Carros adesivados antes das convenções

Ei, sinceramente, acho muito estranho esse grande quantidade de carros com o adeviso Ruivo, sem sequer dizer que ele é pré candidato a deputado estadual.

É claro que esses adesivos estão fora da lei eo MPE devia agir, mas não age.

Os carros de servidores da prefeitura estão bordados de adesivos e todos errados, pois não dizem que se trata de de pré-candidato a deputado.

O que é isso ? Certeza da impunidade ou convicação de que o MPE não age?

Se fosse assim, todos poderiam postar seus carros e nunca me esqueço que  que eu levei uma multa de 83 mil reais por falar com candidatos dos meu partido, embora depois o TRE anulou tudo por unanimidade, embora o estrago na minha campanha estivesse feito.

Torno público o assunto porque não tenho medo, não como nas mãos do PP e vivo – exclusivamente – do meu trabalho. Fui convidado para ir a POA na corregedoria do MP e pode ser que saia algo novo de lá.

É tão simples para o MP, bastaria dar uma volta ao redor da prefeitura ou so centro materno infantil.

Entenda porque SANTIAGO tem um INCOR de última geração e adentrou na alta complexidade da saúde

O que políticos tradicionais não fizeram em 30, 40 anos de vida pública, bastou 3 aninhos e meio para Marcelo Brum,  radialista, aproveitar a oportunidade e mandar mais de 8 milhões de reais só para o município de Santiago, sendo mais de 6 milhões de investimentos no Hospital santiaguense, implantando o INCOR, Instituto do Coração, com aquisição de equipamentos e máquinas de última tecnologia, que vieram do Japão para o hospital de Santiago.

Os mais antigos de Santiago não imaginavam que um dia teríamos um INCOR em nossa cidade, pois era coisa grande só pra cidade grande, as capitais.
Bastou um menino, sem tradição politica nenhuma, de origem humilde, mas com visão, coragem e resiliência, assumir uma cadeira de deputado federal em Brasília, e que lembrou de seu povo, de suas origens, e não titubeou, aproveitando a oportunidade e fazendo uma política pública justa, honesta e verdadeira de benefícios as pessoas.

A grande prioridade de investimentos dos recursos públicos foram na área da saúde.

Além do INCOR, Marcelo Brum entregou uma tecnologia da Touca Inglesa para o tratamento do câncer, e durante a pandemia foram destinados, com urgência, na hora, quase UM MILHÃO de reais em respiradores para salvação das pessoas.

Nos últimos meses tenho frequentado muito o hospital santiaguense, com problemas de saúde na família, e cada vez que passo na “plaquinha de indicação do INCOR” me passa um filme na cabeça, e logo penso, muito feliz e orgulhoso de poder contribuir e ajudar as pessoas da minha região, que tanto necessitam de um bom atendimento de saúde.

Como é bom e satisfatório, quando se tem oportunidade de fazer as coisas pelas pessoas.

Fico também pensando, estes políticos que roubam, que estão no poder há muitos anos, mentindo, manipulando e cometendo toda sorte de injustiças.

Eles mentem, saem propagar suas mentiras, e com a maior cara de pau acreditam nas próprias mentiras.

Eles acham que “tramar o mau” dura para sempre.
Um dia colheremos nossa lavoura.

São os famosos psicopatas da política.
Aí eu logo penso em Deus, e o Senhor Deus me diz pra ler o Salmos 37

1. Não te indignes por causa das más pessoas; nem tenhas inveja daqueles que praticam a injustiça.
2. Pois eles em pouco tempo secarão como o capim, e como a relva verde logo murcharão.
3. Confia no SENHOR e pratica o bem; assim habitarás em paz na terra e te nutrirás com a fé.
4. Deleita-te no SENHOR, e Ele satisfará os desejos do teu coração.
5. Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais Ele fará.
6. Ele exibirá a tua justiça como a luz, e o teu direito como o sol ao meio-dia.
7. Aquieta-te diante do SENHOR e aguarda por Ele com paciência; não te irrites por causa da pessoa que prospera, nem com aqueles que tramam perversidades.
(Salmos, 37)

 

Presenças no ato em homenagem póstuma a santiaguense SÔNIA MARIA assassinada pela ditadura militar

Apesar dos jogos e sábado a noite foram muitas pessoas no ato póstumo a santiaguense SONIA MARIA DE MORAES ANGEL JONES.

Eu não conhecia todo o pessoal, exceto o Dr. Júlio Garcia e sua esposa Neuropsicóloga Rosani Garcia, a professora e advogada IARA CASTIEL e RÔMULO e sua namoada, o Historiador Finamor e sua esposa Professora LIAMARA FINAMOR, essas eram as pessoas que eu conhecia, honestamente, não conhecia as demais pessoas.

Falou um senhor de SÃO LUIZ GONZAGA, que lida com a coluna Prestes e muitas pessoas as quais eu sequer sabia o nome.

Falou JÚLIO GARCIA e a PROFESSORA IARA CASTIEL, que fez um relato pormenor quando a ditadura prendeu seu pai, o advogado NÍSSIO CASTIEL. Emocionou a todos com seu relato, com seu tom de voz e com sua narrativa brilhante.

Muito interessante o ato e isso mostra o quanto as idéias de esquerda resistem, apesar do avanço da direita.

Depois do filme sobre o cultivo de erva mate em OBERÁ, na Argentina e após um delicioso sopão.

Foi ontem a noite a homenagem a santiaguense assassinada pela ditadura militar

Sônia Maria Lopes de Moraes Angel Jones nasceu em 9 de novembro de 1946, em Santiago do Boqueirão, Estado do Rio Grande do Sul, filha de João Luiz Moraes e Cléa Lopes de Moraes.

Foi morta aos 27 anos em 1973, em São Paulo. Estudou no colégio de Aplicação da antiga Faculdade Nacional de Filosofia e, posteriormente, na Faculdade de Economia e Administração da UFRJ, mas não chegou a se formar, sendo desligada pelo Decreto nº477, de 24 de setembro de 1969.

No Rio, trabalhava como professora de Português no Curso Goiás.
Casou-se, em 18 de agosto de 1968, com Stuart Edgar Angel Jones, militante do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8).
Em 1° de Maio de 1969, foi presa por ocasião das manifestações de rua na Praça Tiradentes/RJ com mais três estudantes, levada para o DOPS e, posteriormente, para o Presídio Feminino São Judas Tadeu. Somente foi libertada em 6 de agosto de 1969, quando foi julgada e absolvida por unanimidade pelo Superior Tribunal Militar. Passou a viver na clandestinidade.
Em maio de 1970 exilou-se na França, onde se matriculou na Universidade de Vincennes e, para se sustentar, trabalhou na Escola de Línguas Berlitz, em Paris, onde lecionava Português.

Com a prisão e desaparecimento de Stuart pelos órgãos brasileiros de repressão política, Sônia decidiu voltar ao Brasil para retomar a luta de resistência. Ingressou na ALN e viajou para o Chile, onde trabalhava como fotógrafa. Posteriormente, em maio de 1973, retornou clandestinamente ao Brasil, indo morar em São Paulo. Em 15 de novembro de 1973 alugou um apartamento em São Vicente, junto com Antônio Carlos Bicalho Lana, com quem se unira. Seu apartamento passou a ser vigiado, sendo presa, juntamente com Antônio Carlos, no mesmo mês, por agentes do DOI-CODI/SP,. tendo o II Exército divulgado a notícia de que morrera, após combate, a caminho do hospital (O globo 1º de dezembro de 1973).

Foi assassinada sob torturas no dia 30 de novembro de 1973, juntamente com Antônio Carlos Bicalho Lana. (…) .

NOTA DO DR. JÚLIO GARCIA

 Nota do Editor: Tenho certeza de que a maioria dos nossos conterrâneos não tem conhecimento de quem foi a Sônia, essa jovem gaúcha trucidada em São Paulo aos 27 anos pelos torturadores a soldo da  odiosa ditadura militar. Esta postagem pretende auxiliar a recompor a verdade histórica e preencher essa lacuna existente na memória do nosso povo.
Santiago e o RS estão devendo (e por isso deveriam redimir-se, ainda que tardiamente) uma justa homenagem à esta sua filha, morta precocemente, e de forma tão infame e covarde. Jovem esta que demonstrou coragem, consciência política, determinação e amor ao seu povo – quando muitos vacilaram, se acovardaram ou mesmo traíram a Nação.
…

Neto de Heinze desiste de concorrer a deputado federal

ZERO HORA – ROSANI DE OLIVEIRA

Luís Vicente Aquino atribuiu decisão à necessidade de se dedicar à família depois da doença da avó.

Usando uma camiseta preta com a inscrição “Legado Heinze”, o neto do senador Luís Carlos Heinze, Luís Vicente Aquino, gravou um vídeo para as redes sociais anunciando sua decisão de não concorrer a deputado federal em outubro.

No vídeo, ele diz que tomou a decisão depois de muita reflexão e oração e que optou por se dedicar à família, que vive um momento muito difícil com a doença da avó, Sandra, internada em estado grave no Hospital Nora Teixeira, em Porto Alegre.

Aquino era tido como herdeiro político do senador, que está encerrando a carreira ao final do mandato, em 2027. No vídeo, ele diz que sua rotina tem sido hospital, oração e presença, “um apoiando o outro”.


NOTA DO BLOG

FOTO DE RAFAEL NEMITZ
FOTO DE RAFAEL NEMITZ

Será que essa desistência do neto do senador não fará o primeiro suplente de deputado federal MARCOS PEIXOTO entrar na disputa?

?GRAVÍSSIMO! A PF DESCOBRIU O LÍDER SECRETO DE VORCARO — E O ERRO FOI RIDÍCULO!

A Polícia Federal identificou o líder secreto do grupo de Daniel Vorcaro — e o erro que entregou tudo foi ridículo. Neste vídeo você vai descobrir como Marilson Roseno da Silva, policial federal aposentado e chefe operacional de “A Turma”, foi capturado pela PF depois de um erro impensável.

✅ Quem era o líder do grupo secreto de Vorcaro

✅ Como a PF identificou Marilson Roseno da Silva

✅ O esquema de R$ 400 mil por mês exposto

✅ O drone, o condomínio e o erro que destruiu tudo

✅ O cachorro Pitoco e o fim do esquema milionário

⚠️ Fonte: CNN Brasil — Investigação da Polícia Federal sobre o caso Banco Master

Grupo Globo recebeu R$ 267 mi de publicidade em 3,5 anos de Lula…

FONTE – PODER 360

Empresa da família Marinho teve 25.6% do total investido em propaganda pelo Palácio do Planalto desde janeiro de 2023. Leia no Poder360.

A cifra se refere ao período de 1º de janeiro de 2023 (quando Lula assumiu o 3º mandato) a 15 de junho de 2026. Esses R$ 267 milhões equivalem a 25.6% de tudo o que a administração petista gastou no período com propaganda, mas só a partir da conta do Palácio do Planalto.

REDE GLOBO É SÓCIO DE OPERAÇÃO DE BET NO BRASIL

Grupo Globo é sócio de operação de bet no Brasil Parceria com a MGM Resorts foi anunciada em 2024, antes do endurecimento das críticas ao setor; plataforma BetMGM começou a operar em 2025…

O estranho argumento dos negacionistas climáticos

MARCO MORAES – SLER

Se o aquecimento da Terra fosse natural – e não por ação humana -, seria ainda pior.

 

 

O clima sempre mudou. Essa afirmação, repetida à exaustão por aqueles que negam que o atual aquecimento do planeta seja causado pelas ações humanas, costuma ser apresentada como se encerrasse a discussão sobre o aquecimento global. No entanto, ela contém uma meia-verdade sedutora — e um paradoxo perturbador. Se o fenômeno atual fosse mesmo apenas natural, como afirmam os negacionistas climáticos, a notícia não seria tranquilizadora; seria, na verdade, ainda mais assustadora, pois significaria que estamos diante de uma força planetária contra a qual pouco ou nada poderíamos fazer.

A história da Terra é, de fato, uma história de variações climáticas. Ao longo de bilhões de anos, o planeta alternou eras glaciais e períodos de calor intenso. Vulcões expeliram gases, continentes se fragmentaram e a órbita terrestre oscilou numa lenta dança cósmica que redefiniu muitas vezes as condições de vida por aqui. Diante dessa vastidão de tempo e dessas forças colossais, é compreensível que muita gente ouça “o clima sempre mudou” e pense que nada de novo está acontecendo. Mas é justamente aí que mora o engano.

O argumento das “causas naturais” tornou-se o refúgio predileto do negacionismo climático contemporâneo por uma razão simples: ele torna desnecessário negar frontalmente que a Terra esteja aquecendo. Basta dizer: “Sim, está aquecendo, mas não é culpa nossa. É o Sol, são os vulcões, são as correntes marinhas, é a órbita do planeta.” O problema dessa tese não é apenas contrariar um consenso científico robusto; é tentar transformar uma crise provocada por decisões humanas em um destino inevitável — e, com isso, oferecer uma desculpa conveniente para a inação.

A marca humana no termostato do planeta

A ciência do clima não ignora as forças naturais. Pelo contrário: ela as mede, compara e incorpora aos modelos. E o que os dados mostram, com clareza crescente, é que os fatores naturais, por si sós, não explicam a velocidade e a intensidade do aquecimento global desde a Revolução Industrial. A atividade solar, por exemplo, diminuiu ligeiramente nas últimas décadas, justamente quando o aquecimento apresentou uma grande aceleração. Os vulcões, por sua vez, emitem menos de 1% do dióxido de carbono lançado anualmente pelas atividades humanas. Quem acompanhou o debate sobre o clima desde o início do século XXI, como eu, deve se lembrar dos diversos artigos que previam que “o planeta vai esfriar” a partir de 2015, 2020 ou 2025 — previsões que, como sabemos, não se confirmaram.

A marca humana no clima é visível e mensurável. Ao queimarmos carvão, petróleo e gás, desenterramos em dois séculos o carbono que a Terra levou milhões de anos para armazenar. Elevamos a concentração de CO₂ na atmosfera de cerca de 280 partes por milhão (ppm), na era pré-industrial, para mais de 420 ppm hoje — um nível não visto nos últimos 3 milhões de anos. Mais da metade desse carbono foi emitida apenas nas últimas três décadas.

O jornalista David Wallace-Wells, em seu livro A Terra Inabitável, capta a essência dessa realidade: o colapso climático não é um legado distante de gerações passadas, mas a obra de uma única geração — a nossa. É um tema que também desenvolvo no meu livro Planeta Hostil, em que exploro como as ações humanas estão transformando a Terra em um ambiente cada vez mais perigoso e imprevisível.

A má notícia, que também é uma boa notícia

É aqui que surge o paradoxo central. Se a culpa é nossa, há responsabilidade; mas também há poder de ação. Se somos nós que estamos alterando a química da atmosfera, então também podemos deixar de fazê-lo. A responsabilidade humana traz consigo uma forma de oportunidade: podemos transformar nossa matriz energética, mudar padrões de consumo, redesenhar economias e regular atividades que empurram o planeta para uma zona de risco. A transição será difícil, mas é tecnicamente possível. A saída depende de decisões políticas e econômicas, não de mudanças físicas sobre as quais não temos controle.

Por que, então, tantos preferem acreditar nas causas naturais? A resposta não está apenas na climatologia, mas também na psicologia e na economia política. Dizer que o clima muda por forças naturais é abraçar o fatalismo — mas um fatalismo confortável. Se não somos os culpados, não precisamos mudar; não precisamos abandonar os combustíveis fósseis, rever o modelo de crescimento infinito nem regular as indústrias que lucram com o status quo.

O conforto enganoso da dúvida

O negacionismo climático, em sua forma moderna, não nasceu de um ceticismo científico genuíno. Ele foi desenhado, financiado e propagado por interesses econômicos bem específicos. A história documentada mostra que grandes corporações do setor de combustíveis fósseis sabiam, desde a década de 1970, que seus produtos aqueceriam o planeta. Em vez de liderarem uma transição energética, investiram milhões em campanhas de desinformação, adotando uma estratégia semelhante à usada pela indústria do tabaco décadas antes: semear a dúvida. A máxima “a dúvida é o nosso produto” ajudou a transformar um consenso científico em “debate” midiático.

O argumento das causas naturais funciona perfeitamente dentro dessa estratégia. Ele isenta a indústria de culpa e oferece ao cidadão comum uma saída confortável da angústia climática. É muito mais fácil acreditar que estamos à mercê de ciclos cósmicos do que confrontar a realidade de que nosso modo de vida está corroendo as bases que sustentam nossa existência. O negacionismo oferece uma espécie de anestesia moral: alivia a consciência, mas não interrompe o dano.

O verdadeiro preço da negação

Mas anestesia não cura ferida; apenas esconde a dor enquanto o dano avança. Insistir na tese naturalista, diante de um volume crescente de evidências — do derretimento acelerado das calotas polares à acidificação dos oceanos —, exige ignorar sinais cada vez mais visíveis. E o preço dessa recusa é o tempo. Cada ano gasto fingindo que a origem humana do aquecimento ainda está em aberto é um ano perdido para a mitigação.

O paradoxo do negacionismo climático é que, ao tentar nos eximir da culpa, ele nos condena à impotência. Se o aquecimento fosse natural, a única resposta racional seria preparar-se para o colapso de muitas das nossas certezas geográficas, econômicas e sociais. Não haveria conferências do clima, metas de redução de emissões ou transição energética capazes de atacar a causa do problema; haveria apenas adaptação, resignação e gestão de um declínio potencialmente tenebroso.

Felizmente, a ciência nos diz o contrário. O fato de sermos os arquitetos dessa crise é, paradoxalmente, a melhor notícia que poderíamos ter. Significa que ainda existe uma alavanca de controle. A Terra não está simplesmente nos expulsando; nós é que estamos mexendo no termostato. Reconhecer a autoria humana do aquecimento global não é um exercício de culpa estéril, mas o primeiro passo para recuperar algum controle sobre o futuro.

O futuro não será decidido pelos movimentos do oceano, pelos ciclos solares ou pela órbita terrestre. Será decidido por nós. A crise climática é o grande teste de maturidade da nossa época: ou abandonamos o conforto das ilusões e assumimos responsabilidade pelo mundo que habitamos, ou aceitaremos a impotência como destino. Reconhecer a autoria humana do aquecimento global não é ceder à culpa; é recuperar a possibilidade de agir. A responsabilidade pesa. A impotência pesaria muito mais.