Secretário matou filhos em Goiás e suicidou-se em cima
Carta de Thales Machado foi publicada em seu perfil e posteriormente retirada do ar; homem atirou e matou os dois filhos.
TOMAZ COELHO- CNN BRASIL
Thakes matou seus 2 filhos e em seguida suicidou-se
O Secretário de Governo do município de Itumbiara, no sul de Goiás, Thales Naves Alves Machado, atirou e matou seus dois filhos, na madrugada de quinta-feira (12).
Thales integrava a administração municipal e era genro do prefeito Dione Araújo. Após o episódio, a Prefeitura de Itumbiara decretou luto oficial de três dias. O expediente administrativo foi suspenso temporariamente.
Os disparos ocorreram dentro do ambiente familiar. A dinâmica completa dos fatos ainda é apurada pelas autoridades policiais.
Morte do filho mais novo
O filho mais novo do Secretário faleceu nesta sexta-feira (13). Benício Machado tinha 8 anos de idade. O velório será no sábado (14), às 7h, na casa do prefeito Dione Araújo, avô das crianças.
O mais velho, Miguel Araújo Machado, morreu na data. Benício estava internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual São Marcos.
Nota do blog
A esposa estava com um namorado em São Paulo. Thales sabia de tudo e tinha contratado um detetive.
Preferiu matar os filhos e suicidou-se em cima.
O exemplo deverá abrir o leque para tantas esposas que traem seus maridos sem se preocuparem com a família. Não que ele esteja certo em matar os filhos inocentes. Isso nunca deveria ter sido feito. Agora, cabem aos psicanalistas do Brasil analisarem o caso e, em especial, ao saberem que boa parte da comunidade psicanalítca defende o final dos enlaces como se todos os homens fossem iguais. Thales, segundo li na imprensa, era um homem de vergonha, amava a esposa e preferiu colocar o fim no relacionamento como ele achou melhor.
Ainda não sei a opinião do meu amigo DAVI DAMIAN, mas sei que boa parte das psicanalistas que eu conheço sempre sugerem o fim do relacionamento sem se preocuparem com os filhos, que sofrerão pelo resto de suas vidas. E não pensem que eu defendo a postura de juízes e juízas que são os primeiros a fomentar a separação e sequer tentam a recuperação do casal.