GOSPEL PRIME
Ex-satanista foi encontrato morto em uma área de mata.

O escritor e conferencista Daniel Mastral, conhecido por sua obra “Filho do Fogo,” foi encontrado morto na noite de domingo (4) na Aldeia da Serra, em Barueri, região metropolitana de São Paulo. A Polícia Civil informou que o corpo de Mastral, de 56 anos, estava em uma área de mata, apresentando um ferimento na cabeça. Moradores locais relataram às autoridades que ouviram um “estampido” pouco antes da descoberta do corpo.
Daniel Mastral, cujo nome de batismo era Marcelo Agostinho Ferreira, ganhou notoriedade com o livro “Filho do Fogo,” escrito em coautoria com sua esposa, Isabela Mastral. A obra, composta por três volumes, conta a história de um ex-satanista que se converte ao cristianismo, abordando temas como alta magia, poder, e a batalha espiritual entre o bem e o mal. Isabela faleceu em 2021 após sofrer uma parada cardíaca causada por um infarto agudo do miocárdio.
Além de escritor, Daniel Mastral era um conhecido conferencista e youtuber, com mais de 780 mil inscritos em seu canal. Ele frequentemente participava de podcasts e palestras para discutir temas teológicos e espirituais, especialmente relacionados à batalha espiritual. Em uma entrevista concedida em fevereiro, Mastral revelou que deixou o satanismo após ser instruído a realizar um sacrifício humano, tarefa que ele se recusou a cumprir por falta de “sangue frio” e coragem.
Nascido em 9 de março de 1967, Daniel Mastral era uma figura influente na discussão de espiritualidade e teologia no Brasil. Ele foi casado com a médica Isabela Mastral, com quem teve um filho, Mikhael, que infelizmente se suicidou em 2018. Mikhael havia sido diagnosticado com depressão e Síndrome de Borderline.
Mastral escreveu ao todo 14 livros e foi reconhecido pelo Prêmio Areté por sua obra “Voz do que Clama no Deserto.” Sua morte marca o fim de uma trajetória marcada por controvérsias, superações e uma dedicação intensa ao estudo e disseminação de temas espirituais.
NOTA DO BLOG
A morte de Daniel Mastral evidencia a extensão da quantidade de pessoas que seguem o satanismo. E o que é pior, as escolas estão cheias de crianças e pré-adolescentes simpatizantes do satanismo. Eu sei bem o que estou falando e fui vítima direta disso tudo, embora a omissão e a falta de compreensão quando levantei o assunto. Como sempre, preferiram me culpar, mas eu não me importo, conheço tão bem as religiões a ponto de não seguir nenhuma. E sei da ignorância que grassa.
Aqui bem ao nosso redor existe um templo satanista e os ensinamentos são chocantes, especialmente para crianças, pré-adolescentes e adolescentes.
Eu ouso dizer que as autoridades não sabem trabalhar o ocultismo e nem a proliferação desses rituais satânicos, pois a invasão das escolas é cada dia maior.
É assombroso que, em nome da liberdade de culto, alargou-se demais o conceito e extrapolou-se para o satanismo. Pessoalmente, eu não acredito em nada, mas não vejo como saudável os ensinamentos perversos do satanismo, onde é ensinado a odiarem os pais e os familiares. Ademais, o sexo desenfreado e sem parâmetro – como a busca do prazer último – é uma escolha questionável, pois leva tudo ao nada, quase um niilismo, sem Nietzsche, embora os satanistas adorem – a obra do filósofo alemão.
Nos EEUU existem até capelães satanistas, tudo em nome da liberdade de religião, embora se ignore a extensão complexa dos rituais afins, onde existe canibalismo e paladar com sangue raro infantil. Não sem razão, sempre por trás do descobrimento de crianças sumidas estão esses rituais.
Dias atrás, alta madrugada, eu assistia a uma palestra de um pastor que houvera sido satanista e ele deu detalhes da preciosidade de um corpo de criança, assim como seu sangue.
Como não existe debate acadêmico sério no Brasil e a omissão é geral nas autoridades, todos têm medo de tocar nessa ferida exposta, embora todos fiquem chocados quando aparece um corpo vitimizado por esses rituais, como aconteceu recentemente no cemitério do município de Formigueiro.
Estava na hora de pararmos de brincar com sangue inocente, pois o próprio Mastral denunciou que ele se negou a praticar um ritual com um ser humano, pressuposto claro que esses rituais apelam para o lado mais obscuro e doentio dessa crença e dessa fé.
Sejamos claros, alguém desconhece que nossos cemitérios são palcos desses rituais?
Outro dia um amigo meu, um senhor idoso, foi levar flores no túmulo dos seus pais e se defrontou com um pequeno caixão, pouco maior que uma mão, mas altamente trabalhado e já cheirando à carniça, é óbvio que esse ritual primário, é onde colocam o nome de uma pessoa e prensam no meio de carne.
Enquanto isso, apenas tento inutilmente levantar o debate sobre o perigo desses rituais, onde inverteram todas as lógicas do ocultismo, que, a rigor, não se presta para isso, embora seja altamente usado.


