*JULIO PRATES
O brilhante deputado federal CHICO ALENCAR, PSOL, decidiu levar ao MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL a denúncia de adultização de crianças e adolescentes ao partir das denúncias do youtuber FELCA.
Eu, como sociólogo, entendo que o furo é muito mais embaixo. A cultura está na moda, e as mães, particularmente as mães, vestem suas filhas adolescentes como se fosse adultas, somente para atrair atenção do sexo oposto. Não sei se é cegueira, idiotice ou estão vendendo suas filhas atrás de um suposto bom enlace.
Eu vejo meninas de 12, 13, 14, 15 e 16 anos, vestidas com roupas altamente sexistas. Collans onde mostram até os lábios vaginais das pobres filhas, barrigas sempre de fora, como tentando atrair a atenção masculina, não existe mais a cultura da mulher usar um vestido decente, que não seja puro atrativo sexual, pernas em exibição pelas longas aberturas de costuras.
Eu até entendo a indústria da moda, se existe público que compra, eles vendem. O erro generalizado é das mães que, sejam de esquerda, sejam de direita, que sequer sabem vestir suas filhas e as transformam em objetos de atração. E elas, no auges de sua insipiência, ainda acham que suas filhas estão abafando. E se veem refletidas em suas próprias filhas.
O tropicalismo brasileiro é um terreno fértil para essa prática e os homens, cada vez mais anulados pela cultura feminista, sequer reclamam, embora eu acredite que muitos pais se sintam incomodados pelas vestes de suas próprias filhas.
Outro dia quando eu escrevi que o Presidente PUTIN tinham proibido o satanismo na Rússia, recebi dezenas de whatsapp me acusando de retrógrado, quadrado e avesso a liberdade religiosa. Eu mantenho da minha acusação: os tribunais do nosso país está se lixando para a woke do satanismo, que ensina o libertinagem sexual, práticas orgiásticas, sexo grupal e coletivo, ódio aos pais e liberação de drogas.
A adultização é o primeiro passo para o satanismo e isso é visível em Santiago e em nossa região. Há tempos eu escrevo sobre isso, e pareço um pregador no deserto.
Mas, como não escrevo para agradar anunciantes e nem sou pago para escrever, escrevo o que eu acho certo, do alto dos meus 66 anos e minha formação com 3 cursos superiores, não pretendo mudar meu rumo.

*Autor de 6 livros todos publicados pela PALLOTTI e GRUPO EDITORIAL FRONTEIRA-OESTE, jornalista nacional com registro no MtB nº 11.175, Registration International Standard Book Number nº 908 225 no Ministério da Cultura do Brasil, desde 17 de abril de 2008, Sociólogo 1983/1987, 90/91, Advogado 1994/2004 e Teólogo 2021/2024. Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual 2007/2008, com o livro A LINGUAGEM JURÍDICA NA IMPRENSA ESCRITA e também Pós-graduado em Sociologia Rural, 2000/2001, com o livro O IMPACTO DO MERCOSUL NAS PEQUENAS PROPRIEDADES FAMILIARES DO RIO GRANDE DO SUL ( não editado).
