Comunidade jurídica em luto. Morre o LFG aos 61 anos

LFG, Grande Professor, apaixonado pelo ensino jurídico, criou a rede LFG, era Mestre e Doutor em Direito, foi juiz de direito e promotor de justiça em São Paulo e partiu precocemente, deixando uma enorme lacuna no mundo jurídico. Sempre foi socialista e era filiado ao PSB.


Segundo a Revista Veja, morreu na madrugada desta quarta-feira, 1º, o deputado federal Luiz Flávio Gomes (PSB-SP). Aos 61 anos, o professor e jurista tratava um quadro de leucemia aguda há seis meses. A informação foi confirmada a VEJA pela assessoria de imprensa do parlamentar.

Luiz Flávio Gomes passou mal na noite de terça-feira e foi transferido a um hospital, em São Paulo, mas não resistiu. Em razão das recomendações dos órgãos de saúde, não haverá velório, e o corpo do parlamentar será cremado.

Eleito em 2018 com 86.433 votos, o deputado se licenciou de seu mandato na Câmara no dia 10 de setembro do ano passado. Em janeiro deste ano, realizou um transplante de medula e divulgou um vídeo em suas redes sociais no qual afirmava estar confiante em sua recuperação.

Mestre em direito penal pela Universidade de São Paulo, Doutorado na Espanha, foi juiz de direito e promotor de justiça em São Paulo. Luiz Flávio Gomes fundou, em 2003, a rede LFG de ensino telepresencial, destinada a cursos preparatórios para concursos públicos nas áreas jurídicas e fiscais. Em Santiago temos um polo do LFG/EAD, onde inúmeros advogados da região foram alunos.

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Na vaga de LFG, assume o jovem Ricardo Silva, que é filho do deputado estadual Rafael Silva (PSB). Advogado e também formado em filosofia e pós-graduado em sociologia. Foi vereador pelo PDT em Ribeirão Preto de 2013 a 2016, quando obteve 9.416 votos, sendo o parlamentar mais bem votado para um primeiro mandato.

PROGRESSISTAS: pede no STF suspensão do prazo de filiação partidária

CONJUR/RAFA SANTOS

A epidemia da Covid-19 pode inviabilizar o cumprimento dos prazos para filiação partidária, domicílio eleitoral e de desincompatibilização. Diante dessas circunstâncias extraordinárias, o partido Progressistas  ajuizou uma ação direta de inconstitucionalidade para que, em razão do estado de calamidade no pais, sejam suspensos por 30 dias os prazos eleitorais citados.

Progressistas entrou com ADI que pede a suspensão do prazo de filiação por 30 dias
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O texto — assinado pelos advogados Carlos Eduardo Frazão, Alonso Freire e Rodrigo Mudrovitsch — argumenta que a intenção da ADI não é antecipar o debate sobre o adiamento das eleições de 2020 e nem prorrogar o mandato de agentes políticos.

A legenda defende que a ação tem o propósito de sanar um estado de inconstitucionalidade circunstancial, que decorrerá da manutenção dos prazos de filiação partidária e de desincompatibilização, que terminam em 4 de abril.

A peça lembra que a pandemia tem exigido soluções novas, como as decisão do ministro Alexandre de Moraes que suspendeu por 180 dias, o pagamento das parcelas da dívida do Estado de São Paulo com a União para que o governo paulista aplique integralmente esses recursos no combate à pandemia causada pelo novo coronavírus.

O partido pede para que sejam reconhecidos todos os requisitos para proposição da ADI e a suspensão por 30 dias do prazo para filiação partidária.

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ADI 6.359