Ex-diretor da CIA pede destituição de Trump por ‘instabilidade mental’

ICL – Por Telesur – Brasil de Fato

John Brennan declarou que presidente sofre de transtorno e que seu controle sobre arsenal nuclear representa ‘risco’.

O ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), John Brennan, apoiou nesta segunda-feira (13) a destituição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por “instabilidade mental”, após suas ameaças temerárias contra a civilização iraniana, argumentando que sua permanência no cargo representa um perigo iminente para milhões de pessoas.

Durante uma entrevista a um veículo internacional, Brennan — que dirigiu a inteligência americana sob o governo de Barack Obama — afirmou que a 25ª Emenda da Constituição do país, que regula a destituição involuntária de um mandatário, foi redigida especificamente para um perfil como o de Trump.

Ele enfatizou que o presidente apresenta um transtorno mental manifesto e representa um ônus tão grave que não deveria ser autorizado a continuar como comandante-chefe, dado o imenso poder que detém sobre o arsenal nuclear.

A reação do ex-funcionário surge após as ameaças feitas por Trump em 7 de abril, quando ele advertiu que a civilização iraniana poderia ser exterminada caso seu ultimato não fosse cumprido — declaração interpretada como uma alusão direta ao possível uso de capacidades atômicas.

Diante dessa escalada hostil, mais de 70 congressistas democratas apoiaram a aplicação da 25ª Emenda, segundo informações de veículos americanos, refletindo uma crescente preocupação no Legislativo com o discurso do Executivo.

Apesar da pressão política exercida, analistas apontam que a probabilidade de uma destituição é praticamente nula. Isso se deve à lealdade incondicional do vice-presidente JD Vance e da maioria do gabinete ao presidente Trump.

No entanto, a tensão internacional continua aumentando após o fracasso das conversas de paz com Teerã, realizadas no sábado (11). Longe de buscar uma desescalada, o presidente americano declarou não ter interesse no retorno do Irã à mesa de negociações.

Além disso, ratificou sua ameaça de iniciar nesta segunda-feira (13) um bloqueio militar no estreito de Ormuz, aprofundando a crise e o risco de retomada das hostilidades na região.

Orbán, da extrema direita, perde eleição na Hungria

  • Paul Kirby, Rita Palfi e Nick Thorpe
  • Role,Da BBC News em Budapeste

Em um discurso aos apoiadores, Orbán (FOTO) disse: “O resultado da eleição é claro e doloroso”.

Já Magyar disse que recebeu uma ligação de Orbán, na qual ele concedeu a derrota: “Viktor Orbán acabou de me ligar e nos parabenizou pela nossa vitória”.

Em seu discurso de vitória em Budapeste, Magyar disse: “Juntos, libertamos a Hungria e nos livramos do regime de Orbán”.

Ele acrescentou que “o amor venceu hoje, porque o amor sempre vence”, e agradece aos húngaros por “não terem tido medo”.

Com 96,37% dos votos apurados, projeta-se que o Tisza, partido de Magyar, tenha 138 cadeiras e o Fidesz, de Orbán, 55. Se o resultado se confirmar, isso quer dizer que o Tisza conseguiu mais de dois terços das cadeiras do parlamento húngaro, número necessário para mudanças constitucionais. Ou seja, uma vitória esmagadora.

Orbán disse em discurso aos apoiadores que a tarefa deles é clara: “Não temos o peso de governar o país, então temos de reconstruir nossas comunidades”.

E prosseguiu: “Nós nunca desistimos — isso é algo que as pessoas sabem sobre nós: nunca desistimos. Os dias que virão serão para curar nossas feridas”.

QUEM É PETER MAGYER

Peter Magyar, de 45 anos, é um ex-membro do Fidesz, partido de Órban, que ingressou no partido como um estudante entusiasmado, casou-se com a ex-ministra da Justiça do Fidesz e trabalhou como diplomata húngaro em Bruxelas.

Em fevereiro de 2024, ele abandonou o partido e todos os seus cargos em empresas estatais de repente e concedeu uma entrevista que obteve dois milhões de visualizações em poucos dias, acusando o governo de covardia e corrupção. Ele então fundou o partido Tisza, nomeado em homenagem a um afluente do Danúbio.

De figura esguia, vestindo camisas e jaquetas impecáveis, Magyar parecia sofisticado e urbano demais para conquistar o eleitorado rural, mas provou ser um forte desafiante.

Orbán, de 62 anos, é um rapaz do interior que fala húngaro local, enquanto Magyar é um advogado formado em Budapeste.

Consciente de que seu status como membro da elite metropolitana pode torná-lo menos atraente para os eleitores rurais, Magyar percorreu o interior incansavelmente nos últimos dois anos, atraindo grandes multidões.

Ao contrário de Orbán, que discorre com entusiasmo sobre política global em seus discursos, Magyar se concentra em questões internas como saúde, educação, transporte e despovoamento rural.

Banco Digimais é o próximo caso do mercado ou só mais um alerta? (32 minutos)

BANCO DO BISPO EDIR MACEDO e LÍDER DO PARTIDO REPUBLICANOS ESTÁ NUMA SITUAÇÃO DELICADA.

O que se lê nas redes sociais é uma possível fraude de 8.5 bilhões e o BANCO CENTRAL deveria se explicar, porque o DIGIMAIS estava captando recursos de seus clientes e pagando uma taxa de 125% aa  de CDB e isso é indicativo igual ao que o Banco Master fazia com seus clientes. O Banco Master pagava taxas de 140% aa. Para muitos clientes oferecia-se taxas de até 190% ao ano.