O sonho de um homem ridículo

*JULIO PRATES

Esse é um conto de Fiódor Dostoiévski, escrito em 1877, e narra a história de um homem que  vivia sem sentido.  Certa noite, sai com seu revólver para se dar um tiro quando é interrompido por uma menininha carente na noite de São Petesburgo. Ignorando a menina, ele decide não se matar naquela noite e volta para casa e tem um sonho. 

Não vou contar drama do conto, até porque me vi muito nele.

O que foi feito contra mim por dentro do poder judiciário, com a presença de altas figuras, tinha um escopo claro: que eu fosse levado ao suicídio. E tudo começou dia 12/12/22.

Notei a podridão do poder judiciário e o quanto tudo é usado para atingir os mais pobres, exatamente como asseverou o presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, que afirmou em dezembro de 2025, que existe  uma justiça branda para ricos e poderosos, e uma “quase medieval” para os pobres.

O Ministro Herman Benjamin criticou a desigualdade no tratamento, defendendo que prisões e absolvições devem ser iguais para todos, destacando a necessidade de superar essa Justiça de classe. 

O que eles acertaram é que minha filha era a única fortuna que eu tinha, o único sentido e o único significado. Só que eles não se tocaram que eu tinha outro lado. Um lado oculto e sobre o qual eles não têm controle. E aí será meu acerto de contas.

Também paro por aqui, porque não posso contar a história e nem o desfecho da história.

A cabala, o ocultismo e a realidade …

Mas todos verão o que virá.


* Autor de 6 livros  todos publicados pela PALLOTTI e GRUPO EDITORIAL FRONTEIRA-OESTE, jornalista nacional com registro no MtB nº 11.175, Registration International Standard Book Number nº 908 225 no Ministério da Cultura do Brasil, desde 17 de abril de 2008, Sociólogo 1983/1987, 90/91, Advogado 1994/2004 e Teólogo 2021/2024. Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual 2007/2008, com o livro A LINGUAGEM JURÍDICA NA IMPRENSA ESCRITA e também Pós-graduado em Sociologia Rural,  2000/2001, com o livro O IMPACTO DO MERCOSUL NAS PEQUENAS PROPRIEDADES FAMILIARES DO RIO GRANDE DO SUL ( não editado).