Mais de 1/3 dos advogados brasileiros ganhan menos de 3 mil reais por mês

FONTE – SITE NAÇÃO JURIDICA

Os números apresentados pelo Perfil ADV escancaram uma verdade difícil da advocacia. Não é a falta de preparo que limita os profissionais. Estudo, especializações e noites em claro são rotina, mas sim a ausência de estratégia para comunicar o real valor do serviço prestado.

Mais de um terço dos advogados brasileiros ganham menos de R$ 3 mil. Isso mostra que dedicação técnica, sozinha, não garante reconhecimento financeiro.

O cliente não busca complicação. O que ele procura é confiança, clareza e uma solução prática para o seu problema.

Quando o advogado se posiciona como autoridade, traduz o “juridiquês” para a realidade do cliente e se coloca como a pessoa certa para resolver o caso, a percepção de valor muda. E, junto com ela, mudam também os honorários, as oportunidades e o reconhecimento.

Do nada ao breu

Saio todas as noites, entre meia noite e uma hora de manhã e vou ali no Giovani Pedroso. Eles me conhecem. Sabem que eu só como uma torrada com queijo, sem nada de presunto. Sempre encontro por lá,  na frente  do notebook, o amigo Pierre Leal, ele é muito cortês, como sabe que eu sempre ando sozinho, me convida para sentar. Demoro pouco, só o tempo de comer e volto para casa.

Sempre fui um homem quieto, não bebo e minha vida se resume sempre ao mesmo estilo. Solitário e na minha. As vezes, o Dr. Marcos Luis e sua esposa me convidam para um lanche. O Marcos é uma pessoa muito fina, educado, não bebe e não fuma e carrega toda a origem evangélica de sua formação, pois se criou na escola adventista. Temos em comum os mesmos traços evangélicos.

Como não tenho televisão em casa e nem nunca tive, minha fonte de informações sempre foram as redes sociais. Aprecio ler e ouvir analistas de política, geopolítica  e economia. Como não é época de eleições, quase ninguém procura a gente. Sou acostumado com o silêncio e com minha vida quieta e pacata.

E assim vou vivendo, sempre no mesmo estilo. Outro dia contei a esposa do Dr. Marcos que nunca entrei  num baile. Ela ficou me olhando com um certo ar de perplexidade.

Mas eu fui casado 12 anos com a ELIZIANE e ela é testemunha que eu nunca fui em bailes e ela nunca me viu beber uma cerveja nesses 12 anos. Minha vida é sempre a mesma, trabalho e breves contatos com alguns amigos e amigas, geralmente colegas de trabalho. Quando tinha minha casa, adorava fazer sopas para a NINA e aproveitava bem o inverno com as fórmulas que  conheço bem: sopas.

Nunca pensei que tendo a vida singela e humilde como a que eu sempre tive, que fosse capaz de atrair inimigos tão poderosos. E olha que é gente de peso, de muito peso. Desses que fingem ser quietos e armam pelas costas. Destroem o que podem com seus ímpetos movidos por ciúmes e invejas que culminam destruiçãp pura de vidas e de pessoas. Há quem aceite, mas eu marco bem e marco tudo.

O meu único poder está numa coisa bem simples: na escrita. Eles vão precisar me matar para me impedirem de escrever.

Meus domínios em sites de Portugal foram todos pagos e tudo está escrito. Não se precipitem, para tudo existe uma hora, inclusive a da nossa morte. Quem é cristão, vive como cristão. quem é islâmico, vive como islâmico. Quem nada é nada, vive como nada. Apenas para o breu. Esse sou eu, vivo apenas o nada e para o breu, mas vivo tranquilo, sereno, manso e humilde. Com tudo calculado milimetricamente.

O CPF que você informa no supermercado pode ser um problema: entenda como a LGPD transformou essa rotina em um processo rigoroso

CGP – Caio Aviz

Informar o CPF nas compras passou a exigir transparência, consentimento formal e fiscalização contínua desde a entrada em vigor da LGPD

Informar o CPF no caixa do supermercado passou a ser tratado como parte da proteção de dados pessoais no Brasil, com regras rígidas da LGPD, novas exigências de transparência e mudanças na forma como os consumidores lidam com seu próprio direito à privacidade.

A solicitação do CPF sem explicações claras passou a ser considerada inadequada após a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) em setembro de 2020, que determina deveres específicos para quem coleta dados e garante direitos amplos ao titular. Em supermercados, a prática agora exige consentimento explícito, detalhamento das finalidades e possibilidade de exclusão sempre que houver uso inadequado.

Regras sobre coleta e uso do CPF

A mudança de postura dos supermercados se baseia diretamente na LGPD, que considera o CPF um dado pessoal sujeito a finalidade específica e consentimento informado. Segundo interpretações consolidadas desde a vigência da lei, o uso inadequado do dado passou a ser enquadrado como violação.