Casamento trabalhista em Santiago

Hoje conversei o Professor Lucas Figueira, Presidente do extinto PTB. Ele me disse que, em nível nacional, está sendo acordada uma fusão com o Patriotas.

No RGS, apenas com o tal Sabino, eleito deputado estadual, parece que poucos querem seguir o líder. Sabino torrou quase 1.5 milhão da verba pública do fundão num único candidato que fez menos de 3 mil votos. O PTB não é partido sério, o que fizeram com os candidatos que não são aliados do presidente estadual foi um absuurdo completo.

Em Santiago, pelo que eu fiquei sabendo, a tendência é o ingresso coletivo no PDT.

Eu acho o PDT um partido sério, até certo ponto, pois no rateio das verbas públicas andou que muito perto do PTB,  massacrando os novos.

Por outro lado, eu conheço o PDT de longas décadas e nunca se firmou como uma alternativa de poder. Sempre a reboque e Ciro colheu o seu último fruto. Mas não aprendeu nada. O partido é um penduricalho do PT, não tem uma discussão séria sobre o tamanho do Estado, não tem debate sobre economia e nem sobre os costumes. Não sem razão virou um apêndice apendicite do PT. Quem duvidar que olhe o apoio a Eduardo Leite, um notório privatista, que, agora, diz que não vai mais vender o Banrisul, para atrair os petistas, mas também não apóia Lula e nem abre o voto em Lula. No fundo, eu acho que o Eduardo vai votar no Bolsonaro, por isso que ele não admite o voto em Lula. É minha opinião.

Por outro lado, o apoio do PDT nacional a Lula é acrítico, e Ciro engoliu tudo o que disse. Não é um homem de palavra.

Mas eu acho que o grupo do PTB, sob a liderança de Lucas, é um grupo bom e decente. O PDT em Santiago é um baita partido, gente decente, gente muito honesta e honrada. Dará um belo casamento.