Do aborto numa criança de 10 anos

Incrível a dimensão que ganhou este caso. O assunto nem deveria ser objeto de tanta controversa. Especialmente, para preservação da criança.

É evidente que o assunto é delicadíssimo.

Como eu sempre escrevi sobre o aborto, sou contra o aborto, sou pai de uma criança de 10 anos, resolvi deixar clara minha posição.

Pobre dessa menina. Merece o esquecimento. A ordem judicial deve ser cumprida. Uma criança de 10 anos de idade não tem a menor condição física e nem psíquica de ser mãe. Em certas ocasiões, a razão deve prevalecer, e tanto o juiz quanto o ministério público agiram com absoluta correção e bom senso.

Explorar – ideologicamente – um drama dessa natureza é o cúmulo do barbarismo. Este movimento que foi para a frente do hospital fazer demagogia merece a repulsa da sociedade brasileira. Isso é cinismo. Vão se coçar numa tuna.

É claro que o caso é complexo. Mas falar em inferno para uma criança estuprada é o cúmulo da insensatez.

Por fim, é evidente que minha filha está vendo tudo e assistindo a tudo. Então perguntei a ela, o que faria?

Nina me disse que é sempre contra o aborto, que deixaria nascer e daria o bebê para adoção, caso não quisesse. É claro, minha filha tem 10 anos. Creio que todas as meninas e meninos da idade estão acompanhando o caso.

O assunto é duro, complexo e espinhoso. Entendo as posições de ambos os lados, mas – como sempre disse – sou de posicionar-me sobre cada caso, em particular.

https://prates35.rssing.com/browser.php?indx=7402849&item=4510

Article Info:

In – O aborto e a teoria dialética do Direito – Revista Ponto de Vista/1986/Porto Alegre-RS.

Santiago sempre perdendo, depois de ficar fora dos IFETs, UERGS, UNIPAMPA, agora perde à corrida pelas Escolas Cívico Militares

Eu acompanhei pari passu a implantação dos IFETs em nossa região. Lutei para termos um Instituto em Santiago. O que assistimos foi Jaguari, com 12 mil habitantes, ficar com dois institutos, um em São Vicente e outro no Chapadão. Santiago perdeu uma rara oportunidade, isso com todo aquele espaço federal da Escola Ruben Lang se degradando.

Não temos forças vivas. Nosso núcleo dominante é chauvinista.

Agora, vejo o presidente Bolsonaro e o Deputado Zucco anunciando Escolas Militares em Santa Maria e Santa Rosa. Mais uma vez, Santiago de fora, sem a menor mobilização, sem sequer um pleito, um pedido, nada. Santiago é uma negação.

Perdemos, em síntese, o IFET, Colégio Militar, um campi da UERGS, outro da UNIPAMPA. E depois ainda se vangloriam falando que somos um povo inteligente.

Um povo inteligente busca o que há de melhor para seus filhos e filhas e não fica refém de estruturas arcaicas derivadas do
educational neopathromonialism.

Pirro e iconoclastia

O tiro não pode ser como um dardo de Pirro.

Confesso que já errei muitos tiros. Acertei outros. Sou bom na sequência. Para todos e para ninguém.

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PDT lança Paulo Rosado e marca data da convenção oficial

Tomou vulto à decisão trabalhista, na tarde de ontem, início da noite, em meio a um enorme temporal, os trabalhistas, reunidos no DM, decidiram reafirmar a candidatura do Dr. Paulo Rosado, a Prefeito, e marcaram data da convenção oficial.

Doutor Paulo Rosado, Jurista, é o nome escolhido pelos trabalhistas para à sucessão municipal.

Assim, Paulo Rosado, advogado, agora é mais um nome na disputa, que já tinha Bianchini, do PL, e Tiago Lacerda, PP.

Recebi todo o material da decisão do Partido e considero o fato, do ponto de vista jornalístico, o mais relevante do final de semana em nossa cidade.

Jorge Pimentel, momento em que assinava ficha no PDT, ontem à tarde.

(Fotos e referências citados no blog são públicas e podem ser usadas livremente).

Visita em casa

Hoje, eu e minha filha recebemos a Renatinha (Renata Souza, filha do nosso casal de amigos Célia e Renato). Na verdade, somos vizinhos, mas é a primeira vez que Renatinha nos visita. Falando sério, ela tem dois anos e é um amor da vizinhança.

Foi uma tarde bem aconchegante, divertida e marcada por brincadeiras. A Nina se dá muito bem com a Renatinha e quando ela não está a Renatinha me vê e grita: – Nina, Nina, Nina.