
JANDIRA DE LIMA PRATES, o nome de solteira dela era JANDIRA SOARES DE LIMA, sendo que os troncos dela são os SOARES, bandeirantes e assassinos paulistas, Moraes, por isso eu sou sobrinho de MARIANO MORAES DE LIMA, e da família CHAVES. Todos do mesmo núcleo do RINCÃO DOS SOARES. Déio Soares, popular Ranchão, o maior assassino de nossa região, era sobrinho-neto de minha mãe, assim como o delegado DICA SOARES, eram primos. Minha mãe me contava que quando os bandos de policiais e assassinos de alugueres andavam tentando emboscar o Ranchão, ele ía pelos fundo de nossa casa, minha mãe o servia comida e adorava pegar no colo minha irmã, então com 3 ou 4 anos, que era bem branca, loirinha, cabelinho amarelo.
Minha mãe sempre teve muito respeito pelo Ranchão e admirava sua luta. Acho que eu foi daí que derivou-se meu lado bandido, não assumido, mas que está a flor da pele nos últimos tempos. Muitos da família SOARES preferem a honra do suicídio a matarem um inocente. Contei e relatei todos esses pormenores a minha psicóloga.
Quem me criou essa situação, sem os fantoches, refiro-me a esses que vivem de fofocas e intrigas de corredores, que eu sei mais do que eles sonham.
Soares é um patronímico ibérico cujo significado é “filho de Soeiro”, nome próprio bastante comum na Idade Média, popularidade que deu origem a muitas famílias com este sobrenome. Não há consenso sobre a etimologia de Soeiro, que alguns acreditam vir de Suário, prenome com origem germânica.
