Estou no lit a serviço. Afora meu trabalho, espero encontrar o diabo e visitar uma amiga que está doente, não necessariamente nessa ordem.
DESEJO a todos uma bela e abençoada noite.

Jornalista
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Mais ataques de Israel direcionados a civis em Gaza. Centenas morreram e muitos estão feridos, incluindo funcionários da ONU.
Em uma diferença de minutos, Israel também atacou uma escola das Nações Unidas em Gaza. De acordo com a agência da ONU para refugiados palestinos (UNWRA), há pelo menos uma dezena de mortos e muitos feridos. A escola fica na região de al-Maghazi, um campo de refugiados da invasão de assentamentos israelenses na região central de Gaza. “Dezenas estão feridos, incluindo funcionários da UNWRA. Os danos estruturais são severos”, aponta a entidade.
As circunstâncias precisas que envolvem o ataque ainda estão sob investigação. Daniel Hagari, porta-voz das Forças de Defesa de Israel, declarou à imprensa que não há informações suficientes para confirmar que Tel Aviv seja responsável. Ele destacou que a região testemunhou uma série de ataques aéreos. Contudo, faz parte do modus operandi israelense o ataque a escolas e hospitais, incluindo de instituições humanitárias como Médicos sem Fronteiras.
A guerra, fruto de uma política de apartheid de israelenses colonos, tem como pano de fundo a questão territorial. Desde a fundação do Estado de Israel, em 1947, o país promove a segregação e ataques contínuos ao território palestino. Além disso, os israelenses avançam a cada ano, ocupando mais territórios árabes. Hoje, um membro do gabinete de emergência do governo de Israel Gideon Sa’ar disse claramente que há a possibilidade de Israel tomar mais territórios palestinos após a escalada de violências sem precedentes na região.
“Primeiro, porque é uma questão de segurança nacional. Tanto no Leste quanto no Norte, eles terão que perder esse território. Em segundo, porque a perda de terras é o preço que os árabes entendem”, disse o sionista.