, Novo Hamburgo, Uruguaiana: Também citadas como cidades com menores índices.
  • Gestão Fiscal (FIRJAN):

    • Caxias do Sul, Candiota, Nova Pádua, Canela, São José do Hortêncio: Entre os municípios gaúchos com melhor gestão de recursos.
  • Renda e Economia (PIB/Renda Per Capita):

    • Porto Alegre: Capital e grande economia.
    • Montauri, Paraí, Nova Bréscia: Destaques em rankings mais recentes de qualidade de vida e desenvolvimento. 
Para uma lista completa das “50 melhores”, seria necessário consultar rankings específicos (FIRJAN, IDHM, PIB) ou levantamentos de veículos de comunicação, que frequentemente listam os municípios com melhor desempenho em áreas como gestão fiscal, economia, segurança e desenvolvimento humano.