Será que os teóricos da educação em Santiago não pensam?
Será que não pensaram que poderia trocar de governo?
Será que nunca leram uma linha crítica a concepção militar de educação?
Apostaram no escuro, num projeto fracassado?
Em SANTIAGO ninguém pensa?
Ninguém lê outra versão, aém do óbvio?
E AGORA SANTIAGO?
