A situaçao da CORSAN no RS virou um escândalo
https://www.facebook.com/reel/1467078258287333
Os defensores da privatização dos serviços públicos deviam assistir esse vídeo. É um escândalo em todo o Estado e agora surgiu até o vídeo, publicado no facebook, por isso não conseguimos reproduzi-lo.
A queixa das pessoas é estarrecedora e em nossa cidade, afora a voz do combativo vereador Dr. Diniz Cogo, as pessoas andam contando suas economias para pagar a conta de água.
Em muitos municípios o MINISTÉRIO PÚBLICO tem assumido a vanguarda da luta, enquanto em SANTIAGO eu não sei de nada.
O velório do corpo do juiz ANTÔNIO EVANGELISTA DE SOUZA NETTO
JUIZ É ENCONTRADO MORTO COM DISPARO DE ARMA DE FOGO, EM FRANCISCO BELTRÃO

FONTE – BEM PARANÁ
O juiz Antônio Evangelista de Souza Netto, 45 anos, diretor do Fórum da Comarca de Francisco Beltrão, foi encontrado morto na madrugada deste domingo, 14, em seu apartamento, no bairro Alvorada, em Francisco Beltrão, sudoeste do Paraná.
O município de Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, está de luto. Faleceu domingo o juiz Antonio Evangelista de Souza Netto, encontrado morto em seu apartamento durante a madrugada. Ele era o diretor do Fórum de Beltrão e chegou até a assumir interinamente o cargo de prefeito da cidade, em 2024, o que lhe rendeu homenagem da Câmara de Vereadores na ocasião.
A ocorrência sobre o óbito foi registrada por volta de meia-noite e vinte e cinco, quando equipes da Polícia Militar (PM) foram acionadas para atender uma situação envolvendo um disparo de arma de fogo com vítima. Ao chegarem no local, as equipes constataram que a vítima era o magistrado. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e o Corpo de Bombeiros foram até o local, mas somente puderam confirmar o óbito.
Agora, caberá à Polícia Civil investigar as circunstâncias que levaram à morte do magistrado. Ainda não há informações sobre o que teria ocorrido para o desfecho trágico do episódio. O falecimento, no entanto, vem causando grande comoção em Francisco Beltrão e no meio jurídico.
De origem paulista, Antonio Netto tinha 45 anos de idade e há pouco mais de 10 anos atuava no Sudoeste do Paraná. Dois anos atrás, quando o prefeito Cleber Fontana se licenciou, ele chegou a assumir como prefeito interino de Beltrão, ocupando por nove dias a função. Depois, recebeu uma moção de aplausos na Câmara de Vereadores pelos serviços. Além disso, ele tinha três pós-doutorados e era professor da Escola da Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (Emap) e de diversos outros institutos e universidades.
Morte de magistrado repercute até em Brasília
O falecimento do juiz vem repercutindo no meio jurídico. A Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar) e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), por exemplo, divulgaram notas de pesar, solidarizando-se com familiares, amigos, colegas de magistratura, servidores e toda a comunidade jurídica.
“Magistrado respeitado e dedicado à prestação jurisdicional, Antonio Evangelista de Souza Netto destacou-se ao longo de sua trajetória pelo compromisso com a Justiça, pela seriedade no exercício da magistratura, pela dedicação aos estudos e ao ensino, além de sua relevante contribuição ao fortalecimento do Poder Judiciário. A magistratura brasileira perde um colega valoroso, cuja atuação foi marcada pela ética, pelo conhecimento jurídico e pelo comprometimento com a sociedade”, destacou a AMB.
Já em Brasília, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) destacou que o magistrado deixa duas filhas e a esposa.
A Corte também recordou que ele atuou no STJ como juiz auxiliar temporário na Segunda Seção. “Teve destacada passagem pelo gabinete da ministra Isabel Gallotti, onde trabalhou de novembro de 2025 a junho de 2026”.
BELTRÃO AGORA
Já o site BELTRÃO AGORA+ 1 divulgou o que seguinte : A principal linha de investigação das autoridades aponta que o juiz Antônio Evangelista de Souza Netto cometeu suicídio.
Circunstâncias ainda sob investigação
A Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias da morte. Segundo o Grupo RBJ, a ocorrência envolveu registro de disparo e, entre as linhas de investigação, autoridades deverão analisar as condições do fato sem descartar hipóteses. Até o fechamento desta matéria, não havia conclusão pericial pública nem confirmação oficial sobre a causa ou a motivação da morte.
Nas redes sociais e em grupos de mensagens, passaram a circular ilações sobre a possibilidade de morte autoprovocada e sobre uma suposta relação com pressões financeiras sofridas por magistrados após recentes decisões do Supremo Tribunal Federal sobre verbas remuneratórias. Essas hipóteses, porém, não foram confirmadas por autoridades, familiares ou documentos públicos ligados ao caso. Jornalisticamente, não há base, neste momento, para afirmar a causa da morte, tampouco para atribuir eventual motivação econômica à morte.
Asfixia econômica
A discussão ocorre em um momento de tensão institucional sobre remuneração no Judiciário. Em março, o STF aprovou tese para unificar o teto salarial e limitar pagamentos extras a magistrados e membros do Ministério Público, extinguindo verbas criadas sem lei federal específica e impondo maior transparência nas folhas. O que se sabe é que com a ampla difusão e exposição pública de ministros da mais alta corte do País, que mantiveram relações com empresários e banqueiros, eles se uniram para blindar o STF numa tentativa de convencer a plateia de que são moralizadores, mudaram a atenção da imprensa e do público para promotores e juízes que estão longe das regalias de Brasília.
A decisão levou entidades da magistratura a reagirem. Em maio, a Ajufe apresentou recurso contra a limitação de proventos indenizatórios, pediu reajuste do teto e defendeu flexibilização de pagamentos que foram cortados pelo Supremo. Pela decisão, juízes, promotores e procuradores passaram a perceber proventos mensais menores, de súbito, mesmo somado o teto e verbas extras dentro do limite fixado.
A Folha de S.Paulo publicou estimativa de ministros do STF segundo a qual a remuneração média bruta de juízes cairia de cerca de R$ 96 mil para aproximadamente R$ 70 mil após a limitação. A reportagem também informou que a Corte estimava economia potencial de R$ 6,2 bilhões apenas com a magistratura. Mas, diferente do noticiado pela Folha, o impacto no holerite foi ainda maior.
Ainda assim, a existência de tensão remuneratória no Judiciário não autoriza, por si só, qualquer conclusão sobre a morte do juiz. O Ministério da Saúde define a automorte como fenômeno complexo, multifacetado e de múltiplas determinações. A Organização Mundial da Saúde orienta que qualquer cobertura sobre o tema evite espetacularização, explicações simplistas e atribuição de causa única.
Decisões sobre remuneração da magistratura — por mais controversas que sejam — afetam centenas ou milhares de juízes e promotores em todo o país, e atribuir um gesto extremo a esses fatores, sem laudos, bilhetes ou depoimentos confirmados, implica um salto interpretativo que não encontra, até agora, suporte em fontes verificáveis. Ao mesmo tempo, o atual clima de tensão entre entidades de classe e Supremo, marcado por discursos sobre “defasagem”, “silenciamento institucional” e perdas indenizatórias, ajuda a explicar por que setores da magistratura e da opinião pública estão propensos a ler tragédias pessoais sob a lente dessa “asfixia econômica” — algo que merece ser notado como fenômeno social, mas não admitido com prova quanto ao caso concreto de Netto.
SANCHES, o candidato de esquerda no Peru, ganhou apenas em 2 Estado do Brasil
O principal Estado onde SANCHES venceu a candidata da extrema-direita KEIKO foi no Rio Grande do Sul, onde ele obteve 66 votos e Keiko teve 57. O outro Estado onde SANCHES venceu foi FORTALEZA/CEARÁ e perdeu nos demais.
Mesmo no nordeste, onde o PT é forte, a esquerda só venceu em Fortaleza e os méritos foram de Ciro Gomes.
O RS seguiu a tradição de esquerda e o resultado não surpreendeu ninguém.
