Rompa com a ganância, divida o que você têm com os pobres.

Queridos leitores, Queridas leitoras:

A humanidade atravessa um momento crucial. Existe dor, apreensão, medo, insegurança e até um certo pavor rondando corações e mentes.

Nosso blog, que desde o dia 22 de março de 2002 vem – diariamente – encetando reflexões, trazendo notícias pertinentes, sempre dentro de uma linha de priorizar a educação, saúde, política, habitação e variedades, vem, nessa sexta-feira, em meio a essa pandemia mundial, e, que, em nossa região, agora, recrudesce sobremaneira, deixar um apelo à fé, à esperança, e crença na humanidade.

É claro que o momento é difícil. As mortes assustam. As doenças assombram.

Mas – também – é o momento de reafirmarmos nossa fé, redobrarmos nossas crenças, voltarmo-nos para Deus, elevarmos os valores de Jesus ao máximo em nossas vidas e superar tudo com o firme propósito na esperança, na paz, no amor e na solidariedade humana.

A hora é de darmos as mãos. Todos irmãos dessa raça, a raça humana, conscientes e inteligentes, independente de nossas crenças políticas, religiosas, desportivas … e irmanados na corrente de fé, apostarmos na superação, da esperança vencendo o medo, e a fé na ciência irmanada com a fé em nossos propósitos divinos.

Nossa região vê-se, pela primeira vez, no olho do furacão desse vírus destruidor. O impacto nos corações e mentes é terrível. Mas também é a hora de redobramos as esperanças, agir com destemor e termos ciência do nosso papel diante da história, de nossas vidas, de nossas famílias, de nossos filhos e de todos os nossos irmãos da sociedade.

A hora é da solidariedade mundial. Estender as mãos, dividir roupas, alimentos, carinho e fé.

Em nossa região muitas pessoas passam fome, outros, sofrem com o frio. Muitos, sequer têm um medicamento em casa. É hora da solidariedade, Deus nos deu esta chance de mostrarmos nossa capacidade de deixar fluir o amor ao próximo.

Não seja indiferente. Ajude, distribua alimentos, roupas sobrando em nossos roupeiros podem abrandar o frio de uma pessoa que não tem roupas.

Rompa com a ganância, divida o que você têm com os pobres.

Seja livre, pense positivo, não tema o mal e a morte.

A caridade e o exercício da bondade torna-nos mais leve, mais suaves e nos aproximam de Deus.

Experimente, tente.

Brasil pode se tornar o maior produtor de soja do mundo

Brasil: rumo a se tornar o maior produtor de soja do mundo, uma noticia internacional que impacta nossa região por ser alvissareira e positiva.

Um estudo apresentado pela OCDE e FAO nesta quinta-feira (16) mostrou que a disputa comercial entre EUA e China pode transformar o Brasil no maior produtor de soja do mundo na próxima década.

Até 2028, projeta-se que o Brasil será responsável por 42% do total das exportações mundiais de soja. Este desenvolvimento é favorecido pelas tarifas adicionais de 25% aplicadas pela China sobre a soja importada dos Estados Unidos. Presume-se que estas tarifas permanecerão em vigor durante todo o período de previsão”, diz a FAO.

O estudo, que avalia o mercado agrícola até 2028, diz que hoje a produção de soja do Brasil e EUA é semelhante, somando cerca 120 milhões de toneladas em 2016-18, mas, na próxima década, o crescimento projetado no Brasil [1,8% ao ano] “deverá ser mais forte que nos Estados Unidos [1,2%], principalmente devido à possibilidade de expansão da área plantada, principalmente através da intensificação da cultura através do cultivo duplo de soja com milho”.

“Além disso, assumindo que as tarifas adicionais que a China introduziu recentemente na soja dos Estados Unidos permaneçam em vigor, a soja brasileira desfrutará de uma vantagem competitiva no maior mercado de importação do mundo. Com sua produção interna atingindo 144 milhões de toneladas até 2028, o Brasil se tornará o maior produtor mundial, ultrapassando os Estados Unidos, para os quais a produção está projetada para ser de 121 milhões de toneladas até 2028”, acrescenta a FAO.

Impacto ambiental

Por outro lado, as entidades destacam também que o desmatamento é um fator preocupante no Brasil e na América Latina, alertando que qualquer flexibilização das regulamentações ambientais poderia representar um risco de desmatamento.

“As preocupações ambientais também estão aumentando, especialmente no que diz respeito a uma ligação potencial entre desmatamento e aumento da produção de soja no Brasil e na Argentina. Estas preocupações têm motivado o setor privado a incentivar o uso de terras já desmatadas para novas expansões de área”, diz o estudo.

De acordo com as organizações, “as políticas e regulamentações agrícolas e ambientais, a legislação e a falta de vigilância adequada e de capacidade de execução também desempenharam um papel no desmatamento”. “Assim, qualquer flexibilização das regulamentações ambientais poderia representar um risco de desmatamento”, diz o estudo.

Novo ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro, disse nesta quinta-feira (16), ao tomar posse, que “políticas e filosofias educacionais equivocadas desconstruíram autoridade do professor em sala de aula”.

Sputnick News – órgão oficial do governo da Rússia

Em cerimônia fechada para a imprensa realizada no Palácio do Planalto, Ribeiro negou que defenda a violência na educação. Em um vídeo gravado durante um culto, publicado em 2016, mas que circulou nas redes sociais na semana passada, após sua nomeação para o cargo, ele defende o castigo físico na educação de crianças, chegando até mesmo a dizer que a “dor” é necessária. 

“Jamais falei de violência física na educação escolar, nunca defenderei tal prática que faz parte de um passado que não queremos de volta. Entretanto, vale lembrar que devido à implementação de políticas e filosofias educacionais equivocadas no meu entendimento, que desconstruíram a autoridade do professor em sala de aula, o que agora existe são episódios de violência física de alguns maus alunos contra o professor. As mesmas vozes críticas da sociedade devem se posicionar contra esses episódios com a mesma intensidade”, disse o ministro, segundo publicado pelo jornal O Globo. 

‘Não estava tudo errado’

Ribeiro afirmou que não poderia ser “injusto” e “desmerecer que grandes educadores deram legítimas e valiosas contribuições” para o setor, mas argumentou que métodos equivocados teriam causado males para a educação. 

“Não estava tudo errado, mas o que vemos como resultado de políticas implementadas é que levaram ao que vemos nos dias de hoje na escola, sobretudo com nossas crianças”, opinou. “Queremos abrir grande diálogo para ouvir acadêmicos e educadores que, como eu, estão entristecidos com o que vem acontecendo com a educação no país. Haja visto nossos referenciais e colocações no Pisa [Programa Internacional de Avaliação de Alunos]”, acrescentou. 

O novo ministro disse ainda que defende um estado laico. Formado em teologia e direito, Ribeiro é professor e pastor da Igreja Presbiteriana. 

“Conquanto tenho a formação religiosa, meu compromisso que assumo hoje ao tomar posse está bem firmado e localizado em valores constitucionais da laicidade do estado e do ensino público. Assim, Deus me ajude”, afirmou. 

Bolsonaro participa por videoconferência

Milton Ribeiro é o quarto ministro da Educação desde o início da gestão do presidente Jair Bolsonaro. Antes dele, passaram pela pasta Ricardo Vélez Rodriguez, Abraham Weintraub e Carlos Alberto Decotelli, que nem chegou a tomar posse. 

O presidente, que nesta quarta-feira (15) disse que seu segundo teste para a COVID-19 deu positivo, participou da cerimônia por videoconferência. 

Aulas matutinas para crianças expostas ao rigor do inverno. Falta de bom senso e irracionalidade

Geada

As aulas para crianças, pelo mínimo até 10 anos, nas redes estadual e municipal, devido ao rigor do inverno, deveriam – obrigatoriamente – serem a tarde. Até por uma questão de bom-senso.

É um crime contra a saúde dos pequeninos essas aulas as 8 horas da manhã. Primeiro, que as crianças precisam acordar bem antes. Segundo, o alto índice de infecções, derivadas da exposição ao frio, trás, embutida em si mesmo, inúmeras doenças, peito, garganta, gripes…Isso acaba gerando despesas para as famílias e sofrimento para as próprias crianças, que são expostas ao rigor de um inverno, como o gaúcho, devido a nossa ausência de senso-crítico.

Ademais, é sabido que as crianças – assistindo aulas – em condições climáticas mais aceitáveis – tem um melhor aproveitamento relativamente à aprendizagem.

No ensino rural matutino, onde as crianças ainda dependem de transporte, é um martírio ainda maior, um legítimo quebra-gelo.

Abolida a biometria para as eleições municipais

TSE seguirá recomendação sanitária e excluirá identificação biométrica no dia da votação.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seguirá recomendação apresentada na noite desta terça-feira (14) pelos infectologistas que prestam consultoria sanitária para as eleições municipais, e vai excluir a necessidade de identificação biométrica no dia da votação.

FONTE OFICIAL – TSE

A decisão foi tomada pelo presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, após ouvir os médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês, Marília Santini, da Fundação Fiocruz, e Luís Fernando Aranha Camargo, do Hospital Albert Einstein, que integram o grupo que presta a consultoria.

Técnicos do tribunal também participaram da primeira reunião da consultoria sanitária, que é prestada de forma gratuita e pretende estabelecer um protocolo de segurança, que deverá ser replicado em todas as seções eleitorais do Brasil.

Para decidir excluir a biometria, médicos e técnicos consideraram dois fatores: a identificação pela digital pode aumentar as possibilidades de infecção, já que o leitor não pode ser higienizado com frequência; e aumenta as aglomerações, uma vez que a votação com biometria é mais demorada do que a votação com assinatura no caderno de votações. Muitos eleitores têm dificuldade com a leitura das digitais, o que aumenta o risco de formar filas.

A questão deverá ser incluída nas resoluções das Eleições 2020 e levada a referendo do plenário do TSE após o recesso do Judiciário.

Ficou definido também na reunião que a cartilha de recomendação sanitária para o dia da eleição levará em conta cuidados para: eleitores (com regras diferenciadas para os que têm necessidades especiais); mesários; fiscais de partido; higienização do espaço físico das seções; policiais militares e agentes de segurança; movimentação interna de servidores e colaboradores no TSE e Tribunais Regionais Eleitorais (TREs); populações indígenas/locais de difícil acesso; e população carcerária.

O grupo deve se reunir semanalmente para definir as regras e a cartilha de cuidados.

Durante a reunião, os três médicos afirmaram ter a avaliação de que, em novembro – quando ocorrerá a eleição – a situação da pandemia estará em condição bastante inferior à registrada atualmente.

O objetivo do grupo será “proporcionar o mais alto grau de segurança possível para os eleitores, mesários e demais colaboradores da Justiça Eleitoral” por conta da pandemia da Covid-19.

O trabalho consistirá na avaliação de todos os riscos à saúde pública durante a votação, além do desenvolvimento e divulgação dos procedimentos e protocolos sanitários e ambientais a serem adotados.

O adiamento das eleições de outubro para novembro, aprovado pelo Congresso, foi defendido pelo TSE para atender as recomendações médicas e sanitárias de que postergar o pleito por algumas semanas seria mais seguro para eleitores e mesários. Conforme a emenda constitucional, o primeiro turno será no dia 15 de novembro, e o segundo turno no dia 29 de novembro.


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