Ex-ajudante de Jair Bolsonaro estava preso no Batalhão da Polícia do Exército, em Brasília (DF), desde 3 de maio. O tenente-coronel Mauro Cid deixou neste sábado, aproximadamente às 14h30, o Batalhão da Polícia do Exército, em Brasília (DF). Na verdade, ele deixou a prisao após ter seu acordo de delação premiada aceita pelo STF, sem interferência da PGR.
Por outro lado, abriu-se um debate jurídico muito forte no país, pois a PGR sustenta que o acordo não passou por ele e que não tem validade. Tecnicamente, sim, a delação deveria ter sim passado pela PGR, mas não obrigatoriamente, como declarou o Ministro Alexandre de Moraes.
O jornalista Noblat assegura que CID será morto, embora eu não duvide de nada e caberá a PF dar-lhe garantia de vida.
Segundo a Revista Carta Capital: “O procurador-geral da República, Augusto Aras, criticou neste sábado 9 o acordo de delação premiada firmado entre o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, e a Polícia Federal. A colaboração foi homologada pelo ministro Alexande de Moraes.
Agitado o sábado em nosso país. Muito agitado.
