Notícia velha. Do livro A ARTE DE ENGANAR O POVO.

Santiaguense lança livro A arte de enganar o povo

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Postado por Jornal A Razão em Quarta, Agosto 5, 2009, 10:40
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O santiaguense Júlio Prates, advogado,  sociólogo e jornalista, estará lançando, dia 18, às 19h, no Memorial do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, seu quinto livro, intitulado A arte de enganar o povo.

Produzido em Santa Maria, na Pallotti Editora, e com a capa levando a assinatura do designer Guilhes Damian, da Revista Veja, o livro escrito com humor, versa sobre os embustes, golpes e manipulações que os políticos usam para enganar as pessoas.

Na verdade, segundo Julio Prates, “o livro é um texto leve, sintético e nada lembra os artigos maçantes e cansativos. A temática é a política, mas sob uma ótica diferente”, observa o autor. 

Com puro escárnio e deboche, Júlio sintetizou, praticamente, tudo que é importante para os políticos. O livro, considerado polêmico, mostra que tudo na política e nos políticos é mentira, desde a forma como cumprimentam as pessoas, beijam uma criança, abraçam um velhinho e se comportam num velório. Explica Julio Prates que são dezenas de situações reunidas e analisadas, por exemplo, as roupas, joias, perfumes, cabelo, unhas, dentes, hálito, aniversário, horóscopo.

”O livro é curioso, pois ensina como mentir, como construir discursos sobre cada situação, ensina como enganar, mas revela-se extremamente útil por escancarar todos os expedientes manipulatórios que os políticos usam para enganar o povo”, comenta Prates.

A definição de política na visão de Prates é curiosa “é falar várias linguagens embutidas numa só, é aparentar uma coisa e ser outra, é dizer uma coisa e fazer outra”. Nada escapa da fúria literária de Prates, albergues, saúde, amantes, roubos, corrupções, esquerda, direita, gays, religiões, casamento, filhos bastardos, imprensa, militares, poder judiciário. O estilo de Prates lembra Maquiavel, embora resguardadas todas as particularidades do contexto, época. O livro contém 175 páginas, divididas em seis capítulos.

O primeiro livro de Julio Prates foi “O Papel do Jornal”, editado em 2003; depois,” O que importa em Oracy”, em 2004, e “Boca de Lobo” e” Pampa em Progresso”, lançados juntos em 2006.

O lançamento do livro “A Arte de Enganar o Povo” deve acontecer até outubro deste ano. A situação de alerta epidemiológico por causa da gripe A, fez com que a sessão de autógrafos fosse transferida do próximo dia 22 de agosto, para uma data ainda a ser marcada. Apesar disso o livro estará sendo comercializado nas principais livrarias ao valor de R$ 30,00.

LIVRO: A ARTE DE ENGANAR O POVO

Esta é a contra-capa do meu livro A ARTE DE ENGANAR O POVO. Nos próximos dias, vou divulgar, gratuitamente, meu livro na internet, no meu blog. Sem falsas modéstias, meu livro está assumindo um espaço fático tão real em suas análises que chega a assombrar. É minha forma de contribuir com a política, ou seja, para depurificação tão necessária e para que as pessoas entendam como são as técnicas de manipulação e enganação usadas em busca do voto.

 

Esse livro seria usado com meu TCC na pós-graduação em Letras que fiz. Contudo, não encontrei ninguém que entendesse de jogos de linguagem, linguagem figurada, cabala e construções linguísticas. 


Mesmo assim, o livro foi Editado, foi um tremendo sucesso, mas um tanto incompreendido, em 2009. Hoje, recebo pedidos de todo o país, é incrível como tudo se espalhou. E, ademais, o livro virou profético, embora o viés do sarcasmo e da realidade crua como abordei certos assuntos.



Só alerto que o livro não está mais a venda.

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DO AUTOR E SUA OBRA

Júlio Prates, nasceu e cresceu no Pampa gaúcho. É fronteiriço, recluso e maldito. Viveu longe do pago por duas décadas. Cursou Sociologia, Direito e pós-graduou-se em Letras e Sociologia. Apaixonado por política e militante anti-globalização, voltou-se para as questões locais: economia, política, valores e ritos do interior gaúcho. Isolado e incompreendido, transita entre a marginalidade e a maledicência. Para muitos, um louco, para outros tantos, um gênio.

Escreveu alguns livros, todos de caráter fortemente regional. Agora, com A ARTE DE ENGANAR O POVO, estréia um novo estilo. Em um viés sarcástico e ousado disseca as situações políticas e sociais do dia-a-dia. Ensina como os políticos se mimetizam sorrateiramente em meio ao povo. A imprensa gaúcha já começa a defini-lo como o novo príncipe, associando sua escrita ao estilo de “O Príncipe” de Maquiavel. Júlio é o maquiavélico da era digital, da brevidade dos e-mails e, por essa razão, não se volta aos impérios e tronos, mas aos pequenos reinos e feudos da manipulação, assentados na mentira que permeia a politicagem contemporânea.

É de Rousseau a célebre frase: “Maquiavel, fingindo dar lições aos reis, deu grandes lições aos povos”. Resguardadas as particularidades, contexto e época, Júlio Prates também finge ministrar valiosas lições aos políticos; mas, na verdade, está municiando o povo acerca das artes, técnicas, macetes e artifícios que os políticos utilizam para enganarem e ludibriarem seu eleitorado.

Guilhes Damian, Revista Veja, São Paulo, 2009.

 

O outro lado da vida, o pós-morte e o vir-a-ser

Ao tomarmos um raciocínio como verdadeiro, absoluto, dogmático e único, estabelecemos as premissas que julgamos ser universais. Bem, o absoluto, é o ponto de partida para a reflexão em cima de qualquer construção discursiva.

O discurso deísta, assim como o discurso ateísta, parte do pressuposto de que suas verdades são únicas, absolutas, dogmáticas e verdadeiras. Assim ocorre com os espíritas, com qualquer credo e qualquer não-credo, pois o próprio ateísmo é um credo, assim como o agnosticismo.

A morte é absoluta?

Eu diria que, hoje, é. Dependendo do enfoque. Meu corpo vai ficar, a vida vai sair. Mas o que sai do corpo?

É claro. Todos logo têm a resposta na ponta da língua. A alma. O espírito.

Muito bem.

O pós morte é o começo de toda a fantasia. E tudo com direito a alegorias, seja na versão espírita, seja a visão de vida eterna com o céu e o inferno … tem até um estágio no purgatório. Até hoje não entendi bem se o purgatório é uma ante-sala do céu ou do inferno. É como um estágio probatório da alma. Já Stephen Hawking, o nosso deus do ateísmo, assegura que após a morte vem o breu. O nada.

Sou dado a estas reflexões. Volta e meia ocorre-me uma certa realidade paralela. Eu vivo sozinho, isto é público. Mas vivo sonhando que existe um monte de gente ao meu redor. Não sei se é sonho, não sei se é uma realidade paralela, acho que ainda vamos levar um tempo para entender nosso cérebro.

Não entendo como é a questão da consciência no espiritismo. Mas é uma versão bem interessante, pelo menos não é tão monótona como a vida eterna. Imaginem que castigo viver para sempre.

Eu noutro corpo, até não é má ideia.

Pela versão espírita, sou uma alma reencarnada.

Pela versão deísta, sou uma única alma.

Quem tem razão nisto tudo?

Eu mesmo respondo: ninguém.

O ideal seria morrer e voltar para contar a história. Mas até hoje isto não aconteceu. E então vamos indo. Caminhando e cantando, cada qual com sua versão. Cada qual com sua crença, cada qual com sua ilusão.

Meu sonho era morrer e poder voltar, nem que fosse para fazer uma postagem, breve e rápida, fazendo um pequeno relato sobre como é a vida do outro lado.

Se existir; e o Hawking não tiver razão.

Do contrário, terá sido tudo em vão.

Atitude do bem: em Santiago, moradores instalam “Cãodomínios” para abrigar e alimentar animais em situação de rua/risco.

No que depender dos moradores de duas ruas de Santiago-RS, o inverno dos cães que são cuidados pela comunidade ficará mais aquecido. Sensibilizados com a causa animal e preocupados com o bem-estar dos cães que vivem em locais públicos, os moradores das ruas João Oliveira e Bernardo Zamperetti construíram e instalaram casinhas comunitárias de cachorros (com colchões e cobertas) nas calçadas, as quais receberam o sugestivo nome de “cãodomínio”. Nesses locais, além do abrigo, são alimentados, recebem água, cuidados com a saúde, sendo que tudo limpo pelos moradores e é monitorado por câmeras 24 horas por dia para evitar furtos, destruições e agressões aos animalzinhos.

Essa bela atitude de proporcionar aconchego aos animais, ganhou muita repercussão viralizando nas redes sociais, como, por exemplo, na postagem feita por Dinarte Colpo (https://www.facebook.com/photo/?fbid=3108596696120546&set=a.1652124881767742).

É mais um belo exemplo de amor aos animais, ficando no mesmo nível do trabalho realizado há muitos anos por Jaísa Girelli e pela conhecida senhora Fátima Juçara junto ao grupo SOS Cachorros Perdidos (cães e gatos, link https://www.facebook.com/soscachorros.perdidos).

Cabe lembrar que a Lei Federal sob o nº 9.605/98 estabelece que “Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais é crime grave”, prevendo pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa, agravada em até 1/3 em caso de morte do animal.

Deixamos essa mensagem bíblica constante em Provérbios 12:10 para reflexão:
“O justo importa-se com a alma do seu animal doméstico, mas as misericórdias dos iníquos são cruéis.”