Bastou eu citar, em matéria no blog, que existia um templo satanista em nossa região, que foi um bombardeio de críticas. Eu respeito todas e nem escrevo para agradar a ninguém. Quem disse que o assassinato dessa senhora em Formigueiro era num ritual satânico no cemitério da cidade foram as autoridades policiais, não eu, que apenas transcrevi o que li na imprensa nacional, pois o assunto virou manchete nacional.
Minha posição eu externei, essa manhã, ao ministro do STF, Dr. Barroso, sem nenhum medo, pois estou convencido que nossas autoridades não sabem como lidar com isso e nem com os rituais com sangue humano e canibalismo. E gostem ou não, Daniel Mastral revelou muito disso ao Brasil e ao mundo, quando ainda era satanista.
O problema nosso é idêntico ao dos EEUU, onde existem até capelães satânicos, e não estamos longe disso, pois a imunidade tributária dos templos de qualquer natureza, previsão constitucional, abrange sim os templos satânicos e locais de liturgias.
Eu tenho posição e nunca fiquei em cima do muro com medo de externar minhas posições, pois acho esse Tema extremamente sério e eivado de vieses e controvérsias.
O Brasil registrou 2.169 crianças desaparecidas em 2022, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Trata-se de uma média de seis casos por dia. Só que no ano de 2024, a questão é mais assombrosa, pois somente no RJ existe o desaparecimento de 16 casos por dia, dados oficiais do ISP-RJ.
Eu não sustento que todas essas crianças sejam vítimas desses rituais, jamais faria isso, mas é muito provável que muitas delas sejam – sim – vítimas de prática nefasta e criminosa, afinal muitas crianças desaparecidas nunca mais reaparecem e, friso, o litoral é uma zona altamente privilegiada para essa prática.
Vou continuar refletindo sobre esse assunto, pois é um Tema relevante e de alta importância. Eu nunca frequentei nada afim até porque sempre tenho distância de religiões, especialmente nos últimos tempos, pois Israel e o genocídio contra os palestinos me afastou até da Bíblia. Apenas participei, como convidado, de uma reunião de islâmicos gaúchos, mas isso é aberto e público; e o islamismo é uma religião aceita em todo o mundo. E sabidamente não sou islâmico.
Eu não nasci de susto e até hoje nada me pôs medo nessa vida.
