Quem é o dono do campo que vai sacudir a política de Santiago?

Eu sempre ouvi a versão que o dono do campo era o conselheiro Marco Peixoto.

Só que bastou buscarmos as informações corretas na Prefeitura de Santiago, surge a surpresa: o dono do campo não é o MARCO PEIXOTO.

Afinal, o que tem de errado em ser dono de um campo dentro da cidade?

Afinal, nada. Nada demais.

Exceto se o dono for uma pessoa, apenas uma, aí tudo se complica. E como eu não ligo muito para a política local, vou deixar para o irmão MAGDIEL expulsar os vendilhões do templo. Afinal, o escândalo está armado e tudo pronto para ser detonado.

 

Diálogos com meu amigo KAMAL KARIN

Hoje a tarde, antes de chuva, voltava da farmácia e reencontrei meu prezado amigo KAMAL KARIN ATIYEH. Ele, sempre gentil e cortês, vendo que era eu, parou, apertou-me a mão e nossa conversa estendeu-se. KAMAL é muito inteligente e ele é um dos poucos em Santiago que conhece minhas posições sobre a Palestina.

KAMAL é Palestino, embora tenha cidadania norte-americana e brasileira, nunca deixou de lado a questão palestina, sabe o que ocorre em GAZA e é muito conhecedor da política mundial.

Sempre conversar com o KAMAL é um excelente diálogo, ele sabe até detalhes com o que aconteceu com os evangélicos brasileiros, hoje todos pró-Israel e sempre defendendo o sionismo e confundindo o sionismo com o semitismo e acusando quem se apõem ao massacre em GAZA de anti-semita, como se os palestinos também não fossem semitas. A confusão aqui em Santiago é generalizada, tem ate um professor, que adora me atacar, mas que ainda não entendeu que eu sou anti-sionista e totalmente a favor do povo palestino.

Adorei rever esse velho amigo, e conjugar ideias, pois estamos no mesmo campo ideológico e temos amplas afinidades de ideias.

KAMAL me perguntou da NINA, embora ele saiba tudo que uma pessoa que se dizia meu amigo armou contra mim. Toda a comunidade palestina sabe tudo,  sabem do meu amor pela criança e sabem  o que estou passando e tudo o que eu perdi e tudo que me tiraram. Só esqueceram-se quem sou eu, que eu não rendo e não cedo para ninguém, nem na morte.

Laços sanguíneos dispersos e um cemitério sem cruzes, bem pertinho de nós

 

JANDIRA SOARES DE LIMA
JANDIRA SOARES DE LIMA

Hoje eu vi pelo facebook uma prima minha homenageando seu pai em Júlio de Castilhos, que estava de aniversário.

Poucas pessoas entendem que o irmão de minha mãe GARIBALDE SOARES DE LIMA, quando chegaram da ARGENTINA com meu avô, esse meu tio foi para a  Colônia Israelista Philippson,onde hoje é Itaara, embora toda a famíia tenha se radicado em Júlio de Castilhos. Como esse meu tio falava mais em espanhol, logo ganhou o apelido de Castelhano. Itaara emancipou-se de  Santa Maria agora bem recentemente, em 1995 e a comunidade judaica sempre dividiu-se entre SANTA MARIA e JULIO DE CASTILHOS.  O município de Júlio de Castilhos, no Rio Grande do Sul, foi oficialmente fundado em 14 de julho de 1891, quando o Distrito de Vila Rica foi emancipado politicamente para constituir o município, inicialmente chamado de “Município de Vila Rica”. Posteriormente, em 1904, o nome foi alterado para “Município de Júlio de Castilhos”, em homenagem ao político Júlio Prates de Castilhos. Já SANTA MARIA foi oficialmente fundada em 6 de abril de 1876

O nome de solteira de minha mãe é JANDIRA SOARES DE LIMA . Eu fiquei sabendo histórias da minha mãe contada por uma prima que mora no ALTO URUGUAI e ela era muito detalhista em seus relatos.

A minha mãe era uma personalidade muito forte, tanto que diferentemente dos seus irmãos, nunca quis visitar sua mãe, porque ela traiu meu avô e foi embora o amante e constituiu família em TRÊS PASSOS. Os meus tios não se importaram, afinal era a mãe deles, mas JANDIRA morreu sem falar com sua própria mãe, porque ela não aceitava a traição.

Eu queria mostrar para a ELIZIANE que o cemitério não tinha cruzes, nenhuma cruz.
Eu queria mostrar para a ELIZIANE que o cemitério não tinha cruzes, nenhuma cruz. Os judeus nunca aceitaram JESUS CRISTO e nunca foram cristãos (alías, até hoje mantem a tradição).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Meu avô ficou sozinho e criou os 3 filhos sozinhos no RINCÃO DOS SOARES e na ARGENTINA, Foi ao voltar da Argentina que Castelhano foi morar na comunidade judaica Philippson e nunca mais saiu de lá. A título de curiosidade, eu quase matei a ELIZIANE, mãe da NINA, ao entrar no cemitério Judaico Philippson, pois vinha  um carro em alta velocidade, de Júlio de Castilhos, e eu entrava muito devagar e quase deu o acidente fatal. Confesso que levei um susto muito grande, mas felizmente escapamos bem. Seria uma ironia morrer na porta do cemitério e não fiquei com boa impressão do lugar.

Minha mãe apenas chorava quando falava em sua mãe, mas negou-se a vê-la em vida, porque traição para ela era um ato abominável e imperdoável.