Paulo Giraldelli, Doutor em Filosofia pele USP, Doutor em Educação pela PUC-SP, Professor Universitário. É o principal filósofo brasileiro.
https://www.youtube.com/watch?v=KI0Up13s9i0

Jornalista
Paulo Giraldelli, Doutor em Filosofia pele USP, Doutor em Educação pela PUC-SP, Professor Universitário. É o principal filósofo brasileiro.
https://www.youtube.com/watch?v=KI0Up13s9i0
Finalmente, após mais uma reunião, começa a ficar mais claro o espectro de oposição em Santiago.
Sem a presença do PL de Bianchini, parece que se firma o bloco de oposição, unindo PT, PDT, PTB, MDB e REPUBLICANOS, com a presença direta de MARCELO BRUM.

A mim está feito o desenho do quadro. PDT e PT marcham juntos. A direita, na medida em que MARCELO BRUM (foto) parece se definir ao lado das esquerdas, deve marchar sozinha com BIANCHINI, que tirou nota condenando reunião com o PT.
Marcelo Brum não seguiu a orientação de BIANCHINI e foi pessoalmente na reunião PDT/PTB/PT.
PT e PDT e PTB estão cada vez mais unidos. Ao que tudo indica MDB e REPUBLICANOS preferem a unidade trabalhista ao invés da liberal.
Começa a se delinear claramente o espectro opsicionista de Santiago, que deverá ter dois candidatos, sendo Bianchini de um lado e – ao que tudo indica – Marcelo Brum de outro. EMBORA seja bem cedo ainda essa construção. Bem diferente do PP que parece mais definido e mais claro para a sucessão do próximo ano.
A confusão político-ideológica fica por conta dos vereadores do PL, que estão muito próximos de Marcelo Brum. No fundo, no fundo, Marcelo sempre foi meio trabalhista e nunca escondeu suas simpatias aos programas habitacionais do PT. Isso me indica claramente que sua opção será sempre ao lado do PDT/PT. É um trabalhista enrustido. Mas é um trabalhista.

Grupo guerreiro do Líbano desafia Israel, desafia o imperialismo americano e soma-se ao lado dos Palestinos. Com mais de 100 mil homens armados, a presença do Hezbollah é um novo contorno em defesa do povo Palestino. Enquanto isso repercute em todo o mundo a forte posição da Rússia que se manifestou em defesa dos Palestinos, afinal está explícito que quem fomenta o sionismo de é o governo dos EEUU e as potências européias.

Ontem a noite o líder da resistência dos judeus brasileiros que defenden a Palestina no BRASIL, Breno Altman, comparou o sionismo ao nazismo e disse que o sionismo é ainda pior e anunciou que no Brasil existe o sionismo evangélico, que é formado por não judeus, mas que evangélicos, defendem a guerra e o massacre contra os palestinos alinhados a extrema-direita judia de Netanyahu.
Por outro lado, outra voz de judeu brasileiro que se levanta em São Paulo é de BRUNO HUBERMAN, professor da PUC-SP, grande intelectual do nosso país, que diz que o sionismo é racista e colonial.

SAIBA QUEM É O JUDEU BRASILEIRO BRUNO HUBERMAN, também defensor incansável da PALESTINA LIVRE

Segundo seu LATTES: BRUNO HUBERMAN é Professor do curso de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Vice-líder do Grupo de Estudos sobre Conflitos Internacionais (GECI/PUC-SP) e pesquisador do Instituto Nacional de Estudos de Ciência e Tecnologia para o estudo dos Estados Unidos (INCT-Ineu). Doutor em Relações Internacionais pelo Programa de Pós Graduação San Tiago Dantas (UNESP, UNICAMP, PUC-SP) com tese intitulada A Colonização Neoliberal de Jerusalém após Oslo: Desenvolvimento, Pacificação e Resistência em Palestina/Israel. Foi pesquisador visitante no departamento de Development Studies da SOAS – School of Oriental and African Studies, University of London (2018-2019) com Bolsa do Programa PDSE/Capes. Mestre em Relações Internacionais também pelo PPGRI San Tiago Dantas. Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo pela PUC-SP. Desenvolve pesquisas na área sobre Colonialismo, Racismo e Capitalismo, com ênfase os estudos de Palestina/Israel, Neoliberalismo, Espaços Urbanos, Geopolítica do Oriente Médio, Política Externa dos EUA e do Brasil para o Oriente Médio.
A pesquisa de doutorado do prof. Bruno Huberman (Relações Internacionais) foi premiada como a melhor tese do país pela Associação Brasileira de Relações Internacionais (ABRI).
Intitulada A colonização neoliberal de Jerusalém após Oslo: desenvolvimento, pacificação e resistência em Palestina/Israel, a tese foi realizada no Programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas (UNESP/UNICAMP/PUC-SP), sob orientação do prof. Reginaldo Nasser, com informações do Jornal da PUC-SP.