Richard Wolff explica por que atacar a Venezuela seria suicídio para os Estados Unidos
Richard D. Wolff é um renomado economista e professor emérito da Universidade de Massachusetts Amherst, autor prolífico e cofundador da organização sem fins lucrativos Democracy at Work,
Advogados já podem aderir ao IPE. A adesão é proporcional a idade

ALGO IMPOSSÍVEL FOI DETECTADO NA ANTÁRTIDA — ENTENDA O MISTÉRIO
“Persistência do DNA do esperma em células epiteliais vaginais por até cinco dias após o coito”…
OBSERVADOR – MAGDA CRUZ
As mulheres podem absorver e guardar o ADN dos seus parceiros sexuais.
É partilhada nas redes sociais a alegação de que um estudo encontrou um “microquimerismo masculino no cérebro de mulheres” e que “as mulheres podem absorver e guardar o ADN dos seus parceiros sexuais”. Em várias publicações, os utilizadores citam notícias recentes, identificando como fonte o site zap.aeiou. É uma afirmação enganadora. O estudo apontado é verdadeiro, mas as conclusões estão fora do contexto.
Verdade ou mentira, essa discussão está tomando conta dos debates mundiais sobre um estudo publicado em 2015 na Scientific Reports, e que agora voltou a tona. “Persistência do DNA do esperma em células epiteliais vaginais por até cinco dias após o coito”, afirmou que o DNA do esperma humano pode permanecer nas células vaginais por cinco dias após a relação sexual.
Que santa polêmica essa …
Neste texto, é citado um estudo de 2012 da Universidade de Seattle, nos Estados Unidos, e do Fred Hutchinson Cancer Research Center, um centro norte-americano fundado há quase 50 anos. É nesse estudo que se baseiam para afirmar que “as mulheres podem absorver e guardar o ADN dos seus parceiros sexuais”, mas erradamente.
O médico Marcelino Mota, sexólogo e especialista em Psicologia Clínica, explica ao Observador que o microquimerismo diz respeito à “presença de ADN de um indivíduo num outro geneticamente diferente”. No caso da mulher, “a gravidez é a principal causa de microquimerismo, dada a troca bidirecional natural entre mãe e feto (as células fetais podem ultrapassar a barreira hematoencefálica) e, neste caso, um feto do sexo masculino”.
