Sobre o aborto

Opondo-se ao aborto, o ex-procurador da lava-jato de Curitiba, Deltan Dallagnol, declarou, em alto e boa voz que “o médico de sua mãe recomendou que ela o abortasse”.

O exemplo sintetiza o drama de todos nós. Eu não tenho nada a ver com a lava-jato, mas sou contra o aborto e uma pessoa próxima a mim  só não foi abortada porque eu não deixei e opus bárbara resistência.

Os anos e o passar da vida dirão se eu estava certo ou errado. Embora eu – hoje – tenha mais identidade com o islamismo que com o cristianismo, leiam o islã:

  • O aborto não é permitido no Islam, embora alguns estudiosos validem em casos onde há riscos de vida para mãe, a prática em si é condenada.
  • As opiniões mais flexíveis sobre o aborto sofrem de desconhecimento científico, portanto não são amparadas corretamente no Alcorão e nos hadiths.
  • O útero é um local sagrado que possui papel na criação de Allah, portanto o que está dentro não pode ser arrancado da mãe.
  • Existem punições para quem mata crianças dentro do útero da mãe, e elas estão embasadas tanto no Alcorão quanto nos relatos do Profeta Muhammad.  Fonte: iqara islam