Gerações: entenda as características comportamentais de cada uma delas!

TIAGO COITINHO – REVISTA VOITTO

A classificação dos indivíduos em gerações é uma prática muito comum ao redor do mundo, haja vista que cada época é marcada por acontecimentos culturais, sociais, políticos e econômicos. Esses fatores em conjunto moldam as pessoas, visto que direcionam a maneira de ver e se comportar na sociedade.

 

Nesse sentido, cada grupo geracional apresenta uma maneira particular de agir, de pensar, de aprender, de se comportar e de se comunicar com o mundo. 

Assim, tais aspectos são de extrema importância para as empresas, pois permite direcionar as estratégias de marketing diretamente ao público alvo e, assim, dominar o mercado competitivo.

Assim, neste artigo, você irá conhecer um pouco sobre as Gerações X, Y ou Millennials, Z, Baby Boomers e Alfa e como as transformações que ocorrem ao longo do tempo impactam  cada uma delas. Continue lendo para descobrir as características dos grupos geracionais.

Acompanhe a leitura a partir dos seguintes tópicos:

  • Quais são as Gerações e como elas se classificam?
  • Características comportamentais das Gerações
  • Como cada Geração aprende?
  • Como as Gerações se comportam no ambiente de trabalho?

Vamos à leitura?

Quais são as Gerações e como elas se classificam?

As gerações são referentes ao período em que cada pessoa nasceu. Assim, partindo dessa convenção, são divididas em Baby Boomers, Geração X, Millennials, Geração Z e Geração Alfa. Confira abaixo um pouco sobre essas classificações:

Geração Baby Boomers

Essa geração abrange as pessoas que nasceram entre 1940 e 1960. O termo ‘’Baby Boomers”- traduzido livremente para o português como ‘’explosão de bebês’’- refere-se a um fenômeno social que ocorreu nos Estados Unidos ao final da Segunda Guerra Mundial.

Nesse período, os soldados que lutaram na guerra retornaram para suas casas e conceberam filhos, o que gerou um aumento significativo da população. A geração Baby Boomers recebeu uma educação muito rígida e disciplinada. 

Geração X

As pessoas pertencentes a essa geração nasceram entre 1960 e 1970. Esse grupo é composto por figuras independentes e empreendedoras, as quais buscam seus direitos, lutam por liberdade e apresentam um ideal de combate às regras e aos valores da geração Baby Boomers.

Geração Y ou Millennials

A geração Millennials abrange as pessoas que nasceram entre 1980 e 2000. As pessoas da Geração Millennials– também conhecida como Geração Y– foram as únicas que acompanharam a revolução tecnológica desde pequenos.

Assim, é um grupo que se conectou, desde muito cedo, com o mundo digital e tiveram que aprender a como introduzir todas as novidades tecnológicas no dia a dia.

Geração Z

As pessoas pertencentes à Geração Z nasceram entre 2000 e 2010. Essa geração apresenta como características o comportamento individualista, imediatista e antissocial. Além disso, são pessoas que nasceram em uma sociedade altamente conectada pelas tecnologias digitais.

Geração Alfa

A Geração Alfa abrange as pessoas que nasceram após 2010. Essa geração ainda não está totalmente definida, porém é marcada pelo grande acesso à educação e à informação.

Além disso, por serem filhos de Millennials, essa geração cresce com um núcleo familiar diferente, visto que a geração Y tem o desejo de construir uma família de forma tardia ou até mesmo possuir uma estrutura familiar com traços diversos.

Características comportamentais das Gerações

As gerações apresentam características particulares que definem a maneira como cada indivíduo se comporta. Logo abaixo, você irá conhecer as características comportamentais de cada geração:

Baby Boomers

As pessoas que pertencem a essa geração nasceram a partir de uma explosão populacional, nos Estados Unidos, logo após os soldados retornarem da Segunda Guerra mundial. Nesse sentido, essas pessoas possuem atualmente entre 55 e 75 anos de idade.

Na juventude dessa geração, os jovens valorizavam muito o trabalho e desejavam construir um patrimônio e ter uma carreira profissional mais estável. Esse comportamento foi verificado, primeiramente, nos Estados Unidos e logo se espalhou para outros países do mundo.

Assim, os Baby Boomers não eram inclinados à valorização da criatividade e da inovação, haja vista que o tempo de experiência no trabalho era mais relevante na época.

Geração X

A Geração X possui atualmente entre 36 e 55 anos de idade. As pessoas cresceram no período da Guerra Fria e foram as primeiras a vivenciar os avanços tecnológicos da época.

No ambiente de trabalho, as pessoas da Geração X buscam ascensão de cargos e permanecem durante muito tempo na mesma empresa. Além disso, valorizam a independência e a individualidade, porém sabem trabalhar bem em grupo.

Assim, por apresentar características de pessoas conservadoras, a Geração X visa a alcançar cargos de grande responsabilidade, demarcando um perfil para gestores e líderes.

Geração Y

A Geração Y, também conhecida como Millennials, apresenta comportamentos bem diferentes da Geração X, visto que não possuem receio de abandonar um emprego para se estabelecer em outro.

Além disso, buscam a satisfação profissional e pessoal quando concorrem a uma vaga no mercado de trabalho.

Os Millennials valorizam a construção de experiências e não se preocupam com a construção de patrimônios, haja vista que a aquisição de bens materiais não é algo de grande importância para eles.

No campo profissional, as pessoas da Geração Y valorizam o trabalho em equipe e gostam de receber orientações bem específicas do trabalho a ser realizado. Além disso, estão em constante busca por inovação.

 

Geração Z

Os indivíduos da Geração Z, que também pode ser chamada de Centennial, já nasceram em um mundo altamente conectado e dominado pelas tecnologias digitais. Nesse sentido, são pessoas multitarefas, independentes e exigentes com o mercado trabalhista.

Além disso, no ramo empresarial, muitos acreditam que os cargos que serão ocupados por essa geração nem mesmo foram criados.

Outro traço dessa geração é o imediatismo e a dificuldade de socialização, fruto da grande exposição à tecnologia.

Geração Alfa

As pessoas da Geração Alfa nasceram a partir de 2010 e são ainda mais imersas no mundo tecnológico. Assim, acredita-se que a flexibilidade, a autonomia e a preferência pelos recursos tecnológicos serão traços marcantes dessa geração.

Visto que, por mais que seja uma geração relativamente nova, possui grande facilidade e apreço por tecnologia e ambientes virtuais – como a realidade virtual e aumentada.

Quando comparada com as gerações anteriores, os Alfas tendem a ser bem livres quanto sua identidade, quebrando paradigmas que eram tidos como regra antigamente.

Um exemplo, são as meninas que vêm crescendo com mentalidade diferente do que seus pais cresceram, saindo do mundo totalmente “pink” e se tornando cada vez mais empoderadas e ocupando posições importantes.

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PEDAÇOS INCONCLUSOS DE MINHA FAMÍLIA

*JÚLIO PRATES

Eu tenho apenas 3 sobrinhos . O mais velho, Rossano, não sei sua idade, mas é militar reformado e advogado.  SMJ, deve ser de direita, há muitos anos não nos falamos. Eu tive uma sobrinha que faleceu precocemente aos 36 anos de idade, filha de minha irmã mais velha.

Meus outros dois sobrinhos, RODOLFO e GUILHES, eu acho que o um tem 52 anos e o outro 50, mais ou menos por aí um pouco mais, um pouco menos. Ambos são formados pela UFSM e sempre se deram muito bem comigo. O Rodolfo é dentista e o Guilhes, após se formar, foi direto para a Editora Abril, em SP e ficou muitos anos dentro da VEJA e da Playboy, sendo que foi editor de ambas. Depois foi editor do iG  e o Brasil e ganhou 2  vezes Prêmio Internacional de Infografia Malofiej, na Catalunha, Espanha, da Society for News Design (SND). 

Os 2 irmãos na noite de Tókio
Os 2 irmãos na noite de Tókio

O Rodolfo é quieto e recatado, fala manso, sempre em tom baixo, embora nem conheça minha sobrinha atual. O Guilhes foi casado com a Letícia, que era, nada mais, nada menos, que Editora-chefe do ESTADÃO, maior jornal do Brasil. Eu sempre me dei muito bem com a LE, pois ela vinha em Santiago e tinha a predilação de comprar nossas botas femininas. Até hoje não entendi o que ela via em nossas botas, afinal era uma moça muito bem situada na vida, estudou em OXFORD, embora seja formada pela USP.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Rodolfo é pai da Marianinha (foto), que um amor de menina, acho que ela deve ter 14 anos. É filha do RODOLFO com a psicóloga RENATA, também uma pessoa muito amável e muito doce. Um pedaço de sobrinha.  Marianinha é uma pessoa tranquila, calma, serena, fala baixo, educação rara. É minha sobrinha-neta.

Curiosamente, dias atrás, tive que contar aspectos de minha vida pessoal para minha psicóloga e ela deve ter ficado surpresa pois minhas relações com meus sobrinhos sempre foi muito amável, muito doce e nunca tivemos qualquer divergência em nada. Tanto o Rodolfo quanto o Gui, ambos sempre se deram muito bem comigo e sempre nos damos maravilhosamente bem.

Mas o Gui, quero crer, conhece arte como poucas pessoas, desde criança sempre desenhou, sempre, sempre. Assim como conhece mulheres, foi editor de Artes da Revista PLAYBOY, embora o vínculo maior dele foi com a Le, que sempre foi muito minha amiga

O Gui, a rigor, conheceu muito e conviveu muito com meu pai, seu avô. Até aí, tudo normal.

Só que ele sustenta uma tese que o RODOLDO, seu irmão, é a cara o meu pai. Tempos atrás, estávamos sentados no Itaim Bibi e ele me disse que quanto mais o tempo passava mais o RODOLFO ficava parecido com o avô NINO.

Pelo sim, pelo não, respeitando a sabedoria do GUI e vivência estética dele, olhei bem as fotos do RODOLFO e realmente ele tem bem claramente os traços do NINO.

O Gui (FOTO) brinca dizendo que o Rodolfo é um xerox do avô.

Em meio a tanta contenda entre famílias, eu festejo e comemoro o fato de sempre ter amado meus sobrinhos e por mais que eu rebusque e rebusque, rebusque e rebusque, nunca encontrei uma desavença com fosse com o RODOLFO e GUI.

Outro dia, conversando com o DAVI DAMIAN, nossos maior nome da psicanálise, contei a ele  que  o RODOLFO, antes de cursar ODONTO, cursou FILOSOFIA na própria UFSM. O Davi ficou com um ar de espanto e sem entender bem a origem da família e a atração pela FILOSOFIA.

Essa é minha mãe, JANDIRA SOARES DE LIMA, foto,  depois de casada JANDIRA DE LIMA PRATES. Morreu em 2003.

Minha mãe teve apenas 2 irmãos. O Romeu Soares de Lima, falecido aos 99 anos e que teve um só filho, o capitão LUIZ CARLOS LIMA. Ele hoje mora ali no Rincão dos Castilhos, na casa de um ex-amigo meu,  e é casado com uma moça palestina, que é sobrinha do líder palestino KAMAL KARIN, meu grande amigo e aliado de todas as horas. Mas nunca fui em sua casa, apenas visitava meu tio que faleceu às vésperas de completar 100 anos. Aliás, visitei-o em companhia de uma médica local que ía onde eu ía.

Quando chegaram da Argentina, meu avô com seus 2 filhos e sua filha mulher, JANDIRA,  meu tio mais velho, GARIBALDE SOARES DE LIMA foi para a colônia judaica de SANTA MARIA, hoje ITAARA, Philippson, que foi a primeira colônia judaica do interior do Estado. Com o fim da Philippson, ele foi morar em JÚLIO DE CASTILHOS, onde tenho muitos primos e primas. O tio GARIBALDE morreu aos 96 anos e não foi sepultado aqui, onde foi sepultada minha mãe.  Faz sentido, ele escolheu o local distante de nós e fez sua vida por lá. O meu tio ROMEU cuidava de minha mãe, era um eximio atirador e nadava muito no Rio Uruguai.  Com 99 anos ele ainda contou para a médica Karine que ainda matava urubu no vôo para não perder a forma, isto é, a mira. Até hoje não sei se era verdade, só sei que ele morreu muito lúcido, estava internado no hospital do Exército e esperou Luiz Carlos chegar no hospital. Segurou a mãe do seu filho, com força e apagou para sempre, foi o prório Luiz Carlos quem me contou essa história.  Sequer sei a idade do Luiz Carlos.

Meu avô era funcionário do governo Argentino e seus 3 filhos também tinham cidadania argentina. Meu avô era recenseador rural da Argentina e foi aí que ganhau a cidadania argentina para seus 3 filhos, tanto que GARIBALDE nunca foi chamado pelo nome, morreu sendo chamado de CASTELHANO, pelo espanhou que falou desde criança. Imaginem a confusão que era sua tentativa de se readaptar ao português.

Embora eu a o Luiz Carlos sejamos primos de sangue, nunca nos visitamos e nunca nos falamos, exceto passagens de rua e um encontro na farmácia, assim como eu, somos sobrinhos netos de DEIO RANCHÃO SOARES, que era sobrinho de minha mãe e que tinha grande admiração pelo RANCHÃO. Me criei ouvindo as histórias do RANCHÃO e, um dia, no ano de 1984, quando fui na casa do TARSO, lã encontrei o ADELMINHO, irmão do TARSO e ele me contou seu plano de seguir escrevendo sobre o RANCHÃO e o ALZIRO FÃO. Curiosamente, que os homenageou em livro foi seu ANTÔNIO BONOTTO.


*É escritor, autor de 6 livros, jornalista brasileiro registrado no Ministério do Trabalho sob nº 11.175, jornalista com registro de editor internacional nº 908225.

Bacharel em Direito, em Sociologia e em Teologia.  Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual. Também é Pós-graduado em Sociologia Rural.

Parece o livro “zaroff: o jogo mais perigoso” de Richard Connel. Mas é a realidade, na Itália

Zaroff, não lembro o que dizia para atrair as pessoas, aí elas descobrem que serão caçadas.

Um filme do Van Damme, “o alvo”, é baseado. Pegam ex militares ou moradores de rua e oferecem dinheiro, se sobreviverem. Milionários saem pra caçar aonde for, na cidade, selva etc…

Leia a matéria abaixo. Promotoria de MILÃO investiga caçadas de seres humanos..