AGENDA DO PODER
Luiz Inácio Lula da Silva defendeu publicamente uma reforma estrutural do Poder Judiciário e cobrou investigações profundas. A manifestação ocorreu após os desdobramentos do escândalo envolvendo o Banco Master e o Supremo Tribunal Federal (STF), que colocou ministros da corte sob forte pressão pública.
Em entrevista à TV Globo, o chefe do Executivo expressou preocupação com o impacto do caso no cenário político e detalhou suas propostas para o setor.
Lula classificou o caso do Banco Master como um dos episódios mais graves e defendeu que as denúncias envolvendo magistrados do STF sejam rigorosamente apuradas. Ele confirmou ter conversado com o presidente da Corte, Edson Fachin, cobrando o devido andamento institucional das investigações.
O presidente defendeu que o debate sobre mandatos com duração determinada para os ministros do Supremo tornou-se irreversível. Atualmente, as indicações garantem permanência no cargo até a aposentadoria compulsória de 75 anos.
Foi sugerida a rediscussão das regras de indicação de novos ministros.
Prevenção de Conflitos de Interesse: O presidente sugeriu mecanismos mais rígidos para barrar potenciais conflitos éticos e de interesses dentro das altas cortes judiciais.
