A associação pediu nessa segunda-feira a inegibilidade de Flávio Bolsonaro que esteve num culto liderado pelo pastor SILAS MALAFAIA, da Igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo.
Silas Malafaia declarou que “é o tempo de apoiar Flávio para Presidente”.
A entidade pediu a inegibilidade dos presentes no culto, todos do PL e uma multa de 25 mil reais. Também pede-se que o MPF encaminhe, com base no artigo 37 da Lei das Eleições que enquadre os templos religiosos como bens de uso comum, razão pela qual não pagam impostos.
O Artigo 37 da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) proíbe a veiculação de propaganda eleitoral em bens públicos ou de uso comum, incluindo postes, viadutos, paradas de ônibus, igrejas, clubes e estabelecimentos comerciais, sendo permitida apenas a colocação de faixas, cartazes e pinturas com dimensão máxima de 0,5m².
Vamos aguardar para ver o resultado, mas o exemplo é bom para todo o Brasil entender que nenhuma religião pode promover candidaturas e nem violar a LEI DAS ELEIÇÕES.
Aliás, não vamos longe, aqui em Santiago é prática comum dos políticos ocuparem os templos religiosos para darem discursos e fazerem política partidária.
