O tarifaço de TRUMP e a reação nos preços dos alimentos no Brasil

Eu admiro muito o ministro Alexandre Moraes, mas tenho uma visão que essa lei Magnitsky no Brasil surtiu um efeito vivamente ao contrário. Diferentemente dos que aludem os bolsonaristas nas redes sociais, o povo pobre, classes E, D e C estão felizes com o queda dos preços do frango, em suma, dos alimentos.  O pacotaço de TRUMP – até aqui – beneficiou Lula, pois os pobres estão felizes com o governo do presidente de LULA.

É claro que Lula vinha num desgaste terrível, agora quem deu o plus para o levante do governo do PT/PSB, foi TRUMP e essa política de tarifaço de nossos produtos.

Eu sei ver tudo as avessas e notei a felicidade do povo pobre, dentro os quais eu, com esse tarifaço. Hoje estão todos conseguindo comer carne e se seguir essa onda TRUMP, para o Brasil vai ser a mesma coisa. Os EEUU não são o único país consumidor dos nossos produtos e existem outros países consumidores e até bem mais potencionais que os EEUU. É claro que o ITAMARATY percebeu isso e foi logo atrás de outros mercados e mantiveram o saldo de nossa balança comercial em alta, até maior que antes.

Eu assisto os canais da direita e noto erros táticos e estratégicos em suas construções discursivas. Pois não faltam alimentos e esses despencaram seus preços. É claro que isso é uma glória para Lula, enquanto ficam todos querendo mostrar que ALEXANDRE DE MORAIS sofre com os efeitos da Lei Magnitsky.

Em síntese, o tarifaço de DONALD TRUMP foi altamente benéfico ao nosso país, os preços despencaram e noto até os evangélicos orando para tudo continue como está. A dialética, enquanto instrumental de análise, é fabuloso, basta saber empregá-lo em nossos juízos comparativos e analíticos.

Se até eu percebi a alegria do povo, imaginem o quanto felizes estão os integrantes das classes populares mais carentes.

O Totó, o reencontro, a felicidade e a morte

Eu nem quis escrever, pois fiquei pensando muito e tentando entender a lógica da morte, se é que a morte tem lógica.

Quando nós tínhamos nossa casa, conhecemos um cachorrinho, pequeno, mas um legítimo cão de rua e o passamos a chamá-lo de Totó.

Várias vezes levamos ele para a nossa casa, mas o TOTÓ era impossível, ele sempre fugia a noite, pulava as cercas e adorava viver nas ruas, na praça e tinha uma paixão pelo centro.

Como eu nunca mais vi o Totô, exceto n uma foto ao lado do saudoso ORACY DORNELLES, e, como nos mudamos, desmanchamos nossa casa, se ele voltou atrás de nós, com certeza não nos encontrou.

Domingo eu almocei, como sempre, bem tarde, sempre após as 14 horas. Quando saio, levo uma surpresa, o Totò estava deitado no chão, na calçada, com um casal de coletores de lixo. Peço licença ao casal e falo com o Totò. Ele me reconhece, levanta-se pula feliz na minha frente e deita, achei estranho, até achei que o Totò estivesse brincando.  Ele não deitou ao natural, ele caiu morto.

Peguei seu coração e vi que não mais batia, a senhora que estava com ele exclamou: ele morreu.

Custei a acreditar que aquilo fosse real e fiquei me questionando: ou foi emoção dele, reencontrar-me após tantos anos, ou talvez, na cabeça dele eu fosse o pai dele, o pai que ele perdeu, a casa que ele perdeu.

Nunca saberei.

Fiquei sem escrever até essa madrugada. Impossível relatar o impossível. Nunca saberei, afinal, o que houve com o Totó, sei que existem mortes assim, até entendo, mas talvez eu nunca tivesse entendido o peso do significado significante de minha relação com ele, embora nós fôssemos uma família e ele era parte da nossa família.

Foi um duro golpe que eu levei, sem lógica, sem explicações racionais. Eu gosto da minha psicóloga, ela é muito querida, mas desde que li que ela era faminista, confesso que levei um susto, pois sou totalmente anti-feminista e disse isso a ela. O que eu vejo no feminismo é a destruição das famílias, a semeadura do ódio e sempre a posição anti-pai e anti-homem. Não consigo ver nada bom no feminismo. Honestamente, eu vejo o feminismo como uma espécie de satanismo. É tudo avesso ao amor e a edificação.

É claro, eu fui derrotado e preciso assumir minha derrota, mas isso não vai me anular a ponto de eu ceder ao absurdo.

É claro, o dor da morte do Totó, as circunstâncias, e a única pessoa que eu me abro, agora o feminismo gerou um bloqueio, pois pensei até em contar a ela a tragédia da dor da morte do TOTÓ, mas feministas não tem sentimentos e só se interessam em jogar homens contra mulheres, eu nunca consegui ver o feminismo com bons olhos. E tenho plena convicção de que sou assim e quero morrer assim, talvez eu tenha a sorte do TOTÓ, que precisou me  encontrar para morrer em paz, certamente ele se lembrou que eu dormia na sala e o botava em meus pés e dormia um sono tão lindo.

Sei que tudo na vida conduz a morte e estou em plena paz para a morte, embora a minha ânsia em levar algumas companhias. Mas um dia é sempre um dia a mais e sempre com um dia surgem fatos novos e assim a vida vai indo, até que tudo acaba, como acabou para o Totó, que certamente morreu feliz perto de mim. Fiquei feliz porque o Totó me amavava e descansou em paz perto de mim.

escrito direto e sem revisão

LUIS FERNANDO VERÍSSIMO E A ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS

LUIS FERNANDO VERÍSSIMO nunca foi convidado para ingressar na ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, até se entende, ele era marxista e comunista.

Já Mirian Leitão e Merval Pereira, ambos da GLOBONEWS, são membros honorários da ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.

Que academia essa é a nossa, parece a aqui de SANTIAGO,  cuja semelhança com a feira do livro de Santiago é idêntica.

 

 

Esse é superatleta RODOLDO PRATES DAMIAN

Rodolfo Prates Damian é meu sobrinho, embora seus 52 anos é um maratonista que corre contra a moçada de 19, 20 anos. Cirurgião dentista formado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA, foi dono da primeira banda de ROCK de SANTIAGO, junto com seu irmão GUILHES DAMIAN, que mora em SÃO PAULO.

Criaram a banda Insigt e depois PARASITAS OBRIGATÓRIOS, que, afinal, foi a primeira banda de rock de SANTIAGO.

Hoje, percorre longos trechos correndo e participa de vários eventos nacionais. Rodolfo é alto, tem 1.90 de altura e puxou o pai dele, VAGNER DAMIAN, que também é um homem muito alto.

Rodolfo é pai de minha primeira sobrinha neta MARIANA GORSKI BEDIN DAMIAN, filha da psicóloga RENATA GORSKI BEDIN, pessoa muito querida e amável.

 

Essa é a MARIANA, criança muito doce e querida e está entrando para a história como minha primeira sobrinha neta. Eu gosto muito da Marianinha, é quieta e introspectiva, acho que terá um lado de pensadora muito forte. A mãe dela é muito estudiosa na área da psicologia e vem a ser prima do DAVI DAMIAN, que é nosso psicanalista que se prepara para ir para OXFORD, na Inglaterra, fazer seu PHD.

Rodolfo e Renata com a NINA, aos 3 dias de vida.

Embora poucas pessoas saibam que o RODOLFO PRATES DAMIAN iniciou na UFSM cursando FILOSOFIA. E poucos sabem isso de sua trajetória acadêmica.

O Rodolfo, desde cedo, foi muito trabalhista na política e admirador das lideranças de Brizola e Jango. Eu não sei hoje o que ele pensa, pois o PDT, exceto as raízes de Santiago, desbundaram para o bolsonarismo. Eu sei cada coisa que nem conto.

O RS perdeu seu maior escritor e a anatomia do conflito com JUREMIR MACHADO

O escritor Luis Fernando Veríssimo morreu, hoje, aos 88 anos, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Ele estava internado na UTI do Hospital Moinhos de Vento há cerca de três semanas com princípio de pneumonia e com sua saúde já agravada por problemas cardíacos e parkinson.
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Em 2016, implantou um marcapasso e, em 2021, o escritor sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC), e segundo a família, enfrentava dificuldades motoras e de comunicação.
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Autor de várias obras, noto que o LFV sempre foi comunista e marxista, embora isso seja relevante em suas obras, mas pouco destacado pela imprensa dominante.
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O escritor deixa sua esposa, a sra. Lúcia Helena Massa, três filhos e dois netos.
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Embora não viesse bem de saúde, o fato deixou nosso Estado com a sensação de perda relevante e um luto doído, como é típico em todas as mortas e essa sensação de tristeza é contagiante.
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Embora a briga entre o saudoso escritor e Juremir Machado tenha ganho contornos midiáticos em 2012, essa é bem antiga e havia críticas pesadas de Juremir em face de LFV, que não tinha curso superior e apenas estudou o ensino médio na Roosevelt High School, nos EEUU.
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LFV  sequer ingressou em faculdade alguma e sua formação de resumiu ao ensino médio, mas isso não o impediu de ser o nosso maior Escritor e nosso maior cronista de todos os tempos, com reconhecimento nacional e internacional.
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Entretanto, a briga de LFV com Juremir Machado, em 2004, teve um sério desentendimento entre ambos e acabou com a demissão de JUREMIR MACHADO do Jornal Zero e o pivô do conflito entre ambos foi um documento assinado por Érico Veríssimo, pai de LFV, favorável a invasão da Abissínia pelas tropas do fascista Mussolini. A direção de ZH mandou o escritor de Santana do Livramento se retratar e Juremir não aceitou fazer a retratação e foi demitido de ZH.
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Nascido em 1962, JUREMIR MACHADO é formado em História e Jornalismo pela PUC-RS e fez doutorado na França, em Sociologia, pela UNIVERSITÉ PARIS-DESCARTES (V). Tem hoje 64 anos.
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O embate entre ambos e a tomada de posição do Jornal ZH em favor de LFV foi uma marca muito profunda entre os intelectuais gaúchos e selou um desentendimento entre ambos que perdurou até a morte de LFV.
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Eu creio que ambos eram de esquerda, ambos eram marxistas, embora eu nunca mais mais tenha notícias, nos últimos anos, de JUREMIR MACHADO. É claro que a posição de JUREMIR contra ÉRICO VERÍSSIMO teve um peso enorme desgastante na imagem de ÉRICO, que sempre teve a  imagem de comunista linha dura e sua assinatura nesse manifesto em favor de MUSSOLINE.
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Eu fiquei com a sensação de que JUREMIR MACHADO sempre teve razão e sua demissão de ZH foi mais política, embora o debate tenha contaminado os gaúchos e todos se posicionavam, apesar da iconoclastia santanense.